Cada vez consumistas, temos a tendência de ter cada vez mais aparelhos de todo o tipo, a maioria alimentado por baterias. Já sabemos que uma vez jogados no lixo comum, esses produtos podem poluir o solo e a água com seus componentes químicos e tóxicos.
Porém, uma equipe brasileira, vencedora da FEBRACE e que está representando o Brasil na ISEF 2008, pesquisou e descobriu uma maneira muito singular de dar outra destinação a esses componentes.

Os 3 estudantes - Camila da Silva Bruzadelli, Alan Juliano de Andrade e Deborah Asbahr - de Limeira, descobriram uma maneira de reciclar pilhas e baterias e aproveitar a pasta eletrolítica, um dos materiais existentes nesses produtos e que contém metais pesados, tais como: zinco, manganês e ferro. Com a pasta eletrolítica foi produzida uma mistura de óxidos metálicos que pode ser utilizada na pigmentação de cerâmica. O pigmento de coloração salmão pode ser usado tanto misturado com outros pigmentos quanto inteiramente na sua pigmentação original.
Só no Estado de São Paulo, 192 milhões de baterias são utilizadas a cada ano, sendo reciclada apenas uma pequena fração disso. O “desmonte” da pilha ainda proporciona a reciclagem de outros produtos, como o papelão, plástico, aço e grafite.
Parabéns aos 3 estudantes. Nós e o meio ambiente agradecemos!
Fontes: Jornal Jovem e EcoGeek