Construção sustentável

Com capacidade para hospedar até 20 pessoas, a base tem 12 metros de largura por 18 metros de comprimento. A eletricidade é gerada a partir da luz solar, com energia suficiente para iluminar as instalações, manter o rádio para comunicação, o funcionamento de computadores e o refrigerador para a conservação de alimentos. O sistema tem autonomia para funcionar por dois dias e meio sem sol.

“A água das torneiras e chuveiros é captada da chuva e do próprio rio sobre o qual a construção está instalada. Filtros garantem que a água esteja limpa para o consumo em tanques que permitem armazenar até 5.700 litros”, explica Josivaldo Modesto, coordenador de operações do Instituto Mamirauá, responsável pela construção de 16 bases flutuantes na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amaña (Amazonas). Outra iniciativa é o tratamento do esgoto, antes de ser devolvido à natureza. Esse sistema ainda será instalado.

A cobertura do laboratório flutuante é de telhas produzidas a partir de garrafas de plástico PET moídas que, entre outras vantagens, apresenta maior resistência e maior vida útil quando comparada a telhas de outros materiais. De acordo com Modesto, elas pesam cerca de um sexto das telhas de barro e podem durar até 300 anos. “Uma empresa sediada em Manaus recolhe garrafas PET que antes iriam para o lixo, transformando-as em telhas leves e resistentes”, explica.

postado em: 03 de Julho de 2009 por Flávio Vieira

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Avião movido a energia solar!

Foi apresentado na semana passada, na Suíça, o Solar Impulse HB-SIA, primeiro avião movido a energia solar programado para planos de voo noturno.

A expectativa é que, no ano que vem, o avião cruze os EUA e, em maio de 2011, dê a volta ao mundo, com escalas em todos os continentes.

O projeto vem sendo considerado a nova aventura de Bertrand Piccard, um psiquiatra franco-suíço de 51 anos, primeiro homem a dar a volta ao mundo num balão, sem escalas, em março de 1999. Ele faz parte de uma família de inovadores (loucos?). Seu avô, Auguste Piccard, o primeiro homem a alcançar a estratosfera em um balão com cabine pressurizada, em 1931. E o pai, Jacques Piccard, atingiu a profundidade recorde de 10.911 metros na fossa filipina das Marianas com o batiscafo “Triest”, em 1960.
O desafio de criar uma aeronave com energia limpa foi dividido, em 2002, com o empresário André Borschberg, engenheiro de 57 anos, formado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e ex-piloto da Força Aérea Suíça.

Ele e Piccard conseguiram atrair cifrões de empresas como Solvay, Omega e Deutsche Bank. Além disso, foi formado um comitê de apoiadores do projeto, que inclui personalidades como Al Gore, Buzz Aldrin (homem que pisou na Lua) e até Paulo Coelho. Eles preferem não divulgar o custo do projeto, embora Piccard tenha comentado, em uma entrevista em 2007, que o investimento total (incluindo dois aviões e operações de voo) fosse de cerca de 100 milhões de francos suíços (cerca de R$ 181 milhões), na época.

A aeronave se movimenta a 70 quilômetros por hora, em média, e o cockpit prevê apenas um piloto, que precisa usar máscara de oxigênio em grandes altitudes. A potência dos motores não passa de 8 HP ou 6kW, mais ou menos o equivalente à da máquina construída pelos irmãos Wright em 1903. O desempenho parece modesto, mas é um feito ao se considerar a capacidade de voar sem sol e nem sequer um litro de combustível.

“Uma bateria de lítio de 400 quilos permite o voo noturno”, explica Le Liepvre. Além disso, o piloto do Solar Impulse terá que seguir uma rotina para manter a aeronave em funcionamento: no fim da noite, a altitude será de cerca de 3.000 metros. Com o nascer do sol, o avião começará a subir, alimentando as baterias. Após algumas horas, alcançará 12.000 metros e, ao entardecer, retomará os 3.000 metros.

Fonte: UOL Ciência e Saúde.

postado em: 02 de Julho de 2009 por Flávio Vieira

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Um quadrado preto!

Você conhece o Black Pixel Project?

O projeto, desenvolvido pelo Greenpeace, tem por objetivo economizar energia através da instalação de um quadrado preto no seu monitor. O tamanho desse quadrado é irrisório e não atrabalha em nada, mas, de acordo com dados publicados pelo site, já economizou 138700 watts, o mesmo que 1260 TVs desligadas durante uma hora

Uma ótima iniciativa que pode ser adotada por qualquer um!

É muito simples: você vai ao site, faz o download do programa e pronto! Simples, fácil e que pode ajudar muito a economizar energia! Caso você não goste, é possível fazer a remoção do quadrado facilmente, mas você não vai fazer isso, vai?

Siga o Energia Eficiente no Twitter!

postado em: 30 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Veleiro a Hidrogênio

 

Zero CO2 é o nome do primeiro veleiro a dispensar totalmente os combustíveis à base de petróleo - mesmos os veleiros possuem motores, a gasolina ou diesel, para se movimentar em momentos de calmaria e para manobras de atracação e distanciamento do porto. O veleiro a hidrogênio será um laboratório flutuante, uma plataforma científica para estudar a poluição no Mar Mediterrâneo. O projeto, organizado pela Universidade Joseph Fourier, da França, deverá fazer sua estreia em março de 2010.

Hidrogênio verde

Além das velas, o Zero CO2 possui um motor elétrico, cuja energia é gerada por um conjunto de células a combustível alimentadas por hidrogênio, um combustível que não emite poluentes. O único resíduo liberado por uma célula a hidrogênio é água pura. O barco tem 12 metros de comprimento e sua primeira missão será coletar dados científicos sobre a poluição marinha causada pela ação do homem. Esta primeira missão está prevista para durar 10 meses. A equipe de cientistas a bordo do Zero CO2 também estudará a viabilidade da produção de “hidrogênio verde” por meio da instalação de painéis solares e turbinas de vento nos telhados das construções das regiões costeiras - hoje, o hidrogênio é produzido industrialmente pela reforma do gás natural, um combustível não-renovável como o petróleo.

O veleiro também será utilizado para o teste de novas tecnologias para a geração limpa de energia em embarcações. A energia necessária para alimentar seus equipamentos será gerada por painéis solares, cata-ventos e até por uma espécie de hélice que aproveita o deslocamento da água do mar enquanto o barco navega. Isto tornará o veleiro totalmente autossuficiente em termos de energia.

Fonte: Menina do Dedo Verde

postado em: 29 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Philips vs qualquer coisa!

Vocês querem desafiar a Philips?

Numa campanha genial, a Philips lançou um desafio simples:

Você cria em 140 caracteres (via Twitter) um desafio para a Philips. Se a sua idéia for criativa e boa, nós produzimos o filme e você concorre a uma TV Cinema 21:9.

Não entendeu nada?

Veja o vídeo!

Vamos lá, participe!
Os textos devem ser enviados em inglês. Qualquer problema podem postar nos comentários que nós traduziremos.
Abraços e bom final de semana!

postado em: 26 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Pacto pela sustentabilidade

Iniciativa visa melhorar a eficiência socioambiental de toda a cadeia de suprimentos.

Contando com a adesão de empresas do porte da Cargill, Unilever, Nestlé, Bunge e os frigoríficos Marfrig, Friboi e Betim, o Wal-Mart assinou no dia 23/06, em solenidade realizada em São Paulo, com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, um pacto para a construção de uma cadeia de suprimentos sustentável .”Este pode parecer o momento errado para pedirmos aos nossos parceiros maior compromisso com questões socioambientais, mas aqueles que se engajarem crescerão conosco”, declarou Mike Duke, presidente da cadeia Wal-Mart, ao propor um pacto de sustentabilidade a todos os seus parceiros no Brasil.

A iniciativa faz parte do programa que a empresa começou em 2005 para implementar mais eficiência socioambiental em suas operações, o qual prevê metas globais de redução de resíduos, diminuição de emissões de gases de efeito estufa, incentivo a produtos sustentáveis e melhor gestão e aproveitamento de água e energia. Agora, o Wal-Mart coloca todo o seu poder de influência, representado por uma rede de mais de 7.900 lojas em todo o mundo, abastecidas por mais de 100 mil fornecedores, para construir a cadeia de suprimentos do futuro.

Entre as ações adotadas pelo programa do grupo, constam a redução do uso de sacolas plásticas por seus consumidores (em 33%, até 2013, em todo o mundo e em 50% no Brasil), construções ecológicas, como em Neza, no México, onde o Wal Mart recupera uma área de depósito de lixo de 25 acres para nela instalar um ecoshopping, ou lojas ecoeficientes, como o Supercenter Campinho, no Rio de Janeiro (RJ), ou o Supercenter Morumbi, em São Paulo (SP).

Depois de realizar alguns encontros com seus fornecedores, a rede supermercadista elaborou uma proposta de um pacto para expandir essas ações por meio de compromissos conjuntos. Aos fornecedores que aderirem, a empresa garante boa visibilidade nas lojas, com comunicação específica quanto às qualidades e valores agregados do que está sendo ofertado.

O pacto prevê também a prática de compras responsáveis e a redução de resíduos, com destaque para a diminuição de embalagens. Para tanto, a empresa traz para o Brasil o sistema de indicadores de embalagens conhecido como Packaging Scorecard. O plano é chegar a ciclos fechados (end-to-end) de cadeias produtivas, nos quais a responsabilidade socioambiental está presente desde a extração da matéria-prima até a destinação final do produto, que de preferência deve ser a reutilização ou a reciclagem.

“Esperamos que todas as empresas façam isso”, disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, presente na ocasião para divulgar a campanha “Saco É um Saco”, promovida pela sua pasta, em conjunto com o Wal-Mart e o Instituto Akatu, para reduzir a utilização de sacolinhas plásticas.

Pela redação da Envolverde / Edição de Benjamin S. Gonçalves (Instituto Ethos)

Leia a matéria completa.

postado em: 25 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Eu Voto Amazônia!

A Amazônia está na disputa da eleição das ‘7 maravilhas naturais do planeta’ e seu voto é essencial. A votação vai só até o dia 06 de julho. POR FAVOR, DIVULGUEM!

Vote e ajude uma das áreas mais importantes do planeta. A Amazônia é conhecida por seu ecossistemas riquíssimos, biodiversidade inigualável e importância fundamental para a sobrevivência de diversas espécies, incluindo o homem.

O significado dessa disputa vai além do orgulho e do título que, com a ajuda de vocês, temos certeza de que ganharemos. O que está em disputa, na verdade, é uma coisa muito maior e muito mais preciosa que isso. Com essa nomeação a Amazônia será vista com outros olhos, tanto por nós, brasileiros, como por todos os outros países. A possibilidade de novos investimentos sustentáveis, recursos privados e públicos para pesquisa, novas fontes de turismo ecológico e incentivos internacionais fariam com que a Amazônia tivesse uma redução significativa na sua degradação, diminuição do desmatamento e um aumento significativo de fiscalização por parte tanto do Brasil quanto de órgãos internacionais.

A Amazônia é nossa, isso é fato. Porém, não podemos dispensar toda e qualquer ajuda para preservar esse patrimônio que possuímos e que, muitas vezes, não cuidamos do jeito que deveríamos.

Essa é uma chance única de fazermos alguma coisa para ajudar a Amazônia. Talvez pela distância ou pela falta de informação, a Amazônia pareça um lugar tão distante aos brasileiros que esquecemos que faz parte do Brasil. Essa é uma oportunidade de estreitar esses laços e saber um pouco mais sobre esse lugar magnífico e essencial à vida do planeta inteiro.

Visite o site da campanha ‘Eu Voto Amazônia‘ e ajude a eleger a uma das 7 maravilhas naturais do mundo. Seu voto é fundamental. Mexa-se!

Visite o site: www.euvotoamazonia.com.br

Siga também a campanha no Twitter.

postado em: 24 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Green Drinks SP

Que tal um encontro com pessoas ligadas à sustentabilidade ou apenas que tenham interesse em aprender mais. Essa é a idéia do Green Drinks.

Presente em mais de 300 cidades em 33 países, os encontros chegaram a São Paulo.

Se você gosta do tema e quer conhecer pessoas que compartilham dessa sua preferência, esse é um bom caminho. Os encontros acontecem às quintas-feiras e partem do princípio de que todos somos responsáveis e atores do desenvolvimento social. É necessário juntar forças, mobilizar e conectar pessoas pela construção de uma sociedade mais justa e sustentável

Toda semana um convidado ilustre põe em questão um tema a ser discutido. O espaço é informal e é uma grande chance de fazer amigos e rever muitos dos seus conceitos.

Ficou interessado?

Veja mais em Green Drink SP
As reuniões acontecem no Café Ekoa - Vila Madalena
Quem quiser receber um e-mail/convite, envie uma mensagem para greendrinksaopaulo@gmail.com

postado em: 23 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Isso é chocante pra você?

Sempre que nos deparamos com alguma coisa impactante, temos dois caminhos a seguir:

1-) Tentar mudar nossos hábitos e parar de contribuir com essa situação;
2-) Simplesmente ignorar e continuar a viver nossa vida do mesmo modo;

E aí, vendo essas fotos o que você vai fazer?

Pense, reflita e comece a semana sabendo que, de alguma forma, nós todos somos responsáveis por cenas como estas.

Fonte: It’s green design!

Quer ver mais? Veja aqui!

postado em: 22 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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Quer mergulhar?

Para quem gosta de mergulhar e estar em contato com a natureza, uma boa pedida é o litoral sul paulista. Isso porque está começando o período de maior ocorrência de raias-jamanta (Manta birostris) nos arredores da Laje de Santos (SP). De junho a agosto a incidência da espécie aumenta em até 10 vezes mais do que em outros períodos. A temporada começou em maio e vai até setembro.


A raia-jamanta é maior entre as espécies de raias. De corpo em forma de losango, calda fina e sem esporão, a espécie pode chegar a seis metros de envergadura. Ela se desloca “batendo” as nadadeiras peitorais como asas e, ocasionalmente, os animais podem executar curtos “vôos” fora d´água.

Exuberante e passiva, a espécie sofre principalmente com a pesca ilegal em áreas que deveriam estar protegidas, como o Parque Estadual da Laje de Santos, local de maior ocorrência no Brasil. Redes de arrasto, espécies de sacos que são arrastados no fundo do mar ou a meia profundidade, e espinhéis, linhas com diversos anzóis, são grandes inimigos da espécie, que frequentemente fica presa a eles.

Durante a temporada, o Instituto Laje Viva realiza saídas a campo em busca do animal. A entidade não-governamental atua há 16 anos no monitoramento e para a preservação das raias-jamanta no litoral sul paulista, lutando para que acidentes como esses não aconteçam. Por lá, já foram registrados 63 indivíduos diferentes.

Mas não precisa ser pesquisador para participar do projeto. Registros fotográficos de qualquer mergulhador podem integrar o acervo da entidade e ajudar o Laje Viva na luta pela preservação das raias.

Visite e conheça: www.lajeviva.org.br

Mergulhe, aproveite, mas respeite a natureza!

Fonte:  Jornal do Meio Ambiente

postado em: 19 de Junho de 2009 por Flávio Vieira

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