Posts Tagged ‘Philips’

Programa Ciclo Sustentável Philips

Quinta-feira, Março 11th, 2010

 

Na próxima segunda-feira será lançado o programa Ciclo Sustentável Philips, que irá promover a reciclagem de aparelhos eletrônicos que antes seriam jogados no lixo.

Desta forma, os produtos completarão seu ciclo de vida de maneira totalmente responsável, minimizando os impactos no meio ambiente e a poluição que poderiam provocar.

Como funciona o Programa?

O Programa Ciclo Sustentável Philips vai recolher todo tipo de aparelho eletrônico obsoleto com a marca Philips, como TVs, aparelhos de áudio, monitores, etc. Em seguida, vai tratar cada componente, encaminhando-os a um destino ecologicamente correto.

Essa é uma grande oportunidade para você ampliar a sua contribuição ao planeta.

Como participar?

Leve a um posto credenciado Philips todos os aparelhos eletrônicos que você não utiliza e nem pretende utilizar mais. Cada parte será encaminhada adequadamente ao destino correto. Assim você contribui, efetivamente, junto com a Philips, para reduzir o impacto ambiental e a produção de lixo, promovendo a sustentabilidade e o bem-estar para as futuras gerações.

Na semana que vem, após o lançamento do programa, colocarei mais informações aqui no blog.

E serão divulgadas informações via Twitter, direto do evento. Para ficar sabendo das novidades, siga @eeficiente.

A Hora do Planeta 2010

Quarta-feira, Março 3rd, 2010

Será lançada hoje, dia 3/2, no Rio de Janeiro, a 4a. edição da Hora do Planeta, movimento  há 3 anos pelo WWF em todo o mundo.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, Austrália. Em 2008 (veja post), 371 cidades participaram. No ano passado (veja post), quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Esse ano, a Hora do Planeta será no sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30. Diversos monumentos e locais simbólicos do país serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.

Você também pode fazer a sua parte, apagando as luzes no dia e horário combinados. Também é recomendado que você se cadastre no site da WWF, para que o número de participantes seja contabilizado e comparado com o dos outros países. Faça a sua parte e junte-se agora ao movimento!

Natureza Social

Sexta-feira, Fevereiro 19th, 2010

O site naturezasocial, está diretamente ligado ao desenvolvimento sustentável, com o objetivo de conscientizar, educar e divulgar possíveis soluções de forma prática e de fácil entendimento.

Com o interesse de despertar a urgência na mudança de hábitos nos leitores, haverão entrevistas bem elaboradas com opiniões concisas que vão direto ao ponto, sensibilizando e educando.

Profissionais de diferentes segmentos farão parte do projeto, todos na área de sustentabilidade e responsabilidade social, formadores de opinião e possoas comuns da sociedade que vivem em harmonia com o meio ambiente, assim como evidenciar o nível de conhecimento e conscientização da população, entrevistando moradores de comunidades carentes, classe média e alta sociedade.

Vamos tornar o meio ambiente uma pauta diária de discussões.

Assista a entrevista com Alexandre Nix, um dos primeiros entrevistados do site. Vale a pena conferir.

Alexandre Nix from Natureza Social on Vimeo.

Casa de Garrafa: ambientalmente correto?

Quarta-feira, Janeiro 27th, 2010

Vamos partir do princípio que você é uma pessoa consciente das suas ações em relação meio ambiente.

Você deve reciclar seu lixo, não jogá-lo na rua, nos córregos, etc. Você também deve ter algum cuidado em escolher os aparelhos que compra levando em conta o gasto de energia que eles têm (vide etiqueta Procel). Você deve economizar água e saber a importância que isso tem para o planeta. Possivelmente, você deve ter consciência de todos os seus atos e se considerar um amigo da natureza.

Se todos fossem como você, o mundo não estaria esse caos. Tudo isso pra dizer que há algumas pessoas que vão mais longe.

A casa de garrafa:

Temos certeza que a intenção foi a melhor possível, mas construir uma casa de garrafas é realmente benéfico ao meio ambiente?

Isso nos leva a uma questão maior: reciclagem é qualquer reaproveitamento de material?

No caso em questão, as garrafas não voltarão a ser utilizadas como garrafas. O destino certo delas seria a reciclagem e a posterior utilização delas como… garrafa! É o chamado “ciclo fechado da reciclagem”: vidro volta a ser vidro, plástico volta a ser plástico e assim por diante. É lógico que há casos onde isso é impossível ou ainda não há tecnologia suficiente para tal.

Embutir as garrafas em um muro fará com que mais vidro e plástico tenham de ser extraídos/produzidos, e isso apenas para economizar tijolos, cimento ou areia, produtos cujo processo de extração/produção é muito menos danoso ao meio ambiente se compararmos nas quantidades necessárias para construir a casa e a quantidade de garrafas embutidas nas paredes.

Recado dado. Pesquise muito bem antes de fazer um projeto que demande materiais recicláveis. Nem sempre é o que parece ser…

Vi o projeto no EcoHarmonia

Energia do Sangue!

Quinta-feira, Dezembro 10th, 2009

 

Já ouviu falar nela? É a “Blood Lamp”, uma invenção do designer inglês Mike Thompson, que mais serve para conscientizar as pessoas a respeito do consumo de energia do que, de fato, para iluminar um ambiente.

Ela funciona da seguinte maneira: no formato de uma lâmpada normal, a Blood Lamp deve ser quebrada e, em seguida, um comprimido - que vem junto com o produto - deve ser jogado dentro dela. Trata-se de uma cápsula com Luminol - aquela substância usada pela polícia para detectar marcas de sangue em cenas de crime!

A partir daí, tudo o que o usuário precisa fazer para acender a Blood Lamp é criar coragem e se cortar nos cacos da própria lâmpada quebrada. Em contato com o sangue humano, o Luminol reagirá e produzirá uma luz azul. Assista ao vídeo abaixo para entender melhor o processo.

Blood Lamp from miket on Vimeo.

O designer não especifica, exatamente, quanto tempo a luz fica acesa, mas adverte: cada Blood Lamp só acende uma vez! A ideia é fazer as pessoas refletirem a respeito do próprio consumo de energia. Afinal, já que a lâmpada só pode ser usada uma vez e o usuário tem que usar o próprio sangue para acendê-la, espera-se que ele pense duas vezes antes de desperdiçar a energia que tem em mãos.

E aí, boa ideia?
Fonte: Planeta Sustentável
Foto via Mike Thompson

LED abastecidos com energia solar!

Terça-feira, Dezembro 1st, 2009

Cerca de 1,6 bilhões de pessoas no mundo não conseguem se conectar a uma fonte de eletricidade. Absurdo, não? Tenho certeza de que você aí na sua casa não tem a menor ideia do que seja isso. Imagine você querer fazer algo à noite e não ter luz suficiente para isso. Imagine você ou seu filho querer jogar uma simples partida de futebol e não conseguir por este simples “detalhe”.

Foi pensando nisto que a Philips criou um sistema que permitirá que comunidades em desenvolvimento possam ter energia para atividades sociais, educativas, culturais e comerciais.

Lançado simultaneamente na Holanda e África do Sul, o sistema está disponível como uma solução totalmente portátil. Usando a tecnologia de sistemas eficientes de iluminação LED, o sistema pode iluminar áreas de até 40×20m com luz branca brilhante. Células de bateria avançada fornecem até oito horas de holofotes com uma única carga solar. O sistema também é altamente sustentável, com um design robusto capaz de suportar os rigores extremos da vida em alguns dos terrenos mais difíceis e remotos do mundo.

“Esta é uma iniciativa fantástica”, diz Kanu, o futebolista internacional nigeriano, que está trabalhando com a Philips para ajudar a promover o sistema de holofotes do mundo inteiro. “O futebol é uma linguagem universal, especialmente na África. Permitindo que as crianças e adultos sejam ativos mesmo quando o sol se põe. O sistema vai enriquecer as suas vidas, sua saúde e seu bem-estar. ”

“Essa solução é um maravilhoso exemplo de aplicação da Philips na inovação baseada em nossa percepção e compreensão das necessidades das pessoas”, diz Marc de Jong, CEO Philips Lighting.

O sistema de LED solar já está disponível para encomenda. Philips pode proporcionar uma solução total, incluindo as luzes LED, postes portáteis, painéis solares e baterias, ou apenas o conjunto de holofotes. O sistema também pode ser usado para aplicações não-desportivos em locais sem acesso a uma rede elétrica, tais como aulas noturnas em vilarejos remotos, segurança, lojas e mercados ao ar livre, ou a iluminação de emergência para situações de catástrofe.

Mais informações podem ser encontradas no site www.philips.com / offgridlighting

Festas com consciência. Como dimimuir seu impacto no meio ambiente.

Segunda-feira, Novembro 30th, 2009

O fim de ano é sempre movimentado pelas confraternizações no trabalho, festas com amigos e família. É nesta época, também, que aumentamos nosso consumo em todos os sentidos. Portanto, esta é um período no qual devemos prestar atenção especial à conservação da natureza.

Veja abaixo dicas simples de como diminuir o impacto das festas de final de ano:

  • Evite papéis laminados e com purpurina, pois não podem ser reciclados;
  • Embrulhe os presentes em papéis simples e utilize o que sobrar para fazer suas próprias etiquetas de/para;
  • Envie cartões de Natal eletrônicos e previna o desperdício de papel;
  • Pegue sacolas plásticas apenas quando necessário. Se possível, prefira os sacos de papel;
  • Utilize ornamentos naturais na decoração de Natal como pinhos e fibras;
  • Recicle latas e garrafas vazias depois das festas, além das embalagens de seus presentes;
  • Compre lembranças de Natal certificadas. Os selos de certificação garantem que os artigos foram produzidos de acordo com todas as leis do país, tanto ambientais como trabalhistas. Para produtos madeireiros procure o selo FSC;
  • Na hora da ceia, atente para a carne que for comprar. Cerca de 70% das áreas desmatadas no Brasil viram pastos. Para garantir que a carne que você come não vem desses pastos, procure o selo certificação Orgânico - IBD;

Fonte: WWF

Brasil: 2x mais que a média mundial!

Segunda-feira, Novembro 23rd, 2009

 

Cada brasileiro é responsável, em média, pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).

A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.

Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.

“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.

O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.

A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.

Será que conseguiremos ou estamos indo no caminho dos EUA?

Fonte: UOL

Blecaute: bom, ruim ou uma oportunidade?

Quarta-feira, Novembro 11th, 2009

Quando as luzes se apagaram em grande parte do Brasil na noite desta terça-feira (10), coube ao rádio, único meio de comunicação disponível à maior parte das pessoas em meio ao blecaute, alertar para os riscos de se ficar nas ruas. O rádio chegou a transmitir recomendações do governo para que as pessoas não saíssem de casa para evitar a possível violência. 

Blecautes paralisam a maior parte dos alarmes contra roubo, causam caos no trânsito, permitem que criminosos atuem de forma mais fácil, mas, segundo o pesquisador norte-americano David Nye, também podem ter efeitos positivos para a sociedade. “A segurança é baseada na energia, mas um blecaute também revela como pessoas se tornaram isoladas por conta dos sistemas elétricos. Quando a TV, o som e o computador não funcionam, elas descobrem que têm vizinhos”.

Nye vem estudando os apagões registrados nos Estados Unidos desde 1935 em uma pesquisa a ser lançada no próximo ano no livro “When the lights went out” (Quando as luzes se apagaram, em tradução livre). Professor na Universidade do Sul da Dinamarca, ele tem mais de uma dezena de livros publicados sobre tecnologia e energia elétrica. 

Segundo Nye, apagões funcionam como uma “porta de entrada” que é empurrada pela sociedade e leva a uma situação completamente nova. “As pessoas podem ajudar umas às outras, podem decidir saquear lojas, podem começar uma festa nas ruas, ou apenas ficar em casa pacientemente esperando que ele termine. Muitas vezes vemos que as pessoas passam a conhecer seus vizinhos enquanto lutam para resolver os problemas advindos do blecaute, criando uma solidariedade surpreendente. No caso de um grande blecaute em Nova York em 1965, a maior parte das pessoas lembra dele como uma experiência positiva. A criminalidade foi mais baixa do que o normal, e milhões de pessoas foram às ruas e se divertiram.”

Energia alternativa

Nye explicou que as cidades industriais são dependentes demais de eletricidade, e que a tendência é de radicalização desse cenário. “Não há alternativa rápida, para o curto prazo. É tecnicamente possível, no entanto, criar um sistema energético menos centralizado, para encorajar as pessoas a produzirem parte da sua própria energia com matrizes eólicas e solares, além de ter sistemas de reserva para serviços essenciais, se tornando menos dependente de um único fornecedor”.

Se tivéssemos uma grande rede, ainda que secundária, de energias renováveis e alternativas - eólica, solar, etc. - não teríamos sofrido tanto com esse tipo de acontecimento. Esse blecaute só nos leva à certeza de que a energia como ela é hoje é insustentável, politicamente falando. Casos como esse tendem a acontecer mais vezes e é uma boa oportunidade de começar a se pensar seriamente numa política de massificação de energia alternativas, com subsídios para implementação de uma rede interligada de energia renováveis.

Nye continua: “Um blecaute de até duas horas como este deveria ser esperado periodicamente. Não importa o quão bem o sistema de transmissão seja desenhado e construído, ele é apenas uma máquina num mundo de falhas técnicas, acidentes e erros humanos ocasionais. Normalmente, quando um blecaute termina, todos começam uma ‘caça às bruxas’ para identificar o responsável. A ideia parece ser a de que ter este sistema elétrico gigantesco funcionando é perfeitamente normal e que qualquer defeito é um erro inaceitável. Mas nada vai funcionar 24 horas por dia para sempre. Quanto mais eu estudo isso, mais me impressiono com o fato de que a maioria desses sistemas funcionem bem quase todo o tempo.”

Para pensar: quantos de vocês têm acesso a algum tipo de energia renovável?

Fonte: G1

Projetos de cidadania: entrevista com Renata Macedo

Quarta-feira, Novembro 11th, 2009

Depois da entrevista com Marcus Nakagawa, agora é a vez da assessora de sustentabilidade Renata Macedo falar sobre os projetos de cidadania que a Philips vem desenvolvendo e patrocinando ao longo dos anos.

Nessa entrevista é possível entender como uma empresa do porte da Philips pode agir e incentivar seus funcionários a interagir e ajudar nos processos de inserção social, sustentabilidade, voluntariado e outros fatores que ajudam a sedimentar ainda mais o conceito de responsabilidade social da empresa.

Assista e entenda um pouco mais do trabalho da Philips: veja o vídeo aqui!