As luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade, né?
Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica.
Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
Que outras ideias podemos ter a partir disso? Será que chegaremos ao ponto de ter este mecanismo nas calçadas, por exemplo?
O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram ficar um tempão tomando uma ducha relaxante… o chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água.
Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
Tem que ter uma grande consciência ecológica para colocar isso em casa, né?
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para funcionar?
Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas.
É só colocá-las novamente na impressora que a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
Agora nos responda: você pensa duas vezes antes de imprimir alguma coisa?
Entre os dias 11 e 19 de fevereiro de 2010 a Philips realizou uma pesquisa para saber o que os brasileiros pensam sobre Saúde e Bem-Estar. Os resultados serão apresentados hoje, junto a um painel que reunirá especialistas em Sustentabilidade, Urbanismo, Responsabilidade Social, Nutrição e Saúde. Você poderá assistir a transmissão ao vivo e participar enviando perguntas e comentários.
Meio ambiente é o tema deste blog que vocês já conhecem. Sempre procuramos pegar as coisas mais variadas e aplicá-las à causa, para que faça sentido para quem chega até aqui.
Ontem, vi a campanha que a FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) está fazendo: a Dieta do Impostão. Trata-se de uma campanha que visa otimizar os impostos que a gente paga em tudo que é produto ou serviço consumido. Você pode se perguntar: O que isso tem a ver com meio ambiente?
A resposta é: TUDO!
Já aprendemos que o meio ambiente não é apenas o verde. Não são apenas os animais, as plantas, a água e a terra. O meio ambiente somos nós! Uma campanha que visa o melhor aproveitamento dos recursos (mesmo que seja o dinheiro em si), só pode fazer bem para todos.
O melhor uso dos impostos significa, antes de mais nada, uma melhor qualidade de vida para todos, com saneamento, educação, saúde e incentivos à preservação da natureza.
Ótima campanha e que merece todo o nosso apoio. Participe aqui!
Localizada no Canadá, Vancouver, esta sala de jantar flutuante chama a atenção pela beleza, sofisticação e também pela curiosidade.
As pessoas se perguntam: como “isso” está boiando no meio da água? A resposta é simples e ecologicamente correta. Foram usadas cerca de 1700 garrafas PET para que o ambiente pudesse se sustentar em cima das águas.
Desenvolvida pelo escritório Good Weather, a sala de jantar é também um projeto acadêmico da Fish Foundation, organização que tem como objetivo formar novos chefs de cozinha que se preocupem com a pesca amiga do meio ambiente.
A cozinha-balsa pode acomodar cerca de 12 pessoas e abre todas as noites. Para a construção do piso, as garrafas foram arrumadas em fileiras e sobrepostas por um piso de madeira, o que garantiu a segurança do projeto.
Até setembro, os chefs da cozinha flutuante estarão ministrando um curso sobre vinhos. Para fazer parte do time seleto, o interessado terá que desembolsar cerca de R$400.
Manifesto do fotográfo James Fulton contra a tragédia do derramamento de óleo no Golfo do México.
“Somos todos responsáveis por ter um padrão de vida que demanda o uso de energia não sustentáveis. Nós também somos responsáveis por encontrar soluções e devemos trabalhar juntos para proteger o equilíbrio da vida.”
Que tal basear sua escolha para candidato na plataforma política ambiental? Óbvio que não podemos pensar apenas nisto na hora da escolha, mas já é um bom começo se você, como tanta gente, não tem tanta paciência para a política.
A Fundação SOS Mata Atlântica lançará no dia 17 uma ferramenta especial que vai apontar quais os principais pontos que devem ser abordados no próximo mandato.
A ideia é poder cobrar de seu candidato os compromissos que forem registrados no site da entidade. A Fundação selecionouas principais leis que tramitam no Congresso e vai fazer um comparativo entre o engajamento de cada candidato.
A plataforma traz uma versão específica, voltada para os 17 estados que compõem a Mata Atlântica, propondo iniciativas nas agendas ambientais estaduais. O objetivo é dar garantias aos brasileiros de que os problemas ambientais não serão esquecidos no próximo governo, ao mesmo tempo em que estimula nos candidatos a necessidade de dar atenção a esses temas.
Bom pra nós.
Será que os candidatos vão gostar disso? Esperemos…
Não comprar nenhuma peça de roupa durante um ano inteiro ou usar apenas seis itens, ou menos, dos que já fazem parte do seu armário durante um mês. É o desafio “Seis peças ou menos”, lançada na internet por duas amigas americanas e que já tem aderência de cerca de cem pessoas espalhadas por diversos países.
Segundo Heidi Hackemer, uma das idealizadoras do projeto, o objetivo é “aguçar a criatividade das pessoas, para que invistam em acessórios e em outras maneiras de usar a mesma peça e, ao mesmo tempo, economizar dinheiro”.
“O importante é que as pessoas que aderiram à iniciativa levantaram a questão de como elas se relacionam com o que tem no armário e o que se ganha com isso”, afirma Eric Wilson, jornalista que entrevistou os participantes. “Elas destacaram que há uma preocupação com o que se gasta com roupas e o que se ganha com isso. O resultado dessa ‘dieta’ é que as pessoas vão ficar mais conscientes a respeito da forma com que se compram roupas”.
E você? Consegue escolher apenas seis peças do seu armário para usar durante 30 dias? Acesse o site, faça seu cadastro e conte sua experiência para consumidores do todo o mundo.
Clique aqui para assistir à reportagem feita pelo jornal americano New York Times sobre esta iniciativa e ver como Heidi conseguiu vencer esse desafio.