Desenvolvido pela Escola Politécnica da USP, o asfalto poroso pode ser a melhor alternativa para frear as castástrofes ocorridas devido aos acidentes naturais.
Sãos dois tipos: um feito com placas de concreto e outro com asfalto comum misturado a aditivos. Nos dois tipos acontece uma maior retenção da água, fazendo com que ela retorne para o solo e não cause enchentes.
Os experimentos aconteceram num estacionamento da própria USP e o resultado apontou para uma absorção de 100% da água da chuva.
“A impermeabilidade do asfalto comum é uma das grandes vilãs do meio ambiente urbano, pois não permite que a água seja absorvida pela terra e ajuda a causar as enchentes. Os pavimentos que desenvolvemos são diferentes, pois são capazes de devolver parte da permeabilidade ao solo e consegue absorver a água com muita rapidez”, explica o o professor e coordenador da pesquisa José Rodolfo Scarati Martins.
Testes ainda deverão ser feitos para avaliar o tempo de desgaste do asfalto e a qualidade da água retida. A Prefeitura de São Paulo também apoia o projeto.
Lembrando que estas ações são apenas paliativas e emergenciais no controle das causas naturais. O que precisa ser feito é a conscientização ambiental. Mas isso você já sabem, não?
Goste ou não, as crianças estão se tornando mais dependentes de energia do que as gerações passadas. Um estudo de 2005 revelou que as crianças gastam uma média de 6,5 horas por dia no uso de videogames, TV e outros tipos de entretenimento que usam diretamente a energia elétrica. E essa média deve ter crescido muito desde então…
Porém, não faltam novas tecnologias que ajudam a ensinar as crianças a ter mais consciência. Este porquinho (Power-Hog) ajuda as crianças de forma lúdica a saber quando elas passaram dos limites. Ele serve como um filtro de linha. Todos os aparelhos devem ser ligados nele e apenas ele vai ligado à tomada. A cada certo tempo, o porquinho avisa que o tempo determinado para a brincadeira está se esgotando e é preciso inserir uma moeda para ganhar mais alguns minutos. Um modo simples de fazer as crianças darem valor ao dinheiro e ao planeta! =)
Interessante, não?
Você tem filho pequeno em casa? Quanto tempo ele gasta com TV, video-game e computador?
A energia solar vem sendo largamente usada, porém há um grande dilema a ser resolvido: e os dias em que o sol não aparece? Um novo empreendimento chamado SolarReserve promete resolver este problema e continuar gerando energia mesmo a noite.
Ao contrário de outras centrais, a SolarReserve é capaz de produzir eletricidade durante a noite ou em condições atmosféricas adversas. O programa irá salvar e armazenar a energia solar captada no sal fundido. Ela terá uma capacidade de produção de até 500 megawatts de potência.
O conceito da nova usina solar é semelhante à torre de Sevilha, onde painéis solares refletem a luz do sol e aquecem a água no interior de uma torre, que mais tarde se evapora para gerar eletricidade. No entanto, em vez de água, o tanque da Solar Reserve terá sal fundido e uma enorme variedade de espelhos que refletem a luz para a cisterna que será aquecida até 1.000 graus Fahrenheit.
Devido à capacidade única do produto para armazenar a energia que capta, esse sistema irá funcionar como uma usina hidrelétrica convencional, mas com várias vantagens, pois o sal é mais previsível do que as reservas de água, é uma matéria inesgotável e gratuita e o impacto ambiental é praticamente zero.”
A SolarReserve utilizará o sal derretido e mais uma mistura de sódio e nitrato de potássio ao invés de vez de água ou óleo, permitindo que o calor armazenado gere energia para uso quando o sol não está presente. O sal derretido é o líquido mais eficiente quando se trata de transportar o calor do sol. O estudo indica, que o sal fundido é usado em sistemas de torre de energia solar porque é líquido e a pressão da atmosfera consegue fornecer um eficiente de baixo custo para armazenar energia térmica. As temperaturas operacionais são compatíveis com as tecnologias de hoje já utilizadas nas turbinas a vapor, mas possui um grande diferencial: não é inflamável tornando seu transporte, manuseio e produção muito menos perigoso e não poluente.
Energia do sal é uma ideia nova, não? Sabia dessa?
Na Universidade de Illinois se costuma beber muito.E foi por causa disso que alguns pesquisadores chegaram na produção de um novo tipo de biocombustível extremamente eficiente. Este combustível é a base de levedura de cerveja!
O que sempre foi brincadeira, agora se tornou realidade: a cerveja (modo de dizer!) virou combustível!
O que vai ter de gente fazendo piadinha com isso… =)
Será que as bombas de gasolina vão se parecer com isso?
Entenda:
Caso você ainda não saiba, os biocombustíveis são feitos através do processo de fermentação das culturas e quando a levedura é utilizada para converter a biomassa em açúcares, a fermentação resultante deste processo cria combustíveis como o nosso famoso e velho etanol e novato isobutanol. O problema ocorre quando o fermento morrer se houver uma concentração muito alta dos álcoois nessa sopa explosiva e rica em açúcar.
Assim, para se obter um processo industrial mais eficiente, será necessário produzir lotes mais concentrados para tornar a produção mais eficiente, e é aí que a nova descoberta genética para alavancar o novo processo de produção de biocombustível. O desafio agora é criar as leveduras em grande escala e começar em breve a produção com estes novos genes.
Para citar como exemplo, um dos genes isolados chama-se INO1 e aumentaria a tolerância da levedura de álcool em cerca de 340% o que seria um salto significativo na produção de qualquer combustível. Traduzido em números, essa pequena modificação resultaria em de 70% a mais combustível por lote produzido, tornando esse gene uma mina de ouro para as indústrias de biocombustíveis.
As luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade, né?
Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica.
Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
Que outras ideias podemos ter a partir disso? Será que chegaremos ao ponto de ter este mecanismo nas calçadas, por exemplo?
Complementando o post anterior, temos que dizer que também há boas ações acontecendo na Copa do Mundo da África.
Na pequena Jericó, vilarejo a 180 quilômetros de Johannesburg, os habitantes estão assistindo aos jogos da forma mais sustentável possível: através de um telão movido à energia solar.
O telão de alta definição, acoplado a baterias recarregadas através de painéis solares, foi montado com a ajuda de estudantes de uma escola pública, treinados pelo Greenpeace. O projeto, sem precedentes na África do Sul, continuará por todo o período da Copa. A entrada para assistir aos jogos é gratuita e o telão viajará ainda por sete vilarejos rurais, oferecendo a oportunidade de moradores de regiões sem energia de assistir aos jogos. No final da Copa, ele será doado para uma escola.
“Queremos mostrar que o país não precisa contar com um modelo energético antigo. A África do Sul tem potencial de explorar as duas melhores matrizes renováveis que existem: o sol e o vento”, diz Nkopane Maphiri, da Campanha de Clima do Greenpeace. “Se outros governos africanos aproveitassem a oportunidade para investir em um futuro mais sustentável, poderíamos gerar 1,8 milhões de empregos verdes até 2030 e, até 2050, ter 78% de nossa matriz convertida para renováveis”, complementa Maphiri.
Criar um cinturão ao redor da Terra com placas de energia fotovoltaica. Parece uma boa ideia?
Foto: Shimizu/Divulgação
O Japão planeja executar essa ideia para gerar toda a eletricidade que precisamos na Terra. Para isso, seria construído um cinturão com largura de 11 mil quilômetros de placas fotovoltaicas ao redor do equador.
A eletricidade gerada por essas células seria transportada em microondas ou laser em forma de radiação para a Terra. Para isso teríamos que instalar uma antena de 20 quilômetros de diâmetro para fazer a captação. Por outro tipo de antena, a radiação será convertida de novo em eletricidade em estações de energia.
Com o tempo, o cinturão poderia ter uma largura de até 400 quilômetros e seria suficiente para gerar energia limpa para toda a humanidade.Ele seria construído por robôs montados no espaço e levados para a superfície lunar por uma equipe humana de suporte. O cinturão seria construído com o máximo de materiais que possam ser retirados do próprio solo lunar.
A Teoria é perfeita e resolveria uma série de problemas que andamos enfrentando por aqui. Mas será que isso é possível? Quais os tipos de problemas que isso geraria?
Saiu ontem o ranking trimestral do Greenpeace, que mostra as marcas de eletrônicos que prezam pela saúde ambiental e humana. A queda vertiginosa da Samsung, Toshiba e Dell, deve-se ao não cumprimento de eliminar substâncias tóxicas de seus produtos. Na liderança estão Nokia, Sony Ericsson e Philips, que além de continuarem o processo de eliminação de produtos químicos tóxicos, continuam estruturando políticas ambientais e vêm investindo nos quesitos energéticos.
Produzido por cientistas, um estudo mostra como um aumento de 4 graus Celsius atingiria o mundo.
O mapa mostra como os rendimentos agrícolas deverão diminuir em todas as principais regiões de produção e como metade de todas as geleiras do Himalaia seriam significativamente reduzidas em 2050.
Os cientistas ajudaram a ilustrar os efeitos catastróficos que irão resultar se o mundo não limitar o aumento da temperatura global a 2 graus, no máximo.