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	<title>Energia Eficiente</title>
	<link>http://www.energiaeficiente.com.br</link>
	<description>Blog Energia Eficiente da Philips</description>
	<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:15:17 +0000</pubDate>
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		<title>Quem não quer uma cozinha assim?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 20:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Já imaginou uma cozinha ecológica, que reaproveita todos os resíduos? Pois é, a cozinha &#8220;Ekokook&#8220;*, como é chamada, tem um sistema que consegue reutilizar os resíduos líquidos, sólidos e orgânicos.
A geringonça funciona em três etapas. Primeiro, os restos sólidos que não têm cheiro, como o vidro, papel, plástico e metal são esmagados até ficarem bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ekokook02.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ekokook02.jpg" height="287" width="401" /></a></p>
<p>Já imaginou uma <strong>cozinha ecológica</strong>, que reaproveita todos os <strong>resíduos</strong>? Pois é, a cozinha &#8220;<a href="http://www.yankodesign.com/2010/02/01/ultraponic-superstars/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+yankodesign+%28Yanko+Design+-+Form+Beyond+Function%29&amp;utm_content=Google+Reader" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/www.yankodesign.com');"><strong>Ekokook</strong></a>&#8220;*, como é chamada, tem um sistema que consegue <strong>reutilizar</strong> os resíduos<strong> líquidos</strong>, <strong>sólidos</strong> e <strong>orgânicos</strong>.</p>
<p>A geringonça funciona em três etapas. Primeiro, os restos sólidos que não têm cheiro, como o vidro, papel, plástico e metal são esmagados até ficarem bem pequenos. Depois, uma bola de aço, parecida com uma bola de uma máquina de fliperama, quebra os vidros, compacta as latas e tritura o papel até transformar tudo em briquete, ou seja, uma fonte concentrada e comprimida de material energético.</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ekokook04.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ekokook04.jpg" height="284" width="401" /></a></p>
<p>O segundo passo é coletar e reciclar a água. O líquido é filtrado e depois pode ser reaproveitado para irrigar plantas domésticas. Já os restos orgânicos são jogados em containers com vermes dentro. Após três meses, vira um excelente adubo para plantas.</p>
<p>E você, acha que essa será a cozinha do futuro?</p>
<p>Vi no <strong>Planeta Sustentável</strong></p>
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		<title>Aproveitamento dos desertos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 21:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Um centro de pesquisa e complexo de reaproveitamento verde chamado projeto Sahara Forest está previsto para começar em 2010 e pode servir como uma fonte de novas tecnologias planejadas para ambientes desérticos.
O projeto &#8220;utiliza recursos abundantes como terreno árido, luz do Sol e água do mar para produzir recursos-chave que estão em alta demanda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Um centro de pesquisa e complexo de reaproveitamento verde chamado projeto Sahara Forest está previsto para começar em 2010 e pode servir como uma fonte de novas tecnologias planejadas para ambientes desérticos.</p>
<p>O projeto &#8220;utiliza recursos abundantes como terreno árido, luz do Sol e água do mar para produzir recursos-chave que estão em alta demanda, como, por exemplo, buscar converter água do mar em água fresca.</p>
<p>O projeto lembra que as florestas estão desaparecendo, enquanto os desertos aumentam em área.</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100202-saara01.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100202-saara01.jpg" /></a></p>
<p>Trata-se de um &#8220;oásis&#8221; de energia renovável, nas palavras da revista &#8220;National Geographic&#8221;, cujo site divulgou o projeto no fim de janeiro.</p>
<p>O nome do projeto não significa que será realizado na África; Saara significa &#8220;deserto&#8221; em árabe, e o centro almeja ser uma versão em pequena escala de complexos verdes que os gerentes do projeto esperam construir em desertos por todo o planeta.</p>
<p>O <strong><a href="http://saharaforestproject.com/" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/saharaforestproject.com');">site</a></strong> do projeto afirma que passava por seu cronograma apresentá-lo na conferência do clima de Copenhague, de dezembro; e em alguns anos obter múltiplos locais para funcionamento.</p>
<p>Os especialistas responsáveis, da Bellona Foundation, Noruega, agora examinam locais áridos na Austrália, Estados Unidos, Oriente Médio e África para iniciar os testes.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.uol.com.br" target="_blank" >UOL </a></p>
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		<title>Navios: da poesia ao desastre</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Ver a chegada de um navio ao porto é uma coisa poética, bonita de se ver. A gente fica imaginando a vida lá dentro, a dificuldade de ser um marinheiro, além de sempre nos remeter ao pensamento de como é possível aquele gigante ficar boiando no mar&#8230;
Mas chega de poesia.
Vamos falar agora de uma assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ver a chegada de um navio ao porto é uma coisa poética, bonita de se ver. A gente fica imaginando a vida lá dentro, a dificuldade de ser um marinheiro, além de sempre nos remeter ao pensamento de como é possível aquele gigante ficar boiando no mar&#8230;</p>
<p>Mas chega de poesia.</p>
<p>Vamos falar agora de uma assunto sério. Seriíssimo. Água de Lastro.</p>
<p>Wikipédia: <em>água de lastro é a água do mar captada pelo navio para garantir a segurança operacional do navio e sua estabilidade. Em geral, os tanques são preenchidos com maior ou menor quantidade de água para aumentar ou diminuir o calado dos navios durante as operações portuárias.</em><br />
Resumindo e simplificando: se você já viu um navio chegando ao porto, pode reparar que muitas vezes eles estão &#8220;jorrando&#8221; água no mar. Quando estão com pouca carga, os navios precisam de mais peso para otimizar e maximizar a potência de seus motores, além de precisar do equilíbrio. O problema está no fato de um navio que sai da Índia, por exemplo, enche seus tanques com água de lá e vai despejar essa água em outro porto do mundo.</p>
<p>Cada lugar do mundo tem um ecossistema próprio, com seus organismos e animais equilibrados. Quando estes organismos se deparam com um novo ecossistema, eles alteram o meio em que passarão a viver. Isso tem causado muitos desastres ambientais.</p>
<p>Um grupo de cientistas fez um estudo sobre estas espécies invasoras de ecossistemas e acaba de prestar um serviço com a publicação de um mapa detalhado das rotas dos navios cargueiros entre os portos do mundo.</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/10020783.jpeg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/02/10020783.jpeg" /></a><br />
O estudo, realizado por ecólogos da Universidade Carl von Ossietzky, da Alemanha, só foi feito após os pesquisadores descobrirem que a Organização Marítima Internacional nunca tinha produzido os dados.</p>
<p>Fonte: Folha OnLine</p>
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		<title>Casa de Garrafa: ambientalmente correto?</title>
		<link>http://www.energiaeficiente.com.br/2010/01/27/822/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 17:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vamos partir do princípio que você é uma pessoa consciente das suas ações em relação meio ambiente.
Você deve reciclar seu lixo, não jogá-lo na rua, nos córregos, etc. Você também deve ter algum cuidado em escolher os aparelhos que compra levando em conta o gasto de energia que eles têm (vide etiqueta Procel). Você deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos partir do princípio que você é uma pessoa consciente das suas ações em relação meio ambiente.</p>
<p>Você deve reciclar seu lixo, não jogá-lo na rua, nos córregos, etc. Você também deve ter algum cuidado em escolher os aparelhos que compra levando em conta o gasto de energia que eles têm (<u><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/2008/03/07/etiqueta-energetica/" target="_blank" >vide etiqueta Procel</a></u>). Você deve economizar água e saber a importância que isso tem para o planeta. Possivelmente, você deve ter consciência de todos os seus atos e se considerar um amigo da natureza.</p>
<p>Se todos fossem como você, o mundo não estaria esse caos. Tudo isso pra dizer que há algumas pessoas que vão mais longe.</p>
<p>A casa de garrafa:</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/att0000315.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/att0000315.jpg" height="267" width="355" /></a></p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/att0000427.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/att0000427.jpg" height="266" width="354" /></a></p>
<p>Temos certeza que a intenção foi a melhor possível, mas construir uma casa de garrafas é realmente benéfico ao meio ambiente?</p>
<p>Isso nos leva a uma questão maior: reciclagem é qualquer reaproveitamento de material?</p>
<p>No caso em questão, as garrafas não voltarão a ser utilizadas como garrafas. O destino certo delas seria a reciclagem e a posterior utilização delas como&#8230; garrafa! É o chamado &#8220;ciclo fechado da reciclagem&#8221;: vidro volta a ser vidro, plástico volta a ser plástico e assim por diante. É lógico que há casos onde isso é impossível ou ainda não há tecnologia suficiente para tal.</p>
<p>Embutir as garrafas em um muro fará com que mais vidro e plástico tenham de ser extraídos/produzidos, e isso apenas para economizar tijolos, cimento ou areia, produtos cujo processo de extração/produção é muito menos danoso ao meio ambiente se compararmos nas quantidades necessárias para construir a casa e a quantidade de garrafas embutidas nas paredes.</p>
<p>Recado dado. Pesquise muito bem antes de fazer um projeto que demande materiais recicláveis. Nem sempre é o que parece ser&#8230;</p>
<p>Vi o projeto no <strong><a href="http://ecoharmonia.blogspot.com/2010/01/construcao-alternativa-com-garrafas.html" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/ecoharmonia.blogspot.com');">EcoHarmonia </a></strong></p>
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		<title>Colheita Feliz!</title>
		<link>http://www.energiaeficiente.com.br/2010/01/26/colheita-feliz/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 19:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Seria o sonho poder comprar frutas e legumes diretamente dos produtores, não? Além do menor preço e da diminuição do impacto ambiental, essa prática aumenta muito a qualidade dos produtos. Levando em conta estes princípios, a dupla de arquitetos americanos Joseph Grima e Jeffrey Johnson criaram a &#8220;LandGrabCity&#8221;, um enorme &#8220;pomar&#8221; no meio da cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/captura-de-tela-2010-01-26-as-172842.png" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/captura-de-tela-2010-01-26-as-172842.png" height="322" width="401" /></a></p>
<p>Seria o sonho poder comprar frutas e legumes diretamente dos produtores, não? Além do menor preço e da diminuição do impacto ambiental, essa prática aumenta muito a qualidade dos produtos. Levando em conta estes princípios, a dupla de arquitetos americanos Joseph Grima e Jeffrey Johnson criaram a &#8220;LandGrabCity&#8221;, um enorme &#8220;pomar&#8221; no meio da cidade de Shenzen, na China.</p>
<p>&#8220;Não há motivo para segregar o meio rural e a cidade. É preciso haver uma maior conexão entre o campo e a cidade&#8221;. LandGrabCity é um dos muitos projetos que têm como príncipio esta integração. Na primeira colheita do projeto, as famílias ajudaram e batizaram os alimentos de &#8220;happy vegetables&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pense globalmente, aja localmente&#8221;.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.szhkbiennale.org/" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/www.szhkbiennale.org');"> www.szhkbiennale.org</a></p>
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		<title>Energia do lixo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 13:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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O gás resultante da decomposição do lixo no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, o maior da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, será usado como combustível. Um acordo assinado entre empresas, a prefeitura do Rio e o governo do Estado prevê que 200 mil metros cúbicos diários de gás metano sejam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lixoenergiasalveanatureza.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lixoenergiasalveanatureza.jpg" /></a><br />
O gás resultante da decomposição do lixo no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, o maior da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, será usado como combustível. Um acordo assinado entre empresas, a prefeitura do Rio e o governo do Estado prevê que 200 mil metros cúbicos diários de gás metano sejam utilizados como fonte de energia pela Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras.</p>
<p>A empresa Gás Verde processará o gás que será retirado da montanha de lixo. Ela vai separar o gás carbônico do metano. Um duto de 6 quilômetros levará o combustível até a Reduc. A previsão é que a produção se inicie até o final deste ano. Segundo a Gás Verde, a reserva de gás do aterro deverá durar pelo menos 15 anos.</p>
<p>O uso do gás, que iria parar na atmosfera, também renderá créditos no mercado internacional de carbono. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, parte do dinheiro obtido com a venda do gás será revertida para as prefeituras de Duque de Caxias e do Rio de Janeiro (operadora do aterro), a projetos ambientais e a um fundo para catadores de lixo do aterro sanitário.</p>
<p>&#8220;O Jardim Gramacho é um dos maiores aterros da América Latina. Durante 30 anos, mais de 9 milhões de pessoas colocaram lixo lá. Isso é um dos emissores de gás do efeito estufa da Região Metropolitana. Ao capturar isso e transformar em gás natural, vamos deixar de emitir centenas de milhares de toneladas de CO2&#8243;, disse Minc.</p>
<p>Segundo o ministro, essa é a primeira grande ação brasileira de combate ao aquecimento global, desde a sanção da Lei do Clima, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2009. Segundo a Comlurb, empresa de limpeza urbana do Rio e responsável pelo aterro, o Jardim Gramacho deverá ser fechado em dois anos, mas a produção de gás continuará depois disso, devido ao acúmulo de lixo por anos.<br />
Por Vitor Abdala - Agência Brasil</p>
<p><strong><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/www.agenciabrasil.gov.br');">Agência Brasil</a>/<a href="http://www.ecoagencia.com.br/" target="_blank" >EcoAgência  </a></strong></p>
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		<title>Diversidade: cada um no seu quadrado.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 17:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vídeo criado pela agência 72andSunny para o Discovery Channel. O que você mais ama na Terra?
Ainda bem que cada um tem as suas preferências&#8230;



Vi no PsyVideos 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo criado pela agência 72andSunny para o Discovery Channel. O que você mais ama na Terra?<br />
Ainda bem que cada um tem as suas preferências&#8230;</p>
<p><object width="640" height="481">
<param name="movie" value="http://www.megavideo.com/v/TCCU8U09c266038c4d27f2b6670f5cb529446c96"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.megavideo.com/v/TCCU8U09c266038c4d27f2b6670f5cb529446c96" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="640" height="481"></embed></object></p>
<p>Vi no <u><a href="http://psyvideos.jimdo.com/blog.php" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/psyvideos.jimdo.com');">PsyVideos </a></u></p>
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		<title>Zilda Arns: um mundo melhor é possível</title>
		<link>http://www.energiaeficiente.com.br/2010/01/18/zilda-arns-um-mundo-melhor-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 14:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Zilda Arns foi a embaixadora de tudo que sempre procuramos postar aqui. Um exemplo de pessoa que zela pelo bem-estar do próximo e garante um futuro digno e promissor a incontáveis pessoas ao redor do mundo. Nossa singela homenagem a essa mulher:

Já se fizeram todos os elogios devidos à médica brasileira, Zilda Arns, irmã do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Zilda Arns foi a embaixadora de tudo que sempre procuramos postar aqui. Um exemplo de pessoa que zela pelo bem-estar do próximo e garante um futuro digno e promissor a incontáveis pessoas ao redor do mundo. Nossa singela homenagem a essa mulher:</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/zilda-arns.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/zilda-arns.jpg" /></a></p>
<p>Já se fizeram todos os elogios devidos à médica brasileira, Zilda Arns, irmã do Cardeal dos direitos humanos, Paulo Evaristo Arns, que sucumbiu sob as ruinas do terremoto no Haiti.</p>
<p>Talvez a opinião pública mundial não se tenha dado conta da importância desta mulher que em 2006 foi apontada como candidata ao prêmio Nobel da Paz. E bem que o merecia, pois dedicou toda sua vida à saúde das pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>Por 25 anos coordenou a Pastoral da Criança acompanhando mais um milhão e 800 mil menores de cinco anos e mais de um milhão e 400 famílias pobres. A partir de 2004 iniciou a Pastoral da Pessoa Idosa com mais de cem mil idosos envolvidos.</p>
<p>Com meios simples como o soro caseiro, o alimento à base da multimistura e outros recursos mínimos, salvou milhares de crianças que antes fatalmente morriam.</p>
<p>Seria longo historiar seu extraordinário trabalho difundido já em mais de 20 paises pobres do mundo. O que pretendo é enfatizar os valores do capital espiritual que sustentaram a sua prática. Nisso ela ia contra o sistema dominante e serve de inspiração para hoje.</p>
<p>É convicção crescente que não sairemos da crise de civilização atual se continuarmos com os mesmos hábitos e os mesmos valores consumistas e individualistas que temos. Ela mostrou como pode ser diferente e melhor.</p>
<p>A Dr. Zilda honrou o cristianismo, vivendo uma mística de amor à humanidade sofredora, de esperança de que sempre se pode fazer alguma coisa para salvar vidas, de fé na força dos fracos que se organizam e na escuta de todos até das crianças que ainda não falam.</p>
<p>Ela tinha clara consciência de que a solução vem de baixo, da sociedade que se mobiliza, sem com isso dispensar o que o Estado deve fazer. Problemas sociais se resolvem a partir da sociedade. Para isso, ela suscitou a sensibilidade humanitária que se esconde em cada pessoa e inaugurou a política da boa vontade. Mais de 250 mil voluntários, sem nenhum ônus financeiro, se propuseram assumir os trabalhos junto com ela.</p>
<p>Uma idéia-geradora movia sua ação, copiada da prática de Jesus: multiplicar. Não apenas pães e peixes como Ele fez mas, nas condições de hoje, multiplicar o saber, a solidariedade e os esforços.</p>
<p>Multiplicar o saber implica repassar às pessoas simples os rudimentos de higiene, o cuidado pela água, a medição do peso e a alimentação adequada às crianças. Esse saber reforça a auto-estima das pessoas e confere autonomia à sociedade civil.</p>
<p>Multiplicar a solidariedade que, para ser universal, deve partir dos últimos, buscando atingir as pessoas que vivem nos rincões onde ninguém vai, tentar salvar a criança mais desnutrida e quase agonizante. Essa solidariedade é a que menos existe no mundo atual.</p>
<p>Multiplicar esforços, envolvendo as políticas públicas, as ONGs, os grupos de base, as empresas em sua responsabilidade social, enfim, todos os que colocam a vida e o amor acima do lucro e da vantagem. Mas antes de tudo multiplicar a boa-vontade generosa.</p>
<p>Ora, são estes conteúdos do capital espiritual que devem estar na base da nova sociedade mundial que importa gestar. O século XXI será o século do cuidado pela vida e pela Terra ou será o século de nossa auto-destruição. Até agora globalizamos a economia e as comunicações. Temos que globalizar a consciência planetária e multiplicar o saber útil à vida, a solidariedade universal, os esforços que visam construir aquilo que ainda não foi ensaiado. Amor e solidariedade não entram nas estatísticas nem nos cálculos econômicos Mas são eles que mais buscamos e que nos podem salvar.</p>
<p>A médica Zilda Arns seguramente sem o saber, mas profeticamente, nos mostrou em miniatura que esse mundo não é só possível, mas é realizável já agora.</p>
<p>Texto: Leonardo Boff</p>
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		<title>Bio-filtração: será possível?</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 14:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[bio-filtração]]></category>

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Reduzir a poluição da água utilizando bio-filtração. Isso é o que promete esse jardim flutuante com forma de baleia que foi elaborado para navegar nos rios de diversas cidades do mundo purificando água. Desenhado por Vincent Callebaut, Physalia é uma &#8220;eco sistema&#8221; autossuficiente que gera toda energia que precisa do sol. O telhado do Physalia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale1.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale1.jpg" height="236" width="400" /></a></p>
<p>Reduzir a poluição da água utilizando bio-filtração. Isso é o que promete esse jardim flutuante com forma de baleia que foi elaborado para navegar nos rios de diversas cidades do mundo purificando água. Desenhado por Vincent Callebaut, Physalia é uma &#8220;eco sistema&#8221; autossuficiente que gera toda energia que precisa do sol. O telhado do Physalia é coberto por células solares, enquanto turbinas localizadas no casco geram a energia necessária para movimentá-lo pelo rio.</p>
<p>Uma dos recursos do &#8220;jardim&#8221; é reagir a raios ultravioletas para limpar a água poluída. A água adicional gerada desse processo é utilizada para regar o sistema hidráulico do jardim que biologicamente filtram os poluentes. Dentro do &#8220;jardim&#8221; existem jardins temáticos chamados &#8220;Terra&#8221;, &#8220;Vento&#8221;, &#8220;Fogo&#8221; e &#8220;Água&#8221;.</p>
<p>O nome foi inspirado por um tipo de medusa e o projeto foi criado para multiplicar a consciência que existem cerca de um bilhão de pessoas que não possuem acesso a água potável no mundo. Mesmo sem uma data para ser concretizado, o projeto prima pela imaginação e pelo esforço para uma causa nobre.</p>
<p>A humanidade conseguiu avanços inacreditáveis em termos de tecnologia. Você nunca achou estranho que essas tecnologias nunca fossem aplicadas para fins como esse? Demorou, mas até que os projetos estão saindo&#8230;</p>
<p>Queria tanto ver uma &#8220;baleia&#8221; dessas no Rio Tietê, na Lagoa Rodrigo de Freitas, etc, etc, etc.</p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale4.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale4.jpg" height="345" width="400" /></a></p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale5.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale5.jpg" height="242" width="401" /></a></p>
<p><a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale9.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/vincentcallebautphysaliawhale9.jpg" height="242" width="400" /></a></p>
<p>Fonte: <u><a href="http://vincent.callebaut.org" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/vincent.callebaut.org');">Vincent Callebaut</a></u> (via <u><a href="http://muitolegalblog.blogspot.com/" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/muitolegalblog.blogspot.com');">Muito Legal</a></u>)</p>
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		<title>E vamos rodar a bateria&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

		<category><![CDATA[celular]]></category>

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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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Rebobinar a fita cassete no dedo não significa nada se você tem menos de 20 anos. Mas, acredite, essa era uma prática comum em meados dos anos 90. E pode voltar a ser utilizada&#8230; pelo menos para quem quiser ser consciente ambientalmente.
Song Teaho e Hyejin Lee criaram um modelo de bateria para celular que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/86f1264422c78438d1b46e6c959ebd.jpg" ><img src="http://www.energiaeficiente.com.br/wp-content/uploads/2010/01/86f1264422c78438d1b46e6c959ebd.jpg" height="384" width="400" /></a></p>
<p>Rebobinar a fita cassete no dedo não significa nada se você tem menos de 20 anos. Mas, acredite, essa era uma prática comum em meados dos anos 90. E pode voltar a ser utilizada&#8230; pelo menos para quem quiser ser consciente ambientalmente.</p>
<p>Song Teaho e Hyejin Lee criaram um modelo de bateria para celular que é recarregado rodando a bateria no dedo. Como se trata de um protótipo, tudo ainda está no campo das especulações. Teaho e Lee acreditam, no entanto, que se a bateria cair nas graças do mercado e passar a ser  comercializada, vão ser necessárias aproximadamente 130 rodadas para uma conversa de dois minutos no celular. A tecnologia pode ser aplicada ainda para outros dispositivos, como notebooks, por exemplo.</p>
<p>Pode ser divertido e até plausível de ser aplicada. Mas imagine rodar a bateria do seu laptop no dedo: 130 rodadas para dois minutos de uso do seu PC portátil não parece a coisa mais atraente do mundo.</p>
<p>Mas até então é apenas um protótipo. Se chegar a ser comercializado, esperamos que haja uma melhoria e não precisemos ficar horas a fio rodando a bateria no ar&#8230;</p>
<p>Fonte: <strong><a href="http://tecnologia.br.msn.com/" target="_blank" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/tecnologia.br.msn.com');">MSN Tecnologia </a></strong></p>
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