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“Saco é um saco!”

Terça-feira, Julho 14th, 2009

O Ministério do Meio Ambiente lançou no mês passado a campanha nacional “Saco é um saco”, que visa conscientizar o consumidor sobre os impactos ambientais causados pelo uso excessivo e o descarte inadequado dos sacos plásticos.

Uma estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) contabiliza cerca 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas por ano no país. No mundo, são entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas distribuídas anualmente. Uma sacolinha pode parecer inofensiva, mas o impacto ambiental coletivo desses bilhões de sacolinhas é enorme.

Com o lema “Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”,  a campanha quer mostrar ao consumidor que com pequenas atitudes como recusar uma sacolinha plástica na hora de comprar um pequeno item, utilizar uma sacola retornável para as compras no supermercado ou exigir do varejista uma sacolinha mais resistente, ele pode estar contribuindo para a preservação do meio ambiente e construção de uma sociedade sustentável.

No blog da campanha - www.mma.gov.br/sacolasplasticas - o internauta poderá deixar sua opinião e tirar dúvidas, além de encontrar o material da campanha e dicas de como reduzir o consumo de sacolas plásticas. Veja o vídeo:

Já são parceiros dessa iniciativa a rede varejista Wal-Mart, o Grupo Cultural AfroReggae, o Instituto Akatu e a Revista Eco 21. A campanha terá um Selo de Adesão para empresas e instituições interessadas em serem parceiros da campanha e que se comprometerão a implementar ações que ajudem o consumidor a adotar este novo hábito. Nós já aderimos!

Precisamos reduzir o consumo dessas sacolas, pois há alternativas viáveis e fáceis para substituí-las. Faça sua parte, nós precisamos de você!

Pacto pela sustentabilidade

Quinta-feira, Junho 25th, 2009

Iniciativa visa melhorar a eficiência socioambiental de toda a cadeia de suprimentos.

Contando com a adesão de empresas do porte da Cargill, Unilever, Nestlé, Bunge e os frigoríficos Marfrig, Friboi e Betim, o Wal-Mart assinou no dia 23/06, em solenidade realizada em São Paulo, com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, um pacto para a construção de uma cadeia de suprimentos sustentável .”Este pode parecer o momento errado para pedirmos aos nossos parceiros maior compromisso com questões socioambientais, mas aqueles que se engajarem crescerão conosco”, declarou Mike Duke, presidente da cadeia Wal-Mart, ao propor um pacto de sustentabilidade a todos os seus parceiros no Brasil.

A iniciativa faz parte do programa que a empresa começou em 2005 para implementar mais eficiência socioambiental em suas operações, o qual prevê metas globais de redução de resíduos, diminuição de emissões de gases de efeito estufa, incentivo a produtos sustentáveis e melhor gestão e aproveitamento de água e energia. Agora, o Wal-Mart coloca todo o seu poder de influência, representado por uma rede de mais de 7.900 lojas em todo o mundo, abastecidas por mais de 100 mil fornecedores, para construir a cadeia de suprimentos do futuro.

Entre as ações adotadas pelo programa do grupo, constam a redução do uso de sacolas plásticas por seus consumidores (em 33%, até 2013, em todo o mundo e em 50% no Brasil), construções ecológicas, como em Neza, no México, onde o Wal Mart recupera uma área de depósito de lixo de 25 acres para nela instalar um ecoshopping, ou lojas ecoeficientes, como o Supercenter Campinho, no Rio de Janeiro (RJ), ou o Supercenter Morumbi, em São Paulo (SP).

Depois de realizar alguns encontros com seus fornecedores, a rede supermercadista elaborou uma proposta de um pacto para expandir essas ações por meio de compromissos conjuntos. Aos fornecedores que aderirem, a empresa garante boa visibilidade nas lojas, com comunicação específica quanto às qualidades e valores agregados do que está sendo ofertado.

O pacto prevê também a prática de compras responsáveis e a redução de resíduos, com destaque para a diminuição de embalagens. Para tanto, a empresa traz para o Brasil o sistema de indicadores de embalagens conhecido como Packaging Scorecard. O plano é chegar a ciclos fechados (end-to-end) de cadeias produtivas, nos quais a responsabilidade socioambiental está presente desde a extração da matéria-prima até a destinação final do produto, que de preferência deve ser a reutilização ou a reciclagem.

“Esperamos que todas as empresas façam isso”, disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, presente na ocasião para divulgar a campanha “Saco É um Saco”, promovida pela sua pasta, em conjunto com o Wal-Mart e o Instituto Akatu, para reduzir a utilização de sacolinhas plásticas.

Pela redação da Envolverde / Edição de Benjamin S. Gonçalves (Instituto Ethos)

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