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Previsões para 2010

Segunda-feira, Janeiro 11th, 2010

Qual a porcentagem que os produtos verdes têm no mercado? Eis as previsões dos especialistas. Diana Verde Nieto, CEO da Clownfish, uma consultoria britânica de comunicação e sustentabilidade, apontou em um texto na Advertising Age que não acredita que a sustentabilidade seja mais um modismo, mas sim algo que veio para ficar. O problema, segundo ela, é que aqueles que não são especialistas no assunto têm dificuldade em saber se os produtos e as marcas estão fazendo a coisa certa ou se é apenas uma jogada para se promover.

Para ajudar esses consumidores e também marcas que desejam abraçar a causa mas não sabem como, apontou as 10 tendências ‘verdes’ para o ano que acaba de começar. Acredito que também sejam válidas para o mercado brasileiro, só que em uma proporção menor.

1. Do verde premium para o verde acessível

Muitos consumidores não compram produtos ‘verdes’ em função do preço premium. Uma campanha da Mintel na Europa detectou que 54% dos consumidores comprariam mais produtos do tipo se o preço não fosse tão alto em comparação aos produtos convencionais. A tendência, segundo ela, é que, em 2010, esses produtos poderão se tornar até mais baratos do que as alternativas.

2. Mensuração dos gastos de energia em tempo real

Segundo a Diana Verde Nieto, será a vez dos consumidores exercerem um controle maior sobre os gastos com eletricidade, gás, e outros tipos de energia, segundo a segundo. Os medidores inteligentes, diz, serão indispensáveis em qualquer domicílio. No Brasil, já há previsão para a chegada de medidores e controladores do uso de energia elétrica, além de um aparelho que vai por fim ao consumo indesejado dos aparelhos eletrônicos que ficam em stand by.

3. De compras rápidas a compradores bem informados

Segundo a The Drum, 81% dos consumidores britânicos dão mais valor ao que as empresas fazem do que ao que dizem. A tendência, segundo a autora, é que, este ano, os consumidores passem a investigar mais sobre o que empresas e marcas estão realmente fazendo. Graças à internet e ao poder dos mecanismos de busca, nunca foi tão fácil ver o que as marcas estão fazendo em relação ao meio ambiente e responsabilidade social, além do acesso direto ao que os outros consumidores estão dizendo.

4. O surgimento das celebridades ‘verdes’

O ‘verde’ é, segundo a CEO da Clownfish, um novo símbolo de status. Produtos, e até estilos de vida, sustentáveis, não são mais coisa de ativistas. Os produtos eco-fashion, por exemplo, nunca estiveram tão em voga entre os mais abastados e isso está chegando ao mundo das celebridades. Ela cita como exemplo a atriz Lindsay Lohan, que veste roupas de segunda mão por motivos ambientais e o ator Leonardo DiCaprio, que escreveu, co-produziu e narrou um eco-documentário chamado 11th Hour.

5. Do greenwash para a verificação do ‘verde’

Muitas empresas vêm tentando capitalizar essa tendência verde, mas a maioria acaba no chamado ‘greenwash’ - uso enganoso do marketing verde. Como resultado, 50% dos consumidores britânicos não confiam nas iniciativas sustentáveis das empresas, de acordo com um estudo do LOHAS (Lifestyles of Health and Sustainability). Começam, então, a surgir iniciativas para verificar tais esforços, como a parceria entre a Coca Cola e a World Wildlife Federation. A tendência, segundo a autora, é que 2010 será o ano em que muitas empresas fecharão parcerias com organizações de alta credibilidade para realizar tais verificações e ajudar os consumidores a acreditar nas suas iniciativas.

6. Do modismo verde a uma mentalidade global

No século passado, conta a autora, os assuntos ambientais eram bem específicos, como a preservação de animais como o urso polar. Agora, o tema passou a ser uma causa encabeçada por ONGs globais como a WWF e o Greenpeace. Com isso, as campanhas e assuntos ambientais são menos específicos e mais ligados à realidade global, e a consciência ambiental está cada vez mais se tornando uma mentalidade de todos.

7. De gadgets alternativos a tecnologias inteligentes

Em 2009, diz a autora, os gadgets ‘verdes’ desenvolveram um mercado próprio. A tendência, segundo ela, é que aparelhos até agora considerados alternativos, como secadores de cabelo ecológicos que produzem uma quantidade mínima de ar quente ou decompositores para restos de comida começarão a chegar ás massas. Ela conta que até as grandes empresas já estão entrando nessa, com iniciativas como computadores feito de alumínio reciclado e 34% a menos de embalagem do que os anteriores e o celular feito de garrafas plásticas recicladas.

8. Rôtulos confiáveis

Ainda faltam critérios bem definidos e transparência para rotular produtos orgânicos e ‘verdes’, segundo a Diana Verde Nieto. A tendência é que, em 2010, surjam selos e credenciais para fazer a certificação.

9. Embalagens reduzidas

Pacotes menores ganharão espaço ao longo do ano, para evitar desperdícios, conta. Terão destaque as marcas que ajudarem os consumidores a pensar menor, consumir conscientemente e reciclar.

10. De sacolas plásticas às sacolas alternativas

A autora destaca que já estamos cansados de ouvir sobre os males que as sacolas plásticas trazem ao meio ambiente, como os mil anos que elas levam para se decompor. 2010, segundo ela, será o ano das sacolas alternativas, como as de algodão e as recicláveis. Elas crescerão muito em popularidade, diz. Aqui no Brasil, é algo ainda incipiente, com iniciativas isoladas.

Tomara que todas essas previsões se concretizem, não? O que mais que você gostaria que se concretizasse nesse ano de 2010?

Fonte: CHMKT

Saco é um saco!

Quarta-feira, Novembro 4th, 2009

 O Concurso Saco de Ideias é uma iniciativa do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente que pretende sensibilizar e conscientizar a população brasileira para o consumo consciente de embalagens e sacolas plásticas. A ação conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e com patrocínio do Carrefour.

Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados, o Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas por ano - cerca de 66 sacolas/mês por pessoa! Um dos grandes problemas decorrentes do uso indiscriminado de sacolinhas é o seu descarte incorreto. Além de poluírem rios, lagos e mares, as sacolas descartadas incorretamente entopem bueiros e provocam enchentes.

Ao mesmo tempo, em todo o país, surgem exemplos de uso consciente das sacolas plásticas. Brasileiros que descobriram que repensar o uso das sacolinhas pode ter impactos significativos para a sustentabilidade da vida no Planeta.

Nesse sentido, o concurso pretende compartilhar iniciativas dos brasileiros, para que as reflexões e práticas de uns possam inspirar muitos outros.

Câmera, luz e ação. Mostre em vídeo de até 1 minuto “O que fazer para reciclar, reutilizar, recusar ou reduzir o uso de sacolas plásticas?”

O Concurso Saco de Ideias é parte da campanha do Ministério do Meio Ambiente Saco é um Saco

Em muitos países, os supermercados cobram dos clientes as sacolinhas plásticas descartáveis. Se você já viajou para uma cidade em que isso acontece, como fez para carregar as compras? E você reparou no que os moradores locais faziam para substituir as sacolinhas? Se você morasse em uma cidade assim, como faria? Iria pagar para levar as sacolinhas ou encontraria outras alternativas? Quais?

“Saco é um saco!”

Terça-feira, Julho 14th, 2009

O Ministério do Meio Ambiente lançou no mês passado a campanha nacional “Saco é um saco”, que visa conscientizar o consumidor sobre os impactos ambientais causados pelo uso excessivo e o descarte inadequado dos sacos plásticos.

Uma estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) contabiliza cerca 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas por ano no país. No mundo, são entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas distribuídas anualmente. Uma sacolinha pode parecer inofensiva, mas o impacto ambiental coletivo desses bilhões de sacolinhas é enorme.

Com o lema “Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”,  a campanha quer mostrar ao consumidor que com pequenas atitudes como recusar uma sacolinha plástica na hora de comprar um pequeno item, utilizar uma sacola retornável para as compras no supermercado ou exigir do varejista uma sacolinha mais resistente, ele pode estar contribuindo para a preservação do meio ambiente e construção de uma sociedade sustentável.

No blog da campanha - www.mma.gov.br/sacolasplasticas - o internauta poderá deixar sua opinião e tirar dúvidas, além de encontrar o material da campanha e dicas de como reduzir o consumo de sacolas plásticas. Veja o vídeo:

Já são parceiros dessa iniciativa a rede varejista Wal-Mart, o Grupo Cultural AfroReggae, o Instituto Akatu e a Revista Eco 21. A campanha terá um Selo de Adesão para empresas e instituições interessadas em serem parceiros da campanha e que se comprometerão a implementar ações que ajudem o consumidor a adotar este novo hábito. Nós já aderimos!

Precisamos reduzir o consumo dessas sacolas, pois há alternativas viáveis e fáceis para substituí-las. Faça sua parte, nós precisamos de você!

Sacolas Plásticas: vamos evitá-las!

Quarta-feira, Janeiro 14th, 2009

Acho que a maioria de vocês sabe que o plástico é um dos grandes vilões da poluição. Anteriormente foi publicado aqui que por causa do plástico, dois novos continentes estão sendo formado nos oceanos da Terra (veja). Já é possível ver algum esforço da indústria para frear o excessivo uso de materiais plásticos, mas estamos longe do que poderia ser considerado ideal.
O vídeo abaixo é uma aula de como podemos reduzir nosso consumo de plástico e ajudar o meio ambiente.
Não deixe de ver e siga as instruções.
O planeta agradece.

Mude o mundo!

Quarta-feira, Agosto 13th, 2008

Apesar de sabermos que somos uma parcela ínfima de pessoas preocupadas com o meio ambiente, será que praticamos tudo que está ao nosso alcance?
Esse vídeo mostra algumas ações que estão ao nosso alcance em forma de  cartões de Ano Novo. Apesar de já estarmos caminhando para o final do ano, sempre é bom lembrar de coisas simples que fazem grande diferença! Alguém duvida? Iniciativa do site/instituto Mude o Mundo!