Posts Tagged ‘poluição’

350!

Sexta-feira, Setembro 19th, 2008

Nos dias atuais o ar na Terra concentra, em média, 387 partes de gás carbônico por milhão. Para a ONG 350, esse volume deveria parar em 350 partes por milhão, o que seria um número razoável para a vida no planeta continuar existindo sem maiores problemas.
Do que estou falando?
Veja o vídeo e entenda!

Dossiê Universo Jovem 4 - MTV

Sábado, Setembro 13th, 2008


De cada 10 brasileiros, 6 não fazem idéia do significado da palavra sustentabilidade. Essa é uma das muitas respostas que o Dossiê Universo Jovem, uma ampla pesquisa realizada pela MTV em 9 cidades,  apurou. A maioria dos entrevistados entende, erroneamente, que sustentabilidade se refere à maneira que uma pessoa se sustenta economicamente.

De acordo com a pesquisa, os assuntos que mais preocupam os jovens são a violência, o desemprego e as drogas. Apenas 20% desses jovens se preocupam com o aquecimento global e os efeitos da poluição. O que é ainda mais alarmante foram os dados pessoais coletados, que diferem muito do perfil das pessoas preocupadas com o meio ambiente. Vaidade, egocentrismo, acomodação e imediatismo foram constantes na avaliação dos jovens.

Os jovens, para efeito da pesquisa, foram divididos em 5 categorias:

  • Comprometidos - 17% - conhecem e valorizam as causas ambientais. Praticam seus conhecimentos cotidianamente e valorizam as empresas e produtos ecologicamente corretos.
  • Teóricos - 26% - depois dos comprometidos, são os que mais valorizam as causas ambientais. Têm muita informaçao e preocupam-se em nao jogar lixo nas ruas e economizar água e energia. Mas não estao dispostos a sacrifícios pessoais, como reduzir o uso do carro.
  • Refratários - 20% - é o grupo que menos valoriza as causas ambientais e que nao faz e nem pretende fazer nada em favor do planeta. Acreditam que a degradação do meio ambiente é um problema para ser resolvido pelas próximas gerações.
  • Intuitivos - 21% - não demonstram domínio do assunto ou consciência ecológica. Nesse grupo, a prática, quando acontece, é mais intuitiva. Acham que a linguagem que a mídia utiliza para falar sobre o assunto muito difícil.
  • Eco-alienados - 16% - são os que menos conhecem conceitos, fatos e acontecimentos relacionados a preservação do meio ambiente. São resistentes a reciclagem, não se preocupam com o futuro dos filhos e contribuem muito pouco para defesa do planeta.

É dificil acreditar que 57% dos entrevistados (refratários+intuitivos+eco-alienados) não têm a menor informação dos problemas mundiais que afetam o meio-ambiente. Pior que isso, além de não conhecerem, não têm a menos preocupação com o assunto.

Outro dado importante apresentado foi a forma que os jovens contribuem para a preservação do meio ambiente. 55% respondeu que não joga lixo em lugares públicos e tem nessa ação sua maior contribuição para o planeta. Apenas 21% se preocupa com a reciclagem, 23% com a economia de água e 10% se preocupa em poupar energia. O consumo consciente foi citado apenas por 3% dos pesquisados.

Com relação à sustentabilidade, o jovem brasileiro se preocupa com o desmatamento (27%), sendo que as principais fontes de informação sobre o meio ambiente são: televisão (71%), jornal (33%), internet (29%) e escolas e faculdades (28%). Porém, os jovens acreditam que a mídia poderia ser mais mobilizadora, trazendo mais notícias (39%) e publicidade (23%) sobre o tema.
“Temos que fazer os nossos clientes patrocinar boas causas”, afirmou Mário Sérgio Cortela, filósofo e responsável por comentar a pesquisa.

UPDATED: A pesquisa foi feita pela empresa Aartedamarca. Obrigado a Cecília Novaes pelos esclarecimentos.

Uma pesquisa que nos mostra que ainda há muito trabalho a fazer.

As perguntas que ficam são: O que VOCÊ faz pelo meio ambiente? Em que categoria de pessoa você se enquadra? Quantas pessoas que você conhece são “Eco-alienados”?

Estrada Verde!

Quinta-feira, Agosto 28th, 2008

Partindo de um material desenvolvido por pesquisadores japoneses, engenheiros holandeses estão criando a primeira “estrada verde”, capaz de eliminar da atmosfera a poluição emitida pelos veículos que trafegam por ela.

A estrada escolhida foi uma pequena rodovia nos arredores da cidade de Hengelo, Holanda. O pavimento é um concreto especial que contém um aditivo capaz de capturar as partículas de óxidos de nitrogênio emitidos pelos escapamentos dos carros e caminhões. Mais conhecido pela sigla NOx, os óxidos de nitrogênio estão entre os mais danosos gases poluentes emitidos na atmosfera, sendo um dos principais responsáveis pela chuva ácida.

O concreto purificador de ar recebe em sua formulação um aditivo à base de dióxido de titânio. Quando exposto à luz do sol, o material reage com os óxidos de nitrogênio, transformando-os em nitratos, que são inofensivos ao meio ambiente. Basta uma chuva para que todo o pó inerte seja lavado e a estrada fique limpa de novo.

A estrada de Hengelo foi escolhida porque está sendo reconstruída e por causa da excelente qualidade do ar da região, que permitirá um acompanhamento preciso dos resultados obtidos com a pavimentação capaz de eliminar a poluição do ar. As obras deverão terminar até o final de 2008.

 

No Brasil a pavimentação de estradas tomou um novo rumo. O processo envolve a incorporação da borracha em pedaços ou em pó. Apesar do maior custo, a adição de pneus no pavimento pode até dobrar a vida útil da estrada, porque a borracha confere ao pavimento maiores propriedades de elasticidade ante mudanças de temperatura. O uso da borracha também reduz o ruído causado pelo contato dos veículos com a estrada. E, além de todos esses benefícios, ainda é uma solução ambientalmente correta para dar destino aos milhões de pneus jogados no lixo diariamente.

Fonte: Inovação Tecnológica

O verdadeiro espírito olímpico 2

Sexta-feira, Agosto 22nd, 2008

 A cidade de Pequim, palco da Olímpiada mais cara da história, está comemorando, além das incríveis competições, o ar mais limpo dos últimos 10 anos. Durante os últimos 18 dias a qualidade do ar na cidade variou entre excelente e muito bom. A luta, segundo Du Shaozhong, vice-diretor do Bureau de proteção Ambiental de Pequim, é para manter essas condições após o término das competições.

As medidas serão apresentadas após os jogos e incluem a redução das emissões dos automóveis, das fábricas de carvão e da construção civil, disse Shaozhong, citando as três principais fontes de poluição da cidade.

A poluição do ar foi uma das maiores preocupações na preparação para os Jogos Olímpicos. Centenas de fábricas em torno de Pequim foram fechadas temporariamente e foram adotadas medidas restritivas ao uso de automóveis na cidade. Os dias de chuva também ajudaram a limpar a neblina que é sempre uma constante na capital da China.

Ainda bem que a superação dos atletas nos jogos inspiraram o governo Chinês a tomar decisões ecologicamente corretas. A conscientização da China para os problemas ambientais é de essencial importância para a conservação do planeta. É um bom começo para o árduo trabalho que os chineses ainda terão pela frente!

O verdadeiro espírito olímpico

Quinta-feira, Agosto 21st, 2008


Os altíssimos índices de poluição em Pequim são uma grande preocupação para atletas e organizadores das Olimpíadas de 2008, mas o transporte coletivo para os atletas dos Jogos vai dar sua contribuição para atenuar o problema. O translado oficial dos esportistas da Vila Olímpica aos centros de competições está sendo feito por 50 ônibus movidos à energia elétrica e que não lançam gases poluentes na atmosfera. Desse total, quatro veículos foram cedidos pelo PNUD, numa parceria com o GEF (Fundo para o Meio Ambiente Mundial).

Esses serão os primeiros ônibus elétricos de Pequim a utilizar tecnologia de baterias de lítio, que suportam  alta densidade energética. Após os Jogos os veículos serão incorporados ao sistema de transporte público da capital chinesa. “Além de ajudarmos a cidade a atingir as metas de baixa emissão de carbono na operação olímpica, vamos procurar usar as Olimpíadas como plataforma para aumentar a percepção das pessoas sobre as opções sustentáveis de transporte público na China”, disse Subinay Nandy, diretor do PNUD chinês. Estatísticas oficiais prevêem que em 2010 as grandes cidades serão responsáveis por 64% do total de emissões na China. A aplicação de soluções para transportes públicos com pouco carbono é um desafio fundamental tanto para a segurança energética do país quanto para o enfrentamento do aquecimento global. Além da diminuição da poluição atmosférica, os ônibus também ajudarão a diminuir a poluição sonora, outro problema grave nas ruas de Pequim.

O PNUD e todo o sistema da ONU na China tentam ajudar o país a atingir o objetivo de fazer um evento “Verde, Científico e Humanista”. Com apoio do GEF e de outras fontes de recursos, o PNUD forneceu ao mundo mais de US$ 3 bilhões nas últimas décadas para projetos em áreas como proteção ambiental, mudanças climáticas e energia sustentável.

Que continue assim…

CO2 em gás natural

Terça-feira, Julho 1st, 2008

Uma equipe de pesquisadores britânicos, dirigida pela cientista espanhola Mercedes Maroto-Valer, desenvolveu uma tecnologia capaz de transformar o dióxido de carbono (CO2), o principal responsável pela mudança climática, em gás natural.

Isto foi revelado à Agência Efe por Maroto-Valer, chefe do Centro para a Inovação em Captura e Armazenamento de Carbono (CICCS, em inglês), da Universidade de Nottingham (Reino Unido).

Trata-se de um laboratório pioneiro na busca de soluções que permitam capturar e processar o CO2 para reduzir a presença do gás na atmosfera.

O CICCS já projetou vários procedimentos para capturar o CO2 emitido pelas indústrias mais poluentes, como as centrais termelétricas, as companhias de cimento e as petrolíferas, e armazená-los em sedimentos geológicos, como poços de petróleo ou de gás já esgotados, minas de carvão e formações geológicas.

No entanto, esta possível solução para reduzir a presença de CO2 na atmosfera apresenta alguns inconvenientes, já que não se sabe o tempo máximo que o gás poderia permanecer armazenado, e existe o risco, “imprevisível, mas possível”, que haja fuga em grande escala, o que poderia causar graves conseqüências ambientais.

A solução, além de “esconder” o CO2 sob a terra, inclui encontrar um método que permita a reutilização deste gás para conseguir, com segurança e eficácia, a redução de sua presença na atmosfera e diminuir o aquecimento global.

A equipe da Maroto-Valer trabalha atualmente em uma tecnologia capaz de transformar o CO2 em metano graças a um processo similar à fotossíntese.

“As plantas usam CO2, água e luz e os transforma em açúcares. Nós fazemos um processo parecido. Também usamos luz, água e CO2, mas, em vez de gerar carboidratos, produzimos metano”, explicou a pesquisadora.

Maroto-Valer afirmou que a aplicação da tecnologia em escala mundial permitiria obter o “ciclo perfeito da energia”, já que “o CO2 seria passado a gás natural e deste ao CO2 novamente”.

“Seria a solução perfeita”, destacou.

A cientista frisa que o mais importante na luta contra a mudança climática é “não se concentrar em um único processo”, mas desenvolver várias soluções possíveis, aplicáveis segundo as necessidades de cada país.

Fonte: Estadão Online

Dê o primeiro passo!

Domingo, Junho 29th, 2008

Vídeo narrado por Gisele Bundchen para a semana do Meio Ambiente.

Simples, direto e com informações essenciais para quem se preocupa com o planeta em que vivemos.

Como atingimos o Ártico?

Quarta-feira, Junho 18th, 2008

Animação genial que ilustra muito bem como cada ato nosso tem uma reação no planeta.

Vídeo feito pela WWF em defesa do Ártico.

Essa musiquinha não é viciante?

O planeta pede sua ajuda

Domingo, Junho 15th, 2008

Interessantíssima experiência interativa feita pelo Greenpeace.

Impactante e muito bem feita.

Clique na imagem para abrir o site! Vale a visita!

Logística contra o meio ambiente

Sexta-feira, Junho 13th, 2008

O transporte de alimentos no mundo vem se tornando um dos maiores emissores de gases que contribuem para o aquecimento global. A globalização e a eficiência dos meios de transporte globais tem tornado o mercado mundial de alimentos num grande absurdo.

Tomemos por exemplo o bacalhau pescado na Noruega. Após a pesca, o bacalhau é enviado para a China para ser transformado em filés e então enviado de volta para a Noruega para ser vendido. Tudo isso em busca de mão-de-obra mais barata. Este é apenas um dos muitos exemplos dessa prática que tem se tornado comum no mundo todo.

Mas essa prática mundial pode ter um preço muito maior que o taxado nas prateleiras dos supermercados. A poluição causada por esse transporte é o principal causador dos efeitos do aquecimento global.

Segundo antigos acordos comerciais ainda vigentes hoje, o combustível para carga internacional transportada por mar ou ar não é taxado. Agora, muitos economistas, ambientalistas e políticos dizem que é hora de fazer com que as transportadoras e consumidores paguem pela poluição, por meio de impostos e outras medidas.

Algumas grandes empresas de alimentos já estudam colocar nos rótulos, ao lado da quantidade calórica dos produtos, o rastro de carbono que o produto produziu até ser colocado nas prateleiras.

Não sejamos ingênuos para achar que podemos frear a globalização ou estancar por completo essas práticas, mas será que um pouco de bom senso nos faria mal?

Fonte: NY Times