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Nossas amigas: as baleias!

Quinta-feira, Abril 29th, 2010

A natureza é mesmo perfeita, não?

Essa notícia é um grande exemplo disso. Tudo no planeta Terra está ligado ao equilíbrio e tem uma importância muito maior do que possamos imaginar. E tudo tem ligação a outros aspectos. Por isso o desequilíbrio ambiental é uma das maiores tragédias que podem existir. Alterar um aspecto de um bioma é alterar o bioma inteiro.

Para exemplificar isso, vamos revelar a importâncias das fezes das baleias.

Fezes??? Como isso é importante? Vocês podem estar pensando isso…  (Confesso, eu também pensei assim…)

As fezes da baleia aumentam a capacidade dos oceanos em absorver CO2. Os excrementos das baleias são também ótimos fertilizantes para as plantas marinhas, pois são ricos em ferro. E isso graças a alimentação das baleias, compostas basicamente de krill, pequenos crustáceos ricos em ferro.

À partir dessa poderosa fertilização, as plantas marinhas crescem mais rápido e ficam aptas a absorverem mais CO2.

Cientistas dizem que os oceanos são pobres em ferro e as fezes das baleias contém uma concentração muito elevada, contribuindo muito para o meio ambiente marinho.

A pergunta que fica é: O que será que os cientistas estão preparando com essa informação?

E você, se fosse cientista, o que faria com essa informação?

Plantas que nos fazem respirar!

Sexta-feira, Setembro 11th, 2009

Um grupo de cientistas da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu que três plantas muito comuns nas casas brasileiras podem ajudar a diminuir os níveis de ozônio em ambientes fechados: espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata), clorofito (Chlorophytum comosum) e jiboia (Epipremnum aureum). Está aí uma boa dicade plantas para você ter em casa. Além de funcionarem de objeto de decoração, essas plantas nos fazem respirar melhor! Entenda o porquê!

Espada-de-são-jorge

Jibóia

Clorofito
Um dos principais componentes da poluição atmosférica, o ozônio é um gás incolor e altamente reativo formado quando o oxigênio reage com outros elementos químicos. Embora seja associado com mais freqüência ao ar externo, ele também se faz presente em ambientes como casas e escritórios e costuma ser liberado por impressoras, fotocopiadoras, luzes ultravioleta e por alguns sistemas de purificação do ar.

O gás é tóxico para os seres humanos. Uma estimativa de 1998 do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas alertava para a forte toxicidade do ar em ambientes fechados, sendo o ozônio nesses locais a causa de mais de 2 milhões de mortes por ano.

No estudo com as três plantas, os pesquisadores simularam escritórios e ambientes domésticos em uma estufa, que era dividida em câmaras equipadas com um sistema de filtragem do ar no qual as concentrações de ozônio pudessem ser reguladas e medidas.

Dados das câmaras foram registrados a cada cinco minutos após a aplicação de ozônio. Os resultados mostraram que as taxas de depleção do ozônio eram maiores nas câmaras que continham plantas do que em outras sem, usadas como controle. Não houve diferença significativa entre as taxas apresentadas pelas três espécies de plantas.

“Como a poluição do ar interno afeta grandemente os países, o uso de plantas como método de mitigação pode servir como uma alternativa eficiente e de baixo custo”, destacaram os autores.

Segundo eles, a alternativa seria ainda mais vantajosa para os países em desenvolvimento, nos quais o uso de tecnologias de controle da qualidade do ar em ambientes fechados são muitas vezes economicamente inviáveis.

O trabalho foi publicado na revista HortTechnology, da Sociedade Norte-Americana de Ciência da Horticultura.

*As informações são da Agência Fapesp

Chuveiros elétricos - Instituto Akatu

Quarta-feira, Agosto 6th, 2008

Quando se pensa em consumo de energia elétrica, imediatamente vem à mente o uso de eletricidade na TV, computador, lâmpadas, ou o consumo da geladeira, por exemplo. Mas não é todo mundo que lembra que um dos principais consumidores de energia de uma casa é o chuveiro elétrico. Especialmente se os moradores daquela residência têm o hábito de esquecer da vida quando entram embaixo da ducha.

De acordo com o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), um chuveiro elétrico é responsável por 25% a 35% do gasto de eletricidade de uma casa e apresenta um consumo médio mensal de 120 kwh, considerando um chuveiro de 3500 W, com 40 minutos de uso por dia (quatro banhos diários de 10 minutos cada). Esse volume de energia elétrica, para ser produzido, lança cerca de 31 quilos de dióxido de carbono (CO2) na a atmosfera. Em um ano, essa emissão sobe para mais de 11 mil quilos, o equivalente à emissão de um carro movido a gasolina, com motor até 1.4 de potência, ao andar 72 mil quilômetros, ou seja, percorrendo oito vezes todo o litoral brasileiro.

Para contribuir com a redução da demanda por energia elétrica, o consumidor pode optar por utilizar energia renovável, como a solar gerada por meio de painéis de aquecimento. Essa tecnologia é uma alternativa ambientalmente positiva para o consumidor, que pode tomar banho com o mesmo conforto e com menor emissão de gases de efeito estufa.

Segundo cálculos do Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol) e da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, a instalação de painéis solares no Brasil evitou, em 2006, a emissão de mais de 200 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Esse volume é o equivalente à absorção de CO2 em uma área igual a 3,5 Parques do Ibirapuera, em São Paulo, plantados com árvores nativas da Mata Atlântica e que levariam 37 anos de crescimento para concluir a tarefa.

Ainda segundo o Dasol, a tecnologia solar para aquecimento da água economizou 1,7 bilhão de reais referente ao investimento que seria necessário em uma usina hidrelétrica de mais de 550 MW  para atender a demanda no horário de pico se não houvesse o uso dos painéis solares. Esse dinheiro público ficou disponível para uso em aplicações fundamentais ao bem estar da população, como a educação e a saúde.

Para quem usa aquecimento elétrico no chuveiro e não tem a possibilidade de fazer a substituição por painéis solares, o Procel dá algumas dicas de economia de energia no banho:

  • Nos dias quentes, coloque o chuveiro na posição “Verão”; nesta posição o consumo será cerca de 30% menor do que na posição “inverno”
  • Compre um chuveiro menos potente (até 80% mais barato) e reduza a sua conta de luz entre 30% e 40%, segundo cálculos da Secretaria de Habitação de São Paulo.
  • Nunca reaproveite uma resistência queimada, pois isso provoca o aumento do consumo e coloca em risco a sua segurança

É claro que as tecnologias podem ajudar a conter o desperdício, mas lembre-se que é vital procurar mudar algumas atitudes quando se está utilizando os recursos do planeta. Ou seja, deixe o chuveiro ligado somente o tempo necessário para o banho, fechando a torneira para se ensaboar, por exemplo. Banhos demorados contribuem para o aquecimento do planeta, pois utilizam mais energia e mais água, além de custar mais caro no seu bolso.

Visite e conheça o Instituto Akatu.