A melhoria da eficiência energética de usinas, indústrias, prédios, casas e carros é a maneira mais fácil de reduzir o ritmo do aquecimento global.
Foi essa a assertiva que se chegou após recente reunião da ONU, em Viena. Em um relatório documentado dos gastos e investimentos para a contenção do efeito estufa, delegados de 158 países chegaram a essa conclusão após examinarem que seria necessário muito mais dinheiro para remediar a situação no futuro, do que para investir agora em novas tecnologias que contenham a emissão de gases. A velha máxima de que é melhor prevenir do que remediar cabe muito bem nessa ocasião.
O documento deve servir de orientação aos governos para quando expirar a validade do Protocolo de Kyoto, que tem prazo até 2012. O estudo também prega maior eficiência de usinas elétricas, combustíveis e um melhor isolamento térmico em prédios. Prevê ainda uma expansão das energias renováveis, como a solar e a hidrelétrica, e também algum avanço da energia nuclear.
O chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, Ivo de Boer, afirma que as melhores oportunidades de investimentos relativos às mudanças climáticas estão nos países emergentes ou em desenvolvimento, enquanto os países desenvolvidos – e maiores poluentes – têm que lutar para diminuir as emissões e continuar seu crescimento de forma mais limpa.
Boer ainda destacou os esforços brasileiros na luta contra a emissão de gases, afirmando que o país é líder mundial na produção de energia hidroelétrica e de biocombustíveis.
O mundo inteiro se encaminha para uma cooperação mundial em benefício do meio ambiente. Esperamos que dessa vez todos os países assinem e façam, no mínimo, a sua parte.
Como cidadão você faz a sua parte? Nos conte!