O mundo com seus encantos mil. Beleza em toda parte, natureza em todo canto. Desenvolvimento, educação, tecnologia, entretenimento, amor e satisfação.
Em todos os continentes as pessoas lutam pra viver cada vez melhor, muitas vezes sem ouvir ou respeitar os limites que a natureza insiste - com razão - em impor aos habitantes deste planeta divino chamado Terra.
Por vezes a natureza reage. E essa reação tem tanta força e é tão cruel que deixa o mundo todo perplexo com o resultado.
O terremoto no Japão, com o posterior tsunami, pode não ter nada a ver com isso, mas nos mostra que lutar contra algo tão magnânimo quanto as forças da natureza é muita burrice. A gente não tem nenhuma chance.
Fome, desamparo, desrespeito, ambição sem precedentes, limites extrapolados, poluição e soluções paliativas.
Meio ambiente é o tema deste blog que vocês já conhecem. Sempre procuramos pegar as coisas mais variadas e aplicá-las à causa, para que faça sentido para quem chega até aqui.
Ontem, vi a campanha que a FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) está fazendo: a Dieta do Impostão. Trata-se de uma campanha que visa otimizar os impostos que a gente paga em tudo que é produto ou serviço consumido. Você pode se perguntar: O que isso tem a ver com meio ambiente?
A resposta é: TUDO!
Já aprendemos que o meio ambiente não é apenas o verde. Não são apenas os animais, as plantas, a água e a terra. O meio ambiente somos nós! Uma campanha que visa o melhor aproveitamento dos recursos (mesmo que seja o dinheiro em si), só pode fazer bem para todos.
O melhor uso dos impostos significa, antes de mais nada, uma melhor qualidade de vida para todos, com saneamento, educação, saúde e incentivos à preservação da natureza.
Ótima campanha e que merece todo o nosso apoio. Participe aqui!
O que esperar do futuro? Como será a vida das próximas gerações e o que sobrará da natureza para que as crianças de hoje possam aproveitar?
Sem ser nostálgico, os dias de hoje já são diferentes dos que nossos pais viveram. Isso é fato. Também é fato que, daqui a 20 ou 30 anos, as coisas devem mudar bastante também. Só não podemos prever o quanto essas mudanças afetarão o modo de viver da população do planeta.
Abaixo, um vídeo para pensar. A trilha sonora é bem legal e a mensagem, apesar de parecer, não é alarmista. É singela, pura e reflete a preocupação de muita gente. Por exemplo, a minha.
Ser amigo da natureza não é somente jogar o lixo no lixo. Não é somente respeitar os animais e não cortar aquela árvore que ainda jaz, solitária, no fundo do seu quintal. Não é só apoiar as grandes causas e dar ênfase à importância que a natureza tem aos seus filhos. Não é só demonstrar amor pelo verde. Isso são, sem dúvida, grandes coisas a se fazer, mas ser amigo da natureza é, essencialmente, ser uma pessoa de bem com a vida.
Eis um vídeo comercial que explora bastante essa idéia. Pratique esse conceito e o mundo será muito melhor!
Ler notícias como essa, na Folha Online, me deixa com a nítida impressão de que a culpa é nossa. Pode até ser um evento natural, como tantos que ocorreram durante toda a história, mas ainda acho que temos muito a ver com isso. Destaque para o sangue frio dos cientistas que filmaram o ocorrido. Vocês teriam coragem?
Leia a matéria e veja o vídeo!
A ilha de Tonga, no oceano Pacífico, foi sacudida por um forte terremoto de 7,9 graus na escala Richter na manhã desta sexta feira, o que levou as autoridades a dispararem um alerta de tsunami na região. Ninguém foi ferido e nenhum dano foi localizado.
“Não houve danos ou aumento do nível do mar. As crianças foram avisadas para voltar para casa, e os pais estão agora pegando seus filhos”, disse um jornalista à radio FM96, de Fiji.
O tremor de terra aconteceu a cerca de 200 km a sudeste da capital de Tonga, Nukualofa, a uma profundidade de 10 km, informou o Instituto de Geologia dos Estados Unidos.
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, com sede no Havaí, emitiu um alerta de tsunami para Tonga e ilhas vizinhas, tendo relatado que dados sobre o nível do mar confirmaram que uma onda potencialmente destruidora foi gerada pelo terremoto.
Estações de rádio de Tonga transmitiram avisos de que era possível que um tsunami atingisse a ilha, e que as pessoas deviam afastar-se das vilas costeiras, mas a polícia e moradores informaram que nenhuma onda gigante foi vista.
O Centro de Tsunamis também advertiu que o nível do mar poderia subir em algumas zonas costeiras do Havaí, com fortes correntes durante várias horas. Craig Miller, sismólogo da Nova Zelândia, disse que “um tremor leve” foi relatado por moradores, na costa leste da Ilha Norte da Nova Zelândia –a mais de 3.000 km do epicentro do terremoto.
Em dezembro de 2004, um grande terremoto na costa da ilha de Sumatra provocou um tsunami que matou mais de 230 mil pessoas, atingindo toda a costa do oceano Índico.
Não é de hoje que a “onda verde” vem ganhando espaço na mídia e se tornando conhecida entre as pessoas. Ser verde se tornou legal, politicamente correto e, ainda por cima, tem dado dinheiro. Há uma década atrás o tema ecologia não passava de coisa de maluco, hippie e era inatingível à sociedade em geral. Nesse nosso mundo capitalista e globalizado, as fontes de informações também têm mostrado preocupação com o meio ambiente e tem havido bastante destaque para os problemas mundiais que enfrentamos e que ainda vamos enfrentar.
Hoje em dia tudo é verde, remetendo sempre à onda da sustentabilidade e do meio ambiente. Por bem ou por mal, que continuem discutindo e se preocupando com o tema.
Pensando nisso, segue abaixo uma galeria com fotos impressionantes e lindas. Verde, tudo verde.
Um evento de música voltado para a natureza. Essa é a idéia do AboutUs, um festival de música e cultura, que tem por objetivo disseminar os princípios da sustentabilidade e a necessidade de participação de todos na preservação da natureza. Todo o evento foi planejado com recursos e práticas sustentáveis, como materiais reciclados, economia de energia, redução de gases poluentes e projetos sustentáveis que terão participação direta do público. Entre as estruturas do evento, haverá centro de triagem do lixo, oficina de compostagem, distribuição de mudas para serem plantadas e uma praça de alimentação onde será vendida somente comida orgânica. Ainda acontecerão ações periféricas, como o incentivo de chegar ao evento de bicicleta e um desconto no estacionamento para as pessoas que optarem por carona. O evento acontecerá em Manaus e São Paulo, nos dias 26 e 28 de setembro, respectivamente. A diversão fica por conta de nomes como Vanessa da Mata, Seu Jorge, Ben Harper e Dave Mathews Band, entre outros. Entre no site e conheça o projeto!
Quem conhece ou pelo menos já viu em fotos, sabe que a Patagônia Chilena é um dos lugares mais bonitos do mundo. Bastante preservada, a região impressiona pela mistura de cores e paisagens diferentes, e faz do lugar um paraíso pra quem gosta de admirar toda a beleza e exuberância da natureza.
Porém, infelizmente, toda essa beleza pode estar com os dias contados. Um projeto de construção de uma hidrelétrica pode alterar substancialmente o ecossistema, o que seria desastroso em termos ambientais. A proposta em questão é herança do governo Pinochet, que privatizou os direitos das águas no Chile. A principal detentora dos direitos agora é de uma empresa espanhola chamada Endesa, que em conjunto com a empresa local Colbún dirigem o projeto.
O Chile vive uma crise energética em função da seca, da forte redução na importação de gás natural da Argentina e da escalada do preço do barril de petróleo.
Porém, dizem os especialistas, que a construção não é a melhor saída para a crise e que há outras maneiras mais eficientes de sanar esse problema. O Chile tem um enorme potencial para energia solar, eólica, mareomotriz e geotérmica.
Ativistas ambientais, civis e as comunidades de Tortel e Cochrane – municípios drasticamente atingidos caso se faça a obra - têm se reunido para fazer protestos contra a hidrelétrica, que teria duas barragens centrais no rio Pascua, outras duas no rio Baker e uma quinta no Rio Del Salto.
Apesar de ser uma tragédia em pontos ecológicos, o que mais preocupa os especialistas não é a construção da barragem em si, e sim a construção da linha de transmissão que servirá para conectar essa rede de alta voltagem de 2.000 quilômetros de extensão e que atravessará cinco parques nacionais e duas reservas de vida selvagem.
A construção em alta escala de barreiras hidrelétricas é uma maneira primitiva do mundo para obter energia. Com a atual conjuntura ambiental deste planeta, é preciso, urgentemente, procurar soluções ecologicamente corretas para a demanda de energia.