Posts Tagged ‘lixo’

Cartão verde!

Segunda-feira, Julho 28th, 2008

O cartão de visita produzido pela Tatil Design, agência especializada em branding e design, conquistou o 2o. lugar no prêmio IDEA (International Design Excelence Awards) na categoria Ecodesign. O projeto recebeu o nome de Greencard. O cartão é produzido a partir de embalagens Tetra Pak (visite o site e conheça a “Rota da Reciclagem”) reaproveitadas do lixo caseiro. Os próprios funcionários levam as embalagens para a empresa reciclar. Após a entrega das embalagens, elas são limpas e encaminhadas para gráfica, onde são cortadas e recebem a impressão dos dados de cada profissional e do logo da agência.

“Fazer muito com pouco é o que a Tátil busca e os novos cartões representam isso. Possuem um alto impacto sensorial e baixo impacto ambiental”, explica Fred Gelli, sócio e diretor de criação da agência.

Coisas simples que fazem imensa diferença!

Fonte: BlueBus

Combustível do Lixo!

Sexta-feira, Julho 25th, 2008

A empresa britânica Ineos Bios anunciou ter tecnologia para produzir álcool a partir do lixo em escala industrial dentro de dois anos.

A produção do combustível será feita a partir de lixo biodegradável municipal, lixo orgânico comercial e resíduos de agricultura, entre outros. Segundo a empresa, a tecnologia já foi testada em um projeto piloto nos Estados Unidos.

“Planejamos produzir quantidades comerciais de combustível de álcool de lixo para ser usado como combustível para carros dentro de dois anos”, afirmou Peter Williams, diretor executivo da Ineos Bio. A transformação se opera em três estágios. Primeiro, o lixo é superaquecido para a obtenção de gás. Este gás é usado para alimentar bactérias anaeróbicas (biocatalizadoras) que produzem o álcool. No estágio final, o álcool é purificado para ser usado como combustível puro ou misturado à gasolina.

A empresa alega que esta tecnologia tem a vantagem de não afetar a produção de alimentos. Uma tonelada de lixo seco pode ser transformada em cerca de 400 litros de álcool, informou a empresa.

“O fato de termos conseguido separar a segunda geração de biocombustíveis dos alimentos é um grande passo. Esperamos que a tecnologia garanta combustíveis renováveis e sustentáveis a um custo competitivo”, disse Williams. A empresa, no entanto, precisará da cooperação dos governos locais para ter acesso ao lixo.

Para quem se lembra do filme dirigido por Steven SpielbergDe volta para o Futuro“, isso não é novidade. Em uma das cenas da consagrada trilogia, o herói Marty McFly abastece sua máquina do tempo apenas com lixo. Será que estamos chegando nessa época?
Só por nostalgia, veja o trailer da trilogia. A música da trilha é a empolgante “The Power of Love” da banda Huey Lewis and The News

Falta de consciência!

Sexta-feira, Julho 4th, 2008

Li no Faça Sua Parte uma notícia que me deixou perturbado. Uma pesquisa do IBOPE constatou que a consciência ambiental do brasileiro é bastante grande. Sabemos o que fazer e como fazer para preservar o ambiente em que vivemos. O povo tem a consciência exata do que é certo e o que é errado em matéria ambiental. Sabemos separar o lixo, dar destinação a pilhas e baterias e que temos nossa parcela de responsabilidade no rumo que a sociedade está tomando. Porém, quando se fala em ações práticas, estamos deixando muito a desejar.

Veja a tabela abaixo:

Triste não? Assim como a Lucia Freitas, fiquei de mau humor!

“Homem do impacto zero”

Quinta-feira, Junho 26th, 2008

Já faz algum tempo que queria escrever sobre o No Impact Man, ou “Homem do impacto zero“. Colin Beavan é um americano que vive na Carolina do Norte com sua mulher - ambos escritores -, uma filha e um cachorro. Seria uma família completamente normal se eles não tivessem aceitado o desafio de viver sob regras extremamente rígidas para zerar seu impacto sobre meio ambiente. O projeto, que teve duração de 1 ano, começou em dezembro de 2006, quando a família foi morar em Nova York.

A fórmula básica usada pela família é “impacto negativo + impacto positivo = impacto zero”.

A iniciativa é formada por três etapas para limitar o consumo de produtos e diminuir a produção de lixo. Na primeira etapa, a família tem que aprender a viver sem produzir lixo. São proibidos produtos descartáveis ou qualquer tipo de embrulho. No banheiro, nada de papel higiênico. Usa-se água.

Na segunda fase, eles precisam diminuir o impacto ambiental causado pelos alimentos escolhidos. É dada preferência à comida produzida localmente. Ficam de fora os produtos importados ou que tenham sido transportados de outras regiões do país.
E, por último, reduzir o consumo para o mínimo necessário e de forma sustentável. Para evitar as emissões de dióxido de carbono, o casal fica longe de carros ou do metrô.

Pode parecer maluco à primeira vista, mas uma breve visita ao seu diário (em inglês), nos dá a dimensão exata de que podemos fazer pequenas coisas que ajudariam muito a diminuir a degradação ao meio ambiente.

Agora que o projeto acabou, Colin está na fase de avaliar suas atitudes, sem causar nenhum dano adicional ao planeta. Para isso, ele procura compensar as atitudes que têm um impacto negativo com outras que tenham um impacto positivo.

Já voltou a viver normalmente, mas ainda vive sob algumas regras. Voltou a usar a máquina de lavar, mas sem água quente. Mantém a temperatura da geladeira no mínimo possível, apaga as luzes que não estão sendo usadas e tira da tomada os aparelhos que não estão sendo utilizados. Decidiu abolir a TV e o ar condicionado, além de usar apenas energia eólica.

E aí, será que você conseguiria viver assim?

Fonte: Faça a sua parte