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Lixo? Não, é arte!

Terça-feira, Fevereiro 8th, 2011

Reciclar, reutilizar e reusar. Os três “erres” já estão famosos em todo o mundo e se tornou um conceito mundial do quê devemos fazer para preservar e continuar a crescer com sustentabilidade.

Um grande exemplo disso é a britânica Jane Perkins, que cria quadros representando várias personalidades do mundo usando apenas objetos que, aparentemente, não têm mais nenhuma utilidade.

Garfos, facas, pedaços de madeira, plástico, grãos de todas as formas, fitas, pedaços de brinquedos, etc. Não há nada - e nenhum material no mundo - que a artista não use.

O resultado é simplesmente incrível e já rende bons frutos. Afinal, arte é arte e ponto final. Vindo com uma pitada grande de conscientização ambiental, melhor ainda! =)

Confira alguns dos trabalhos dela:

Piano no meio do mar

Quarta-feira, Fevereiro 2nd, 2011

Uma história no mínimo sórdida aconteceu em Miami na semana passada. Um piano de cauda apareceu sobre um banco de areia no mar, sem que ninguém consiga explicar o mistério de como chegou até ali.

Nem a Guarda Costeira americana (USCG) nem a Comissão de Pesca e Vida Silvestre manifestaram uma atitude, mesmo porque avaliam que não há ameaça ao ambiente.

“Pode haver aves que queiram se inspirar e resolvam pousar no piano. Por que não?”, afirmou o porta-voz da FWC em Miami, Jorge Pino.

É tão absurdo isso que nos faz pensar em qual será a próxima coisa sordida que as pessoas jogarão no mar! =(

Algum palpite?

[Fonte: UOL]

Copa do Mundo sem exemplo.

Segunda-feira, Junho 28th, 2010

A Copa do Mundo seria uma ótima oportunidade para dar ao mundo um grande exemplo de sustentabilidade. Infelizmente, não é o que acontece.

Segundo estudo da Embaixada da Noruega/Governo da África do Sul, a Copa do Mundo 2010 será o evento com as maiores emissões do mundo dentre aqueles que se propuseram a ser “neutros” em carbono:  2,75 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidas.

A principal responsável por essas emissões é a quantidade de viagens internacionais ligadas ao evento, responsáveis por 1.856.589 toneladas de CO2, ou 67% do total. Ainda assim, excluindo este número, a pegada de carbono do mundial da FIFA 2010 é mais de oito vezes a estimada da Copa de 2006 na Alemanha.

 O maior problema, segundo eles, é a falta de meios de transporte “limpos”.

Isso sem contar, é claro, com a inacreditável poluição sonora… vuvuzelas vêm poluindo não só os estádios da Copa, mas a casa de todos que estão assistindo as transmissões.

Você é a favor ou contra a proibição das vuvuzelas nos estádios?

Assombração…

Terça-feira, Junho 8th, 2010

Comercial da WWF que mostra a ‘contribuição’ que grandes marcas deram ao meio ambiente e ao planeta. Mesmo que tenham sumido economicamente do mapa, continuarão a assombrar durante muito tempo…

A criação é da DM9DDB.

O anúncio abaixo, como no filme, refere-se a uma empresa falida também. No caso, a Enron, que foi a protagonista de uma dos maiores escandalos da história americana.

Como é possível cuidar do lixo?

Segunda-feira, Maio 3rd, 2010

Parece outro mundo, coisa bem diferente do que vimos por aqui. As pessoas acham que cuidar do lixo é dificil, e é mesmo. Mas será impossível?

Responda seriamente: você separaria o lixo em mais de 10 categorias?

Veja a matéria e responda!

Lixão nos mares

Quarta-feira, Abril 28th, 2010

A ONG Surf Rider Foundation fez uma animação muito legal que resume bem todos os problemas ambientais que o plástico causa nos oceanos e mares.

Pense bastante nessas ações:

  • Use garrafas reutilizáveis para a água e outras bebidas. Usando apenas uma garrafa reutilizável, a gente evita que 167 garrafas plásticas descartáveis poluam o meio ambiente.
  • Use sacos de pano ou Eco-Bags nas compras. Usando a ecobag a gente evita que cerca de 400 sacolas plásticas poluam o meio ambiente.
  • Recicle os sacos plásticos (antes de mais nada, os evite!) e garrafas que utilizar.

O que é lixo?

Segunda-feira, Abril 19th, 2010

Uma empresa do País de Gales, na Grã-Bretanha, construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclado. A companhia Affresol desenvolveu uma tecnologia que transforma plástico e minerais em um material batizado de Thermo Poly Rock, que poderia revolucionar a indústria de construção.

O projeto, apoiado pelo governo galês e por organizações ambientais, já lançou uma linha de casas verdes e construções modulares portáteis de quatro toneladas.

O secretário da Economia do país de Gales, Ieuan Wyn Jones, disse que “o novo processo sustentável” tem muito potencial e pode gerar uma grande quantidade de empregos.

E a gente ainda insiste em chamar plástico de lixo. Lixo só é lixo quando é jogado na natureza de forma irregular!

Reduza, Reuse e Recicle!

Como jogar o lixo fora

Quinta-feira, Abril 15th, 2010

O projeto de lei que cria o marco regulatório sobre os resíduos sólidos foi aprovado no fim da noite de ontem pela Câmara dos Deputados. A proposta, que agora segue para o Senado, cria o regime de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

Se aprovado, ficarão responsáveis pelo destino do lixo: fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos. Essa é a parte considerada mais inovadora do texto, pois todos serão responsáveis pelo destino final do produto e pelo cuidado com a preservação do meio ambiente.

Se transformada em lei, a proposta deverá mudar radicalmente a forma de recolhimento de garrafas plásticas (PET), latinhas, vidros, papel de picolé e todo o tipo de embalagens. Governo e empresas poderão fazer acordos setoriais para estabelecer as formas de recolhimento das embalagens. A ideia é oferecer incentivos a quem utilizar as cooperativas de catadores de lixo.

O mesmo projeto de lei obriga os fabricantes e revendedores a recolherem os resíduos sólidos perigosos tanto à saúde quanto ao meio ambiente, como resíduos de agrotóxicos, pilhas de baterias, pneus, óleos lubrificantes, embalagens, lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Incrível não?

Conheça mais sobre o projeto Ciclo Sustentável Philips

Fonte: Estadão (dica do Thiago Marins - via comentário)

Chicletes e o meio ambiente

Segunda-feira, Abril 5th, 2010

A goma de mascar, ou chiclete, é tido como algo tipicamente norte-americano devido ao sucesso que fez - e faz! - nos Estados Unidos. No entanto, foi copiado dos indíos da Guatemala, que mascavam a resina extraída de uma árvore, o chicle, para estimular a produção de saliva e evitar que a boca ficasse seca durante longas caminhadas.

É uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono”, afirma o coordenador do
departamento de distúrbio do sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva.

O primeiro chiclete foi patenteado em 1869 pelo dentista americano William Semple. Usando a borracha como matéria-prima, ele produziu gomas para que seus pacientes exercitassem a mandíbula e estimulassem as gengivas.

Mas a notoriedade do chiclete ficou para o fotógrafo Thomas Adams Jr. Ele descobriu que a goma servia como guloseima.

Chiclete e o meio ambiente

Cigarros, chicletes, cascas e bagaços de frutas, latas de refrigerante ou garrafas de plástico. Diante de tudo o que se descarta sem maior preocupação, em qualquer lugar e todos os dias, é surpreendente que a Terra ainda não tenha se transformado num enorme lixão. Isso só não acontece graças ao processo natural de biodegradação. Por meio dele, bactérias, leveduras, fungos e outros micróbios se alimentam da matéria orgânica do lixo, transformando-a em compostos mais simples, que são devolvidos ao meio ambiente.

A matéria orgânica é formada de extensas cadeias de carbono à qual se penduram outros átomos. Os microorganismos quebram a cadeia junto ao carbono e aproveitam a energia encerrada na ligação química. Os micróbios tendem a quebrar o maior número de ligações e arrancar do composto original a maior quantidade de energia possível. No final, restam materiais extremamente simples. Mas isso depende do tipo de degradação: quando ela é aeróbia, que utiliza oxigênio, o processo é muito eficiente. Seus restos são elementos como o nitrogênio e o enxofre, anteriormente pendurados às cadeias de carbono. Na decomposição anaeróbia, sem oxigênio e menos eficiente, os restos são mais complexos, como o gás metano e sulfídrico.

Esse trabalho pode demorar um século ou mais. O tempo depende de vários fatores. O calor e a umidade do solo, por exemplo, estimulam o crescimento e a atividade dos microorganismos aeróbios. Assim, quanto mais quente e úmido for o local, mais rápida será a decomposição. Por outro lado, as águas e terrenos ácidos limitam a capacidade de desenvolvimento dos microorganismos. Os ácidos, metais pesados e substâncias tóxicas prejudicam as bactérias, podendo chegar a matá-las.

Tempo de decomposição

Papel: 03 meses

Palito de fósforo: 6 meses

Ponta de cigarro: 1 a 2 anos

Chiclete: 5 anos

Lata: 10 anos

Garrafa de plástico: mais de 100 anos

Tecido: 100 a 400 anos

Vidro: 4.000 anos

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SOLUÇÕES PARA O DESCARTE DE CHICLETES

Agora me diga, o que você faz quando o chiclete perde o gosto? Joga na rua, cola na mesa, na cadeira ou no cabelo de alguém?

Eis uma ótima solução:

Fonte: YouPix ;

 

 

Que coisa feia…

Segunda-feira, Março 1st, 2010

Como já publicado anteriormente aqui, uma enorme quantidade de lixo - em sua maioria lixo plástico - está se formando no meio do Oceano Atlântico.

A descoberta, que lembra a já conhecida “grande mancha de lixo do Pacífico”, foi revelada em um encontro científico em Portland, nos Estados Unidos.”Nós encontramos uma região mais ou menos ao norte do Oceano Atlântico onde estes resíduos parecem estar concentrados e permanecem durante longos períodos”, disse Kara Lavender Law.

Segundo ela, mais de 80% do lixo plástico foram encontrados na região entre 22 e 38 graus norte. “Ou seja,temos uma latitude onde o lixo parece se acumular”, concluiu a pesquisadora. O estudo, o mais longo sobre o tema, foi realizado ao longo de 22 anos.

Para determinarem a presença de resíduos plásticos nos oceanos, uma equipe da SEA coletou os materiais em redes de malha fina. Ao total, foram 6.100 reboques na região do Caribe e do Atlântico Norte - e mais de 64.000 pedaços de plástico coletados.

E o mais incrível é que nós continuamos a jogar esse tipo de lixo no mar, na rua, nos rios, etc. É inacreditável. Veja algumas fotos que mostram bem do que o plástico é capaz.


 Bonito, não?