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Inovações!

Quinta-feira, Janeiro 31st, 2008

A Irlanda, durante a Conferência de Bali, anunciou a decisão de banir todas as lâmpadas incandescentes existentes no país até o ano de 2009.
Não é a primeira vez que um país faz esse tipo de anúncio. A Austrália, apesar de só ter assinado o Protocolo de Kyoto em 2007, foi a pioneira nesse tipo de política pública. A Alemanha e o Canadá também já dão sinais claros que deverão adotar essa posição nos próximos anos. Nos EUA já há certa pressão pública para adotar essas medidas, apesar da relutância dos governantes. Leia mais.

a Irlanda, a troca dessas lâmpadas por fluorescentes reduzirá a emissão de carbono para 700.000 toneladas por ano. Essa iniciativa, além de ser muito boa para o meio ambiente, também contribuirá – e muito! – para os cofres públicos: será economizada a impressionante quantia de €185 milhões em custos de energia.

utra boa iniciativa da Irlanda está no ramo automotivo. O país está planejando dosar os impostos sobre os carros de acordo com o nível de poluição emitidos. Quanto maior a emissão de gás emitida pelo carro, maior será o imposto cobrado.

Você acha possível a adoção dessas políticas no Brasil?

Entenda: A economia gerada por uma lâmpada fluorescente - no caso do modelo mais simples de R$ 14 - chega a R$ 31,50 em três anos. Do total, R$ 27 são economizados por conta do consumo menor de energia e R$ 4,50 por conta da maior durabilidade da lâmpada fluorescente, que não precisará ser trocada durante o período de três anos. Já o modelo incandescente deverá ser trocado três vezes durante o período.

Eficiência energética contra o efeito estufa.

Quarta-feira, Outubro 10th, 2007

 

A melhoria da eficiência energética de usinas, indústrias, prédios, casas e carros é a maneira mais fácil de reduzir o ritmo do aquecimento global.

Foi essa a assertiva que se chegou após recente reunião da ONU, em Viena. Em um relatório documentado dos gastos e investimentos para a contenção do efeito estufa, delegados de 158 países chegaram a essa conclusão após examinarem que seria necessário muito mais dinheiro para remediar a situação no futuro, do que para investir agora em novas tecnologias que contenham a emissão de gases. A velha máxima de que é melhor prevenir do que remediar cabe muito bem nessa ocasião.

O documento deve servir de orientação aos governos para quando expirar a validade do Protocolo de Kyoto, que tem prazo até 2012. O estudo também prega maior eficiência de usinas elétricas, combustíveis e um melhor isolamento térmico em prédios. Prevê ainda uma expansão das energias renováveis, como a solar e a hidrelétrica, e também algum avanço da energia nuclear.

O chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, Ivo de Boer, afirma que as melhores oportunidades de investimentos relativos às mudanças climáticas estão nos países emergentes ou em desenvolvimento, enquanto os países desenvolvidos – e maiores poluentes – têm que lutar para diminuir as emissões e continuar seu crescimento de forma mais limpa.

Boer ainda destacou os esforços brasileiros na luta contra a emissão de gases, afirmando que o país é líder mundial na produção de energia hidroelétrica e de biocombustíveis.

O mundo inteiro se encaminha para uma cooperação mundial em benefício do meio ambiente. Esperamos que dessa vez todos os países assinem e façam, no mínimo, a sua parte.

Como cidadão você faz a sua parte? Nos conte!