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LED abastecidos com energia solar!

Terça-feira, Dezembro 1st, 2009

Cerca de 1,6 bilhões de pessoas no mundo não conseguem se conectar a uma fonte de eletricidade. Absurdo, não? Tenho certeza de que você aí na sua casa não tem a menor ideia do que seja isso. Imagine você querer fazer algo à noite e não ter luz suficiente para isso. Imagine você ou seu filho querer jogar uma simples partida de futebol e não conseguir por este simples “detalhe”.

Foi pensando nisto que a Philips criou um sistema que permitirá que comunidades em desenvolvimento possam ter energia para atividades sociais, educativas, culturais e comerciais.

Lançado simultaneamente na Holanda e África do Sul, o sistema está disponível como uma solução totalmente portátil. Usando a tecnologia de sistemas eficientes de iluminação LED, o sistema pode iluminar áreas de até 40×20m com luz branca brilhante. Células de bateria avançada fornecem até oito horas de holofotes com uma única carga solar. O sistema também é altamente sustentável, com um design robusto capaz de suportar os rigores extremos da vida em alguns dos terrenos mais difíceis e remotos do mundo.

“Esta é uma iniciativa fantástica”, diz Kanu, o futebolista internacional nigeriano, que está trabalhando com a Philips para ajudar a promover o sistema de holofotes do mundo inteiro. “O futebol é uma linguagem universal, especialmente na África. Permitindo que as crianças e adultos sejam ativos mesmo quando o sol se põe. O sistema vai enriquecer as suas vidas, sua saúde e seu bem-estar. ”

“Essa solução é um maravilhoso exemplo de aplicação da Philips na inovação baseada em nossa percepção e compreensão das necessidades das pessoas”, diz Marc de Jong, CEO Philips Lighting.

O sistema de LED solar já está disponível para encomenda. Philips pode proporcionar uma solução total, incluindo as luzes LED, postes portáteis, painéis solares e baterias, ou apenas o conjunto de holofotes. O sistema também pode ser usado para aplicações não-desportivos em locais sem acesso a uma rede elétrica, tais como aulas noturnas em vilarejos remotos, segurança, lojas e mercados ao ar livre, ou a iluminação de emergência para situações de catástrofe.

Mais informações podem ser encontradas no site www.philips.com / offgridlighting

Futebol Sustentável!

Segunda-feira, Agosto 31st, 2009

Mais conhecido como Metropolitano de Pituaçu, o estádio Governador Roberto Santos, situado em Salvador, está bem próximo de ser a primeira praça esportiva do Brasil e da América Latina a contar com energia solar fotovoltaica. A autorização para a implantação do sistema ecoeficiente no equipamento estatal foi concedida no início deste mês.

Um grupo de trabalho formado por diversas organizações será comandado pelo Laboratório de Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina. Os catarinenses foram escolhidos porque já têm parceria com uma empresa alemã, que possivelmente será a escolhida para colocar o projeto em prática.

O investimento para a viabilidade do projeto está inicialmente orçado em R$ 5,2 milhões.

Quanto aos olhares desconfiados dos que ainda duvidam da eficiência da utilização da energia solar, Mascarenhas foi enfática: “Não vai faltar luz nunca. O fornecimento de energia é garantido”.

Os estádios de Badenova, em Freiburg, na Alemanha, e o Stade de Suissse Wandkdorf National, em Berna, na Suíça já contam com a tecnologia sustentável e serviram de base para os estudos da Coelba, empresa responsável pela construção aqui no Brasil.

Em novembro de 2007, a “tragédia da Fonte Nova”, que vitimou sete pessoas que assistiam a partida entre Bahia e Vila Nova, válida pelo Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão, estimulou o poder público estadual baiano a investir cerca de R$ 50 milhões no então abandonado estádio de Pituaçu. Menos de dois anos depois, a praça esportiva é uma das mais modernas e confortáveis do país - sendo que abrigará a Seleção Brasileira no mês de setembro, no jogo contra o Chile, pelas Eliminatórias da Copa de 2010.

Abaixo está uma foto do estádio entes da reforma:

Será que viraremos exemplo também fora dos gramados?

Fonte: EcoDesenvolvimento