Posts Tagged ‘energia solar’

Woodstock: sustentabilidade

Segunda-feira, Agosto 24th, 2009

O famoso e inesquecível festival Woodstock agora vai brilhar de um jeito diferente.

Quatro postes de energia solar (LED) foram instalados perto do monumento de Woodstock, na cidade de Bethel, EUA. A ação faz parte de uma experiência com estas luzes e ainda é um programa de aprendizagem para crianças.

O projeto foi elaborado pelos municípios, Bethel Woods e Renascença Sullivan, com uma concessão U$ 338.000 do New York State Energy Research e mais U$ 138.000 das empresas participantes.

 O objetivo é aumentar o uso desse tipo de lâmpada. Cidades interessadas não faltam: “Eu já ouvi cinco ou seis municípios” em Rockland e Westchester que estão interessados nesse tipo de iluminação. Além do enorme benefício ambiental, há que se destacar a facilidade de instalação dos postes.

 As lâmpadas incandescentes duram até 5.000 horas e lâmpadas compactas fluorescentes duram até 15.000 horas. O LED deve durar 50.000 horas.Woodstock continua fazendo história…

Avião movido a energia solar!

Quinta-feira, Julho 2nd, 2009

Foi apresentado na semana passada, na Suíça, o Solar Impulse HB-SIA, primeiro avião movido a energia solar programado para planos de voo noturno.

A expectativa é que, no ano que vem, o avião cruze os EUA e, em maio de 2011, dê a volta ao mundo, com escalas em todos os continentes.

O projeto vem sendo considerado a nova aventura de Bertrand Piccard, um psiquiatra franco-suíço de 51 anos, primeiro homem a dar a volta ao mundo num balão, sem escalas, em março de 1999. Ele faz parte de uma família de inovadores (loucos?). Seu avô, Auguste Piccard, o primeiro homem a alcançar a estratosfera em um balão com cabine pressurizada, em 1931. E o pai, Jacques Piccard, atingiu a profundidade recorde de 10.911 metros na fossa filipina das Marianas com o batiscafo “Triest”, em 1960.
O desafio de criar uma aeronave com energia limpa foi dividido, em 2002, com o empresário André Borschberg, engenheiro de 57 anos, formado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e ex-piloto da Força Aérea Suíça.

Ele e Piccard conseguiram atrair cifrões de empresas como Solvay, Omega e Deutsche Bank. Além disso, foi formado um comitê de apoiadores do projeto, que inclui personalidades como Al Gore, Buzz Aldrin (homem que pisou na Lua) e até Paulo Coelho. Eles preferem não divulgar o custo do projeto, embora Piccard tenha comentado, em uma entrevista em 2007, que o investimento total (incluindo dois aviões e operações de voo) fosse de cerca de 100 milhões de francos suíços (cerca de R$ 181 milhões), na época.

A aeronave se movimenta a 70 quilômetros por hora, em média, e o cockpit prevê apenas um piloto, que precisa usar máscara de oxigênio em grandes altitudes. A potência dos motores não passa de 8 HP ou 6kW, mais ou menos o equivalente à da máquina construída pelos irmãos Wright em 1903. O desempenho parece modesto, mas é um feito ao se considerar a capacidade de voar sem sol e nem sequer um litro de combustível.

“Uma bateria de lítio de 400 quilos permite o voo noturno”, explica Le Liepvre. Além disso, o piloto do Solar Impulse terá que seguir uma rotina para manter a aeronave em funcionamento: no fim da noite, a altitude será de cerca de 3.000 metros. Com o nascer do sol, o avião começará a subir, alimentando as baterias. Após algumas horas, alcançará 12.000 metros e, ao entardecer, retomará os 3.000 metros.

Fonte: UOL Ciência e Saúde.

Off the Grid!

Terça-feira, Junho 9th, 2009

Hoje o nosso habitat é muito dependente da rede de energia e água. As constantes crises - não só de água e energia - e os problemas como aquecimento global e poluição ambiental são problemas enfrentados por todos os países.

Compreender as cidades com dinamismo e pensando na evolução dos ecossistemas pode nos ajudar a formular estratégias para um futuro urbano sustentável. A Philips criou o projeto “Off the Grid” baseado no projeto de desenvolvimento sustentável para uma megalópole na China em 2020.

O objetivo do projeto busca otimizar as funcionalidades bioquímicas e eletrônicas para alterar as construções - edifícios e fábricas -, deixando-as mais orgânicas e sustentáveis. Basicamente o projeto visa criar estruturas que sustentem as necessidades dessas construções.

O conceito é usar materiais inteligentes para construção das estruturas, como, por exemplo, criar funcionalidades inteligentes que reajam às diferentes ações da natureza, permitindo uma melhoria considerável na conservação de energia. Outras ações que o projeto visa viabilizar:

  • Fazer a parte exterior das construções refletirem a luz para dentro do prédio;
  • Capturar água da chuva para tarefas domésticas;
  • Aproveitar a incidência de ventos para refrigerar apartamentos, escritórios e máquinas;
  • Transformar luz solar em elétrica;

Em resumo, o potencial desse projeto visa tornar as obras perfeitamente sustentáveis, sem precisar de nenhum elemento externo, como a água ou à energia como a conhecemos hoje.

Veja esse impressionante vídeo e entenda mais sobre o que se trata:

É a Philips criando e conceituando o nosso futuro!

A máfia ecologicamente correta: Sicília!

Segunda-feira, Março 23rd, 2009

A Sicília, um lugar marcado pelas ações da máfia italiana, talvez não pareça o cenário ideal para dar um bom exemplo ao mundo, mas  parece que é exatamente isso que vai acontecer.

Com a intenção de fazer a “3a. Revolução Industrial”, a ilha da Sicília - 5 milhões de habitantes - está na iminência de traçar um caminho visionário na busca de energias renováveis baseado no conceito de que consumidores individuais de eletricidade também podem se tornar produtores por meio de prédios super-eficientes e assim guiar o mundo para a saída do “crepúsculo” da era de combustíveis fósseis e de tecnologia nuclear da Guerra Fria.. O plano de energia da Sicília foi revelado no final de semana em Palermo.

Jeremy Rifkin - professor americano e consultor de energia da Comissão Europeia - manteve seu público hipnotizado por uma hora, explicando como a humanidade escorregará para a aniquilação climática se não mudar radicalmente de curso e adotar um futuro baseado no sol, vento, ondas e biomassa, além de tecnologia de hidrogênio para armazenar a eletricidade excedente.

“Se você pode criar uma Sicília sustentável, talvez possa criar um mundo sustentável”, concluiu, enquanto a plateia aplaudia de pé.


Por que a Sicília?

A principal razão é o fator geográfico da ilha. Além do sol que é presente o ano inteiro, os produtores de energia veem um mercado inexplorado e uma grande chance de crescimento. A máfia siciliana também vem “contribuindo” com o meio ambiente e se tornando “verde”. Recentemente, a polícia prendeu oito empresários e autoridades locais suspeitos de conspirar para garantir o financiamento para uma fazenda eólica.

A estratégia de energia renovável prevê € 5 bilhões de financiamento em cinco anos, na maior parte da União Europeia. Ele prometeu que impedirá qualquer tentativa de seus aliados do governo de centro-direita de Silvio Berlusconi de instalar uma usina nuclear na ilha.

Com a crise financeira, Rifkin se preocupa que os governos gastem muito tentando resgatar indústrias “antigas”, como a dos carros movidos a gasolina e indústrias nucleares, e que sobre pouco para o novo.

Ele elogia o presidente americano Barack Obama por ver o futuro na energia renovável, mas diz que Washington ainda está muito presa à ideia de usinas de energia eólica ou solar centralizadas e grandes em vez de adotar sua visão de “energia distribuída”, ou de prédios eficientes que podem vender o excedente de volta para o sistema através de “redes inteligentes”.

Trabalhando cidade por cidade -ele se recusa a dizer quais cidades na Europa por razões comerciais- Rifkin está reunindo o apoio de grandes empresas -inclusive IBM, Siemens, Philips Lighting, a imobiliária Cushman & Wakefield e outras- em seu grupo de planejamento.

A Agência Internacional de Energia diz que os prédios no mundo inteiro são responsáveis por mais de 40% do uso de energia e 24% das emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: Uol

BlueCar: elétrico e solar!

Quinta-feira, Março 19th, 2009

Fabricado pela italiana Pininfarina e pela francesa Bolloré, o carro em questão não é mais só um protótipo. O BlueCar é um carro elétrico e terá as suas primeiras unidades entregues em cerca de um ano em seis países europeus. Além de poder ser carregado em qualquer tomada tradicional, o carro também possui painéis solares que podem reabastecer o carro mesmo em movimento.


Só pra se ter uma idéia, com a bateria carregada completamente, o carro tem uma autonomia de 250km. Porém, com os painéis solares essa autonomia aumentaria significativamente: De acordo com testes, o carro ganharia 30km de autonomia a cada 7 minutos de exposição aos raios solares, além de alimentar os instrumentos internos do carro.

Sua velocidade máxima é limitada em 130km/h e possui uma aceleração de 0 a 60km/h em 6,3 segundos.
Um belo carro, energicamente eficiente e ecologicamente correto. O preço ainda não foi divulgado, mas a empresa italiana já aceita pedidos.
E aí, você trocaria o seu carro por um desses?

Fonte: TreeHugger

Energia Solar desperdiçada

Quinta-feira, Janeiro 29th, 2009

Muito antes de descobrir as reservas de óleo do pré-sal, o Brasil já era uma das nações mais ricas do mundo em energia. É o país com a maior área territorial dos trópicos e, consequentemente, recebe uma quantidade gigantesca de radiação solar. O grau de aproveitamento dessa energia para produção de eletricidade, porém, é quase nenhum. Nações de clima temperado e com territórios muito menores, que passam vários meses cobertos de neve, como Alemanha e Espanha, produzem mais energia solar do que o Brasil.

“O lugar menos ensolarado do Brasil (Florianópolis) recebe 40% mais energia solar do que o lugar mais ensolarado da Alemanha”, compara o especialista Ricardo Rüther, do Laboratório de Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Segundo ele, só em 2007, os alemães instalaram em seus telhados, na forma de painéis solares, o equivalente ao que produz a usina nuclear de Angra 2 (1.200 megawatts). O país europeu é o pioneiro no incentivo ao uso da energia solar, com um programa federal que subsidia a produção.

No Brasil, o uso da energia solar ainda se resume a aquecedores para água de chuveiro. O uso de sistemas fotovoltaicos para produção de eletricidade é bastante limitado. Mas o potencial é enorme. “Se a área do lago de Itaipu fosse coberta com painéis solares, isso produziria mais do que o dobro da energia que é produzida pela via hidrelétrica“, afirma Rüther. No lugar dos atuais 25%, a usina produziria 50% da eletricidade consumida no Brasil.

Um problema é o preço: a energia elétrica solar ainda custa cerca de dez vezes mais do que a energia elétrica convencional, segundo o pesquisador Enio Pereira, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Outra é a escala: “O que teria de ser instalado em Itaipu corresponde a cerca de dez vezes o que já se instalou de painéis fotovoltaicos até hoje no mundo”, afirma Rüther.

Fonte: O Estado de São Paulo

Um carro ou uma bateria?

Terça-feira, Janeiro 27th, 2009

Cientistas da Universidade de Delaware, EUA, desenvolveram um projeto que utiliza o carro como um gerador de energia. O carro elétrico foi transformado e consegue abastecer cerca de US4.000,00 por ano em forma de energia elétrica. O carro, batizado de V2G é apenas um protótipo, mas o responsável pelo projeto, Willet Kempton, já trabalha para construir mais carros até o final de 2009.

Kempton acredita que essa possibilidade de armazenamento de energia possa ser um grande incentivo ao uso das energias renováveis. “O carro funciona como uma grande bateria, que pode ser alimentado por qualquer tipo de energia, como a solar e a eólica. Após carregado, ele pode ser usado como automóvel, para abastecer uma residência ou ainda para vender essa energia

Os veículos vão ser usados na cidade de Newark e é um experimento único no mundo.

Especificações do projeto

  • Feito com materiais leves, o carro não emite dióxido de carbono (CO2) e otimiza toda a energia.
  • Aceleração: 0 a 100km/h em 7 segundos.
  • Velocidade máxima: 150km/h
  • Duração da bateria: 5 anos ou 80.000 km (ainda em fase de teste)
  • Manutenção: Não há troca de óleo; os freios tem duração três vezes maior que um carro normal, pois o carro tem um mecanismo que diminui a velocidade com a redução de energia da bateria.

Apesar dos EUA ser o país que mais polui no mundo, vem de lá as maiores soluções para o uso de energias renováveis.

Já foi dito aqui antes, mas não vejo esse tipo de projetos aqui no Brasil. Alguém conhece?

Torre de energia solar

Sexta-feira, Janeiro 16th, 2009

 

A empresa espanhola Abengoa vai inaugurar em breve um empreendimento inovador e um marco na história das energias renováveis. Trata-se da maior torre de energia solar do mundo, que será construída no deserto da Andaluzia, nos arredores de Sevilha.

Mais de 1000 espelhos serão usados para refletir a luz solar e superaquecer a água na torre central. Quando completada, a torre, que custará cerca de €80 milhões, gerará 20MW de eletricidade e abastecerá cerca de 11.000 casa espanholas.

“Energia solar concentrada”(CSP) é uma tecnologia vista por especialistas como uma forma barata, simples e eficaz de aproveitar a energia solar. O grande problema é que a tecnologia só funciona em locais de grande concentração de sol durante o ano inteiro. Por isso o local escolhido foi o deserto da Andaluzia, um lugar extremamente propício para o desenvolvimento do projeto.

De acordo com José Domingues Abascal, diretor de tecnologia da Abengoa, “as radiações que atingem a Terra são 10.000 vezes o consumo de energia, o que proporciona um enorme potencial para a energia advinda do sol”.

A nova torre solar, chamada de PS20, faz parte dos esforços da Espanha para cumprir as metas de energia limpa, que estabelece 20% de energias renováveis até 2020. Atualmente a Espanha é um dos países que mais investe em energias renováveis e dá exemplo ao mundo todo.

Fonte: The Guardian

Foto1: Afloresm

Foto2: Denis Doyle / Getty

Cemitério Energético

Quarta-feira, Dezembro 3rd, 2008

A vila espanhola de Santa Coloma de Gramanet, próxima à Barcelona, começou a fazer a sua parte na luta contra o aquecimento global. Porém, devido ao superpovoamento - 124.000 mil pessoas em pouco mais de 3,5km2 -, o Conselho Municipal da cidade tomou uma atitude nada convencional e que desagradou alguns habitantes locais.
Na ausência de áreas planas na cidade, foram construídos 462 painéis solares em cima do cemitério local. Os painéis foral colocados onde cerca de 57 mil pessoas estão enterradas. O Projeto custou U$900.000,00 e vai ajudar a reduzir 62 mil toneladas de CO2 por ano e fornecer energia suficiente para abastecer 60 residências integralmente

A população da pequena vila ficou atônita quando recebeu a notícia e ouve uma série de protestos achando que seria um total desrespeito ao mortos. Antônio Fogue, vereador da cidade, disse à agência Associated Press, que os ânimos dos moradores já estão mais calmos e que a maioria acha que a instalação dos painéis solares é compatível com o respeito pelos mortos e suas famílias. “A geração de energia limpa é uma homenagem aos nossos antepassados”, concluiu Fogue.

E você, o que acha do projeto? E se fosse na sua cidade?

Chuveiros elétricos - Instituto Akatu

Quarta-feira, Agosto 6th, 2008

Quando se pensa em consumo de energia elétrica, imediatamente vem à mente o uso de eletricidade na TV, computador, lâmpadas, ou o consumo da geladeira, por exemplo. Mas não é todo mundo que lembra que um dos principais consumidores de energia de uma casa é o chuveiro elétrico. Especialmente se os moradores daquela residência têm o hábito de esquecer da vida quando entram embaixo da ducha.

De acordo com o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), um chuveiro elétrico é responsável por 25% a 35% do gasto de eletricidade de uma casa e apresenta um consumo médio mensal de 120 kwh, considerando um chuveiro de 3500 W, com 40 minutos de uso por dia (quatro banhos diários de 10 minutos cada). Esse volume de energia elétrica, para ser produzido, lança cerca de 31 quilos de dióxido de carbono (CO2) na a atmosfera. Em um ano, essa emissão sobe para mais de 11 mil quilos, o equivalente à emissão de um carro movido a gasolina, com motor até 1.4 de potência, ao andar 72 mil quilômetros, ou seja, percorrendo oito vezes todo o litoral brasileiro.

Para contribuir com a redução da demanda por energia elétrica, o consumidor pode optar por utilizar energia renovável, como a solar gerada por meio de painéis de aquecimento. Essa tecnologia é uma alternativa ambientalmente positiva para o consumidor, que pode tomar banho com o mesmo conforto e com menor emissão de gases de efeito estufa.

Segundo cálculos do Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol) e da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, a instalação de painéis solares no Brasil evitou, em 2006, a emissão de mais de 200 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Esse volume é o equivalente à absorção de CO2 em uma área igual a 3,5 Parques do Ibirapuera, em São Paulo, plantados com árvores nativas da Mata Atlântica e que levariam 37 anos de crescimento para concluir a tarefa.

Ainda segundo o Dasol, a tecnologia solar para aquecimento da água economizou 1,7 bilhão de reais referente ao investimento que seria necessário em uma usina hidrelétrica de mais de 550 MW  para atender a demanda no horário de pico se não houvesse o uso dos painéis solares. Esse dinheiro público ficou disponível para uso em aplicações fundamentais ao bem estar da população, como a educação e a saúde.

Para quem usa aquecimento elétrico no chuveiro e não tem a possibilidade de fazer a substituição por painéis solares, o Procel dá algumas dicas de economia de energia no banho:

  • Nos dias quentes, coloque o chuveiro na posição “Verão”; nesta posição o consumo será cerca de 30% menor do que na posição “inverno”
  • Compre um chuveiro menos potente (até 80% mais barato) e reduza a sua conta de luz entre 30% e 40%, segundo cálculos da Secretaria de Habitação de São Paulo.
  • Nunca reaproveite uma resistência queimada, pois isso provoca o aumento do consumo e coloca em risco a sua segurança

É claro que as tecnologias podem ajudar a conter o desperdício, mas lembre-se que é vital procurar mudar algumas atitudes quando se está utilizando os recursos do planeta. Ou seja, deixe o chuveiro ligado somente o tempo necessário para o banho, fechando a torneira para se ensaboar, por exemplo. Banhos demorados contribuem para o aquecimento do planeta, pois utilizam mais energia e mais água, além de custar mais caro no seu bolso.

Visite e conheça o Instituto Akatu.