Posts Tagged ‘energia solar’

Aproveitamento dos desertos

Quarta-feira, Fevereiro 3rd, 2010

Um centro de pesquisa e complexo de reaproveitamento verde chamado projeto Sahara Forest está previsto para começar em 2010 e pode servir como uma fonte de novas tecnologias planejadas para ambientes desérticos.

O projeto “utiliza recursos abundantes como terreno árido, luz do Sol e água do mar para produzir recursos-chave que estão em alta demanda, como, por exemplo, buscar converter água do mar em água fresca.

O projeto lembra que as florestas estão desaparecendo, enquanto os desertos aumentam em área.

Trata-se de um “oásis” de energia renovável, nas palavras da revista “National Geographic”, cujo site divulgou o projeto no fim de janeiro.

O nome do projeto não significa que será realizado na África; Saara significa “deserto” em árabe, e o centro almeja ser uma versão em pequena escala de complexos verdes que os gerentes do projeto esperam construir em desertos por todo o planeta.

O site do projeto afirma que passava por seu cronograma apresentá-lo na conferência do clima de Copenhague, de dezembro; e em alguns anos obter múltiplos locais para funcionamento.

Os especialistas responsáveis, da Bellona Foundation, Noruega, agora examinam locais áridos na Austrália, Estados Unidos, Oriente Médio e África para iniciar os testes.

Fonte: UOL

LED abastecidos com energia solar!

Terça-feira, Dezembro 1st, 2009

Cerca de 1,6 bilhões de pessoas no mundo não conseguem se conectar a uma fonte de eletricidade. Absurdo, não? Tenho certeza de que você aí na sua casa não tem a menor ideia do que seja isso. Imagine você querer fazer algo à noite e não ter luz suficiente para isso. Imagine você ou seu filho querer jogar uma simples partida de futebol e não conseguir por este simples “detalhe”.

Foi pensando nisto que a Philips criou um sistema que permitirá que comunidades em desenvolvimento possam ter energia para atividades sociais, educativas, culturais e comerciais.

Lançado simultaneamente na Holanda e África do Sul, o sistema está disponível como uma solução totalmente portátil. Usando a tecnologia de sistemas eficientes de iluminação LED, o sistema pode iluminar áreas de até 40×20m com luz branca brilhante. Células de bateria avançada fornecem até oito horas de holofotes com uma única carga solar. O sistema também é altamente sustentável, com um design robusto capaz de suportar os rigores extremos da vida em alguns dos terrenos mais difíceis e remotos do mundo.

“Esta é uma iniciativa fantástica”, diz Kanu, o futebolista internacional nigeriano, que está trabalhando com a Philips para ajudar a promover o sistema de holofotes do mundo inteiro. “O futebol é uma linguagem universal, especialmente na África. Permitindo que as crianças e adultos sejam ativos mesmo quando o sol se põe. O sistema vai enriquecer as suas vidas, sua saúde e seu bem-estar. ”

“Essa solução é um maravilhoso exemplo de aplicação da Philips na inovação baseada em nossa percepção e compreensão das necessidades das pessoas”, diz Marc de Jong, CEO Philips Lighting.

O sistema de LED solar já está disponível para encomenda. Philips pode proporcionar uma solução total, incluindo as luzes LED, postes portáteis, painéis solares e baterias, ou apenas o conjunto de holofotes. O sistema também pode ser usado para aplicações não-desportivos em locais sem acesso a uma rede elétrica, tais como aulas noturnas em vilarejos remotos, segurança, lojas e mercados ao ar livre, ou a iluminação de emergência para situações de catástrofe.

Mais informações podem ser encontradas no site www.philips.com / offgridlighting

Oásis de energia!

Terça-feira, Novembro 10th, 2009

Uma disputa pelo maior parque de energia solar do mundo já começou! A disputa - muito boa para todos nós! - tem um novo líder: o deserto do Saara. Já tivemos projetos ousados no mundo (Portugal, Espanha, Chile, etc), mas acho que esse vai ser dificil de superar.

12 empresas assinaram um acordo para construir o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.

Serão colocados milhares de painéis solares no norte da África, formando uma extensa faixa com o objetivo de fornecer cerca de 15% da demanda de energia da europa com energia limpa. Até agora as empresas que assinaram o acordo são: ABB, ABENGOA Solar, Cevital, DESERTEC Foundation, Deutsche Bank, E.ON, HSH Nordbank, MAN Solar Millennium, Munich Re, M+W Zander, RWE, SCHOTT Solar, and Siemens. O projeto irá ligar várias instalações de energia solar pela costa do norte da África e transmitir grande parte da energia para a Europa. Além disso, usinas de dessalinização serão associadas as instalações solares para levar água fresca às pessoas na África.

Apesar de faltarem muitos anos para completar o projeto, o acordo assinado irá unificar forças para o objetivo final. Muito trabalho precisa ser feito, e as empresas e governos precisam trabalhar juntos para superar questões como segurança energética, equidade, justiça social, direitos sobre a água e energia solar e compensação.

Estradas energéticas!

Quarta-feira, Setembro 9th, 2009

As rodovias podem ser a solução para a crise energética, aposta a Solar Roadways, empresa que atualmente desenvolve o primeiro protótipo de painéis solares a serem implantados em estradas americanas. Segundo os cálculos da companhia, uma única estrada de quatro pistas, que se estenda ao longo de 1,6 quilômetro, seria capaz de abastecer 500 casas.

Para testar a eficácia do projeto, a empresa obteve uma concessão do Departamento de Transportes dos Estados Unidos no valor de 100.000 dólares. A ideia é que os painéis sejam cobertos com um mosaico de pequenas luzes, que ajudarão os motoristas a se orientarem. Eles também poderão ser equipados com aquecedores, de forma a evitar o acúmulo de neve e gelo no inverno.

A Solar Roadways estima que cada painel deverá ser capaz de produzir 7,6 quilowatt-hora por dia. De acordo com a empresa, pavimentar todas as estradas do país com a tecnologia irá gerar o triplo da energia utilizada pelos americanos. Mas o preço elevado dos painéis - cada um ao custo de 6.900 dólares - deverão manter o projeto em menor escala.

Fonte: Veja

Energia renovável: e o Brasil?

Quarta-feira, Setembro 2nd, 2009

A empresa Canadian Solar está desenvolvendo um projeto para implementar 500 megawatts de energia solar em Baotou, na China.

Baotou é uma cidade manufatureira às margens do rio Amarelo, na Mongólia. Sua população chega a mais de 2 milhões de pessoas, de acordo com oficiais do governo chinês.

O projeto demonstra a determinação e o compromisso para obter energia limpa e desenvolvimento sustentável da região. A empresa Canadian Solar tem subsidiárias na China, que já fabricam células solares e sistemas de painéis solares, entre outras coisas. O projeto Baotou ainda está sujeito à aprovação regulatória e vai se desenvolver em três fases.

Uma fase incluirá a instalação de 100 megawatts de energia fotovoltaica, entre setembro de 2009 e dezembro de 2011, seguida por mais duas fases de desenvolvimento, cada, incluindo instalações de 200 megawatts.

Essa iniciativa não é a primeira do tipo. Em 2008 foi anunciada uma fazenda solar térmica de 500 megawatts de energia solar térmica em Fort Irwin, Califórnia.

E o Brasil, o que acontece por aqui? Nós vemos mobilização no mundo todo para obtenção de energias renováveis e o Brasil só consegue falar no pré-sal. Ok, é importante, mas não seria a hora de investir em outros tipos de obtenção de energia?

Obama com energia solar!

Terça-feira, Agosto 25th, 2009

Um projeto para difundir a energia solar no Quênia, levado adiante pela organização Greenpeace, instalou painéis solares na casa da avó do presidente americano Barack Obama, conhecida como Mama Sarah. O programa da organização capacitou 25 jovens carentes de uma favela de Nairóbi, capital do país, para instalar e manter painéis solares na região.

A intenção é estimular o desenvolvimento de uma indústria de energia solar na região e aproveitar para incentivar esse tipo de energia limpa e renovável, contribuindo no combate às causas do aquecimento global.

Segundo publicou o Greenpeace, a avó de Barack Obama se disse satisfeita com o projeto, não só pelo uso da energia solar, mas também pela oportunidade dada aos jovens carentes de Kibéria, uma das maiores favelas do mundo e que fica nos arredores da capital.

Além da casa de Mama Sarah, uma escola chamada Senador Barack Obama também recebeu painéis solares. Boa publicidade para a organização e para a causa.

Fonte: Vírgula

Woodstock: sustentabilidade

Segunda-feira, Agosto 24th, 2009

O famoso e inesquecível festival Woodstock agora vai brilhar de um jeito diferente.

Quatro postes de energia solar (LED) foram instalados perto do monumento de Woodstock, na cidade de Bethel, EUA. A ação faz parte de uma experiência com estas luzes e ainda é um programa de aprendizagem para crianças.

O projeto foi elaborado pelos municípios, Bethel Woods e Renascença Sullivan, com uma concessão U$ 338.000 do New York State Energy Research e mais U$ 138.000 das empresas participantes.

 O objetivo é aumentar o uso desse tipo de lâmpada. Cidades interessadas não faltam: “Eu já ouvi cinco ou seis municípios” em Rockland e Westchester que estão interessados nesse tipo de iluminação. Além do enorme benefício ambiental, há que se destacar a facilidade de instalação dos postes.

 As lâmpadas incandescentes duram até 5.000 horas e lâmpadas compactas fluorescentes duram até 15.000 horas. O LED deve durar 50.000 horas.Woodstock continua fazendo história…

Avião movido a energia solar!

Quinta-feira, Julho 2nd, 2009

Foi apresentado na semana passada, na Suíça, o Solar Impulse HB-SIA, primeiro avião movido a energia solar programado para planos de voo noturno.

A expectativa é que, no ano que vem, o avião cruze os EUA e, em maio de 2011, dê a volta ao mundo, com escalas em todos os continentes.

O projeto vem sendo considerado a nova aventura de Bertrand Piccard, um psiquiatra franco-suíço de 51 anos, primeiro homem a dar a volta ao mundo num balão, sem escalas, em março de 1999. Ele faz parte de uma família de inovadores (loucos?). Seu avô, Auguste Piccard, o primeiro homem a alcançar a estratosfera em um balão com cabine pressurizada, em 1931. E o pai, Jacques Piccard, atingiu a profundidade recorde de 10.911 metros na fossa filipina das Marianas com o batiscafo “Triest”, em 1960.
O desafio de criar uma aeronave com energia limpa foi dividido, em 2002, com o empresário André Borschberg, engenheiro de 57 anos, formado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e ex-piloto da Força Aérea Suíça.

Ele e Piccard conseguiram atrair cifrões de empresas como Solvay, Omega e Deutsche Bank. Além disso, foi formado um comitê de apoiadores do projeto, que inclui personalidades como Al Gore, Buzz Aldrin (homem que pisou na Lua) e até Paulo Coelho. Eles preferem não divulgar o custo do projeto, embora Piccard tenha comentado, em uma entrevista em 2007, que o investimento total (incluindo dois aviões e operações de voo) fosse de cerca de 100 milhões de francos suíços (cerca de R$ 181 milhões), na época.

A aeronave se movimenta a 70 quilômetros por hora, em média, e o cockpit prevê apenas um piloto, que precisa usar máscara de oxigênio em grandes altitudes. A potência dos motores não passa de 8 HP ou 6kW, mais ou menos o equivalente à da máquina construída pelos irmãos Wright em 1903. O desempenho parece modesto, mas é um feito ao se considerar a capacidade de voar sem sol e nem sequer um litro de combustível.

“Uma bateria de lítio de 400 quilos permite o voo noturno”, explica Le Liepvre. Além disso, o piloto do Solar Impulse terá que seguir uma rotina para manter a aeronave em funcionamento: no fim da noite, a altitude será de cerca de 3.000 metros. Com o nascer do sol, o avião começará a subir, alimentando as baterias. Após algumas horas, alcançará 12.000 metros e, ao entardecer, retomará os 3.000 metros.

Fonte: UOL Ciência e Saúde.

Off the Grid!

Terça-feira, Junho 9th, 2009

Hoje o nosso habitat é muito dependente da rede de energia e água. As constantes crises - não só de água e energia - e os problemas como aquecimento global e poluição ambiental são problemas enfrentados por todos os países.

Compreender as cidades com dinamismo e pensando na evolução dos ecossistemas pode nos ajudar a formular estratégias para um futuro urbano sustentável. A Philips criou o projeto “Off the Grid” baseado no projeto de desenvolvimento sustentável para uma megalópole na China em 2020.

O objetivo do projeto busca otimizar as funcionalidades bioquímicas e eletrônicas para alterar as construções - edifícios e fábricas -, deixando-as mais orgânicas e sustentáveis. Basicamente o projeto visa criar estruturas que sustentem as necessidades dessas construções.

O conceito é usar materiais inteligentes para construção das estruturas, como, por exemplo, criar funcionalidades inteligentes que reajam às diferentes ações da natureza, permitindo uma melhoria considerável na conservação de energia. Outras ações que o projeto visa viabilizar:

  • Fazer a parte exterior das construções refletirem a luz para dentro do prédio;
  • Capturar água da chuva para tarefas domésticas;
  • Aproveitar a incidência de ventos para refrigerar apartamentos, escritórios e máquinas;
  • Transformar luz solar em elétrica;

Em resumo, o potencial desse projeto visa tornar as obras perfeitamente sustentáveis, sem precisar de nenhum elemento externo, como a água ou à energia como a conhecemos hoje.

Veja esse impressionante vídeo e entenda mais sobre o que se trata:

É a Philips criando e conceituando o nosso futuro!

A máfia ecologicamente correta: Sicília!

Segunda-feira, Março 23rd, 2009

A Sicília, um lugar marcado pelas ações da máfia italiana, talvez não pareça o cenário ideal para dar um bom exemplo ao mundo, mas  parece que é exatamente isso que vai acontecer.

Com a intenção de fazer a “3a. Revolução Industrial”, a ilha da Sicília - 5 milhões de habitantes - está na iminência de traçar um caminho visionário na busca de energias renováveis baseado no conceito de que consumidores individuais de eletricidade também podem se tornar produtores por meio de prédios super-eficientes e assim guiar o mundo para a saída do “crepúsculo” da era de combustíveis fósseis e de tecnologia nuclear da Guerra Fria.. O plano de energia da Sicília foi revelado no final de semana em Palermo.

Jeremy Rifkin - professor americano e consultor de energia da Comissão Europeia - manteve seu público hipnotizado por uma hora, explicando como a humanidade escorregará para a aniquilação climática se não mudar radicalmente de curso e adotar um futuro baseado no sol, vento, ondas e biomassa, além de tecnologia de hidrogênio para armazenar a eletricidade excedente.

“Se você pode criar uma Sicília sustentável, talvez possa criar um mundo sustentável”, concluiu, enquanto a plateia aplaudia de pé.


Por que a Sicília?

A principal razão é o fator geográfico da ilha. Além do sol que é presente o ano inteiro, os produtores de energia veem um mercado inexplorado e uma grande chance de crescimento. A máfia siciliana também vem “contribuindo” com o meio ambiente e se tornando “verde”. Recentemente, a polícia prendeu oito empresários e autoridades locais suspeitos de conspirar para garantir o financiamento para uma fazenda eólica.

A estratégia de energia renovável prevê € 5 bilhões de financiamento em cinco anos, na maior parte da União Europeia. Ele prometeu que impedirá qualquer tentativa de seus aliados do governo de centro-direita de Silvio Berlusconi de instalar uma usina nuclear na ilha.

Com a crise financeira, Rifkin se preocupa que os governos gastem muito tentando resgatar indústrias “antigas”, como a dos carros movidos a gasolina e indústrias nucleares, e que sobre pouco para o novo.

Ele elogia o presidente americano Barack Obama por ver o futuro na energia renovável, mas diz que Washington ainda está muito presa à ideia de usinas de energia eólica ou solar centralizadas e grandes em vez de adotar sua visão de “energia distribuída”, ou de prédios eficientes que podem vender o excedente de volta para o sistema através de “redes inteligentes”.

Trabalhando cidade por cidade -ele se recusa a dizer quais cidades na Europa por razões comerciais- Rifkin está reunindo o apoio de grandes empresas -inclusive IBM, Siemens, Philips Lighting, a imobiliária Cushman & Wakefield e outras- em seu grupo de planejamento.

A Agência Internacional de Energia diz que os prédios no mundo inteiro são responsáveis por mais de 40% do uso de energia e 24% das emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: Uol