Posts Tagged ‘energia limpa’

Aplicativo para derramar óleo

Quarta-feira, Julho 7th, 2010

Depois de desastre ecológico no Golfo do México, uma empresa de soluções ambientais criou um aplicativo bastante simples e interessante. A gente imagina o tamanho da degradação que esse óleo todo fez nos ecossistemas afetados. Agora imagina se isto ocorresse em algo que você considera seu. (Infelizmente a maioria das pessoas não considera o meio ambiente um bem da Terra…)

Agora nós temos a possibilidade de derramar óleo virtual nos sites… é só inserir o endereço.

O resultado é esse:

A proposta do aplicativo é aumentar a conscientização sobre a necessidade de utilização de energia limpa.

Criativo, não?

Você acessa o site aqui!

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Quando as ideias são levadas ao extremo

Segunda-feira, Junho 14th, 2010

Criar um cinturão ao redor da Terra com placas de energia fotovoltaica. Parece uma boa ideia?

Foto: Shimizu/Divulgação

O Japão planeja executar essa ideia para gerar toda a eletricidade que precisamos na Terra. Para isso, seria construído um cinturão com largura de 11 mil quilômetros de placas fotovoltaicas ao redor do equador.

A eletricidade gerada por essas células seria transportada em microondas ou laser em forma de radiação para a Terra. Para isso teríamos que instalar uma antena de 20 quilômetros de diâmetro para fazer a captação. Por outro tipo de antena, a radiação será convertida de novo em eletricidade em estações de energia.

Com o tempo, o cinturão poderia ter uma largura de até 400 quilômetros e seria suficiente para gerar energia limpa para toda a humanidade.Ele seria construído por robôs montados no espaço e levados para a superfície lunar por uma equipe humana de suporte. O cinturão seria construído com o máximo de materiais que possam ser retirados do próprio solo lunar.

A Teoria é perfeita e resolveria uma série de problemas que andamos enfrentando por aqui. Mas será que isso é possível? Quais os tipos de problemas que isso geraria?

Deixe sua opinião nos comentários.

Oásis de energia!

Terça-feira, Novembro 10th, 2009

Uma disputa pelo maior parque de energia solar do mundo já começou! A disputa - muito boa para todos nós! - tem um novo líder: o deserto do Saara. Já tivemos projetos ousados no mundo (Portugal, Espanha, Chile, etc), mas acho que esse vai ser dificil de superar.

12 empresas assinaram um acordo para construir o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.

Serão colocados milhares de painéis solares no norte da África, formando uma extensa faixa com o objetivo de fornecer cerca de 15% da demanda de energia da europa com energia limpa. Até agora as empresas que assinaram o acordo são: ABB, ABENGOA Solar, Cevital, DESERTEC Foundation, Deutsche Bank, E.ON, HSH Nordbank, MAN Solar Millennium, Munich Re, M+W Zander, RWE, SCHOTT Solar, and Siemens. O projeto irá ligar várias instalações de energia solar pela costa do norte da África e transmitir grande parte da energia para a Europa. Além disso, usinas de dessalinização serão associadas as instalações solares para levar água fresca às pessoas na África.

Apesar de faltarem muitos anos para completar o projeto, o acordo assinado irá unificar forças para o objetivo final. Muito trabalho precisa ser feito, e as empresas e governos precisam trabalhar juntos para superar questões como segurança energética, equidade, justiça social, direitos sobre a água e energia solar e compensação.

Energia do cabelo? Será possível?

Segunda-feira, Setembro 14th, 2009

Milan Karki, um garoto de 18 anos que vive em uma vila do Nepal, resolveu investir na geração de energia elétrica para sua casa e, posteriormente, para seus vizinhos também. Por morar em um dos lugares mais pobres do planeta, onde o acesso a energia elétrica varia entre impossível e bastante complicado, o primeiro impulso do garoto foi procurar por materiais baratos e por modelos sustentáveis.

Assim, Milan teve a ideia de usar cabelo humano em vez de silício - material caro normalmente usado na confecção de painéis solares - para criar seu protótipo. Ele acredita que a melanina do cabelo, além de sensível à luz, funciona como um condutor e que, graças a essa troca, cada equipamento custaria cerca de US$38 e produziria 18 watts.

De acordo com o Daily Mail, o garoto teria dito que, se produzidos em massa, o preço cairia pela metade, o equivalente a um quarto do valor dos produtos semelhantes que circulam no mercado. O painel solar alimentaria baterias e pilhas que forneceriam luz por toda noite.

Milan quer investir na produção em massa da sua invenção por pensar que, em tempos de debate sobre mudanças climáticas e fontes de energia limpa, ela se torna ainda mais relevante. Mas muitos questionam a funcionalidade do seu painel. O cabelo é realmente condutor? Os fios suportariam o calor? Qual seria a perda energética ao substituir um material por outro. Será que funciona?

Alguém aí para explicar como isso funciona?

Fonte: Planeta Sustentável

Conceito Oyster: a onda de energia limpa

Sexta-feira, Agosto 21st, 2009

 

Hidroelétrica marinha

Começou a ser instalado nas costas das Ilhas Orkney, na Escócia, o primeiro protótipo em escala piloto de um novo conceito de geração de eletricidade limpa a partir das ondas do mar.

A principal vantagem do sistema é o pequeno número de partes móveis, que deverão minimizar a necessidade de manutenção. Apenas o oscilador metálico e os pistões ficam sob a água. Pás, engrenagens e geradores, além de todo o circuito de potência para captura da eletricidade, ficam em terra, dentro da usina.

Segundo seu idealizador, o sistema é ideal para áreas com profundidades entre 12 e 16 metros e com grande fluxo direcional de ondas, permitindo que a usina gere energia de forma contínua na maior parte do tempo.

Os riscos ao meio ambiente são mínimos, o que é garantido pelo uso da água como fluido hidráulico, em vez de óleo, que poderia causar danos caso houvesse vazamentos. O sistema também é absolutamente silencioso e não afeta a paisagem.

Embora o conceito esteja em estágio inicial de desenvolvimento, os cientistas afirmam ter localizado áreas potencialmente favoráveis ao conceito Oyster em várias partes do mundo.

“Nossas modelagens por computador das regiões costeiras adequadas para esta tecnologia mostram que a Espanha, Portugal, Irlanda e Inglaterra são os candidatos naturais na Europa. Mas globalmente há um potencial gigantesco em áreas como a costa oeste dos Estados Unidos e as costas da África do Sul, da Austrália e do Chile,” disse o professor Whittaker

Vi no blog da Menina do Dedo Verde

Gelo inflamável

Quarta-feira, Abril 1st, 2009

 

Uma descoberta no mínimo improvável pode ser uma das maiores e mais limpas fontes de energia do planeta. Gelo pegar fogo é uma coisa que não estamos acostumados a ver todo dia.   Segundo a revista New Scientist, o processo se resume a aprisionar gás natural dentro de cubos de gelo e criar uma substância que elimina CO2 na queima do combustível.

Como é possível ver, a olho nu, a queima desse combustível parece algo impossível de acontecer. Isso porque o clatrato hidratado parece gelo normal em chamas. No entanto, isso só é possível porque em sua composição as moléculas de água são organizadas como “gaiolas” que aprisionam moléculas de metano (altamente inflamável).

A pesquisa sobre o clatrato hidratado foi apresentada na reunião da American Chemical Society e cientistas acreditam que essa pode ser uma das fontes de energia mais limpa do planeta pois, comparado com os combustíveis fósseis, o metano libera naturalmente menos dióxido de carbono. Ainda, segundo os cientistas, a estrutura do clatrato hidratado aprisiona o CO2, tornando possível, com a tecnologia certa, a existência de um combustível que não agrave o aquecimento global.

Ainda não se sabe como esse processo pode vir a ser feito em larga escala, mas a possibilidade é real e imediata. É ótimo ver novas formas de obtenção de energia limpa. Definitivamente, esse é o caminho certo!

Veja o vídeo da experiência:


Flammable Ice Experiment - The funniest bloopers are right here

Fonte: New Scientist

Corrida energética, literalmente!

Sexta-feira, Fevereiro 15th, 2008

Sem bateria no celular, no laptop ou no GPS? Que tal uma corridinha?

A novidade está descrita na revista Science (08/02/08). Um grupo de cientistas americanos e canadenses desenvolveu um dispositivo para ser instalado nas pernas e que gera eletricidade enquanto o usuário caminha.

Da mesma forma que os automóveis híbridos acumulam energia dissipada ao pisar nos freios - e a “reciclam” para uso no deslocamento do veículo -, o dispositivo armazena parte da energia cinética dos movimentos das pernas.

Instalados nas duas pernas, os equipamentos geram 5 watts de eletricidade durante caminhadas leves. Ao correr, a energia produzida chegou a 54 watts.

“O fato é que há muita energia disponível em vários locais do corpo humano e que pode ser convertida em eletricidade. O joelho, por exemplo, é um dos melhores pontos”, disse Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, um dos autores do estudo.
Os pesquisadores testaram dispositivos em seis voluntários. Cada aparelho era composto por um pequeno motor montado em um chassi de alumínio, com gerador, correias, potenciômetros e conectores. Somados às bandas de borracha para fixar na perna, resultaram em um peso de 1,6 quilo cada um.

“O objetivo era apenas demonstrar o conceito. O protótipo ainda é desajeitado, pesado e afeta o modo de andar, mas esperamos melhorá-lo para que seja mais fácil de usar e mais eficiente na geração de energia”, disse Kuo.

Talvez o futuro da energia esteja em nós mesmos, literalmente! Talvez se as pessoas tivessem que correr para gerar a sua própria energia o desperdício fosse bem menor. Infelizmente, é só uma hipótese!

Energia Nuclear

Quarta-feira, Outubro 3rd, 2007

A revista britânica The Economist, há poucas semanas atrás, fez uma edição sobre a força da nova energia nuclear, usando o gancho da manifestação dos EUA em voltar a investir pesado em usinas atômicas para combater o aquecimento global. De acordo com a matéria, os governos que apóiam a indústria nuclear estão repetindo os incontáveis erros que deram má reputação aos reatores atômicos.

Tanto os custos reais desse tipo de processo energético como a falta de segurança dos reatores e o destino do lixo nuclear são entraves para a boa aceitação dessa política. A tentativa dos governos e apoiadores dessa política de tentar convencer as pessoas de que esse tipo de energia é limpa, barata e segura ainda não deu certo.

Segundo dados do New York Times, o governo americano está fora de sintonia com seu próprio povo e também com o resto do mundo. Dois terços dos norte-americanos acreditam que a preservação do meio ambiente e a eficiência energética seriam respostas mais efetivas do que mais investimentos em busca de petróleo ou novamente voltar a apostar muitos bilhões de dólares no jogo nuclear.

Em recente entrevista para o jornal O Globo, a Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, alegou, quando indagada acerca do projeto Angra III, que seria melhor investir em outras fontes de energia que não tragam maiores riscos à população e ao planeta. Defensores do projeto alegam que o crescimento econômico está fortemente atrelado à quantidade de energia produzida no país e que, além de ser uma energia limpa, a energia nuclear não contribui para o efeito estufa e não emite gases na atmosfera.

Os dois lados têm argumentos irrefutáveis, o que nos deixa em meio a um bombardeio de informações e a mercê de decisões meramente políticas.

E você, tem alguma opinião sobre a energia nuclear?