Posts Tagged ‘eficiência energética’

Petróleo: herói ou vilão?

Quarta-feira, Setembro 22nd, 2010

Quer entender um pouco da história do petróleo e pra onde estamos indo?

Olha que bacana esta explicação neste vídeo do Greenpeace:

Casa Ninho

Sexta-feira, Maio 21st, 2010

 

O escritório de arquitetura francês AKA Architerroriste é autor de uma casa-conceito auto-suficiente em energia e água que possui uma linguagem arquitetônica curiosa. A “Casa Ninho”, como é chamada, tem a volumetria parecida com a de um binóculo e é coberta por uma malha de madeira que remete às estruturas construídas pelas aves.

Sob a malha, uma vedação estrutural isolante térmica que dá forma ao edifício de extremidades envidraçadas.

A casa é equipada com painéis solares e uma turbina eólica que, além de gerar eletricidade, consegue captar água da umidade do ar. A piscina, por sua vez, é abastecida com água da chuva. “Este projeto é uma visão abstrata do que poderia ser uma habitação ecológica em alguns anos”, explica o arq francês Stephan Ricci, AKA Architerroriste.

Genial, não?

Arqbacana - Dica da arquiteta Iris Ferraz ;-)

14 medidas essenciais ao planeta

Terça-feira, Abril 6th, 2010

A eficiência energética tem um sentido econômico racional: menos energia utilizada, mais dinheiro poupado. Essa é a lição de uma série de esforços propostos pelo grupo OPOWERs.

Um novo estudo do Natural Resources Defense Council (NRDC) e o Garrison Institute Climate, Mind and Behavior Project revela que ações simples, como pegar um vôo a menos por ano e desperdiçar menos alimentos, devem ser adotadas. O grupo estima que, se todos os americanos adotassem 14 medidas durante a próxima década, o país evitaria 1 bilhão de toneladas de emissões de gases de efeito estufa, ou o equivalente a toda a emissão de um ano de gases de efeito estufa da Alemanha.

“A essência disso é eliminar o desperdício, pois quanto maior o desperdício mais dinheiro gasto”, diz o diretor executivo do NRDC, Peter Lehner. “Se todos os americanos adotassem atividades um pouco mais modestas, a maioria realmente pouparia dinheiro e faria uma grande diferença.”

As recomendações, além de voar menos e desperdiçar 25% menos de comida, incluem:

  • dar ou ir de carona, ao menos uma vez por semana (equivalente a 75 milhões de toneladas de CO2 não emitidas até 2020, o CO2e);
  • manutenção do veículo, calibrando corretamente os pneus (45 milhões de toneladas de CO2e);
  • reduzir o tempo gasto em um veículo em marcha lenta pela metade (40 milhões de toneladas de CO2e);
  • um melhor isolamento térmico em casa (85 milhões de toneladas de CO2e);
  • termostatos programáveis (80 milhões de toneladas de CO2e);
  • redução do consumo de energia por aparelhos desligados mas no modo “standby”, a chamada demanda fantasma (70 milhões de toneladas de CO2e);
  • utilizar água quente de forma mais eficiente, como lavar roupa com água fria (65 milhões de toneladas de CO2;
  • substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas (30 milhões de toneladas de CO2e);
  • comer carne de frango duas vezes por semana (105 milhões de toneladas métricas toneladas de CO2e);
  • aumentar a reciclagem de papel, plásticos e metais (105 milhões de toneladas de CO2e);
  • comprar aparelhos da linha EnergyStar apenas quando os velhos estiverem imprestáveis (55 toneladas métricas de CO2e);
  • e consumo “consciente”, como, por exemplo, comprar menos água engarrafada (60 milhões de toneladas de CO2e).

O bom dessas ações é dar visibilidade e concretizar que cada um de nós podemos fazer a diferença. As políticas públicas são importantes, mas lembrem-se: quem faz o mundo somos nós!

Divulgue essa notícia!

Elithis Tower: perfeito!

Segunda-feira, Outubro 26th, 2009

Parabéns! Você é uma das primeiras pessoas a conhecer a Elithis Tower. Esse projeto foi construído e desenhado pelo escritório francês Arte Charpentier para ser um prédio comercial ambientalmente correto. Foi inaugurado em Dijon na França e rapidamente foi intitulado como o primeiro edifício de escritórios energeticamente positivo do mundo: isto é, o prédio gera muito mais energia do que realmente gasta e descarrega seis vezes menos gases do efeito estufa do que um edifício comercial padrão. Todos os materiais desse projeto foram escolhidos de acordo com o seu impacto no meio-ambiente. Foi instalado também um grande painel que disponibiliza todos os dados ambientais do prédio, tais como: consumo de energia diário, quantidade de lixo reciclado, consumo de água, etc.

Mas até aí nenhuma grande inovação, certo? Porém, para se manter nas restrições energéticas, todos na Elithis Tower, proprietários, inquilinos, administradores, empregados e visitantes são convidados e orientados a seguir os mesmos conceitos do prédio. Assim, todo mundo fica ciente das suas responsabilidades no consumo racional dentro do edifício. E esse é o grande diferencial da Elithis Tower: criar não somente um espaço sustentável, mas acima de tudo, promover a cultura da consciência ambiental a todos os seus ocupantes.

Fonte: It’s green design 

PowerMeter: um software que ajuda a reduzir o aquecimento global.

Sexta-feira, Outubro 16th, 2009

Uma parceria do Google com a empresa Energy Inc. vai levar aos domicílios dos EUA um software de gestão de energia.O Google está testando um software, o PowerMeter, que permite aos usuários acompanhar praticamente em tempo real em seus computadores o consumo de energia das suas casas.

O objetivo é que a informação ajude os usuários a reduzir a demanda de energia, colaborando para diminuir as emissões de gases resultantes da produção de eletricidade - e, com isso, abrandar a contribuição para o aquecimento global.

Segundo o Google, há estudos que indicam que o acesso à informaçao sobre o consumo de energia doméstico leva a uma economia de 5% a 15% por mês nas contas de eletricidade. Diz em seu blog que se metade das residências dos EUA cortarem seu consumo em 10%, seria o equivalente a tirar das ruas 8 milhoes de carros.

O PowerMeter ainda nao está disponivel ao publico - está sendo testado por funcionários do Google.A ideia é elevar a eficiência energética e substituir os medidores inteligentes. Os consumidores precisam comprar o dispositivo de medição de energia da Energy, o TED 5000, que custa cerca de USD 200, e usar o software do Google no aparelho.

Energia limpa vai gerar 8 milhões de empregos!

Quarta-feira, Setembro 16th, 2009

Até 2030, a indústria de energias renováveis e o aumento da eficiência energética podem promover 8 milhões de novos empregos no mundo. O cálculo foi feito pelo Greenpeace, em parceria com o Conselho Europeu de Energias Renováveis, e divulgado ontem, na Austrália, com o relatório “Trabalhando para o clima: energias renováveis e a revolução dos empregos verdes“.

Só no Brasil seriam cerca de 600 mil empregos, especialmente nos setores de biomassa e energia eólica. A substituição do carvão por fontes renováveis de energia pode gerar o triplo de ocupações - seriam 2,7 milhões de postos de trabalho a mais - isso sem falar na não-emissão de 10 bilhões de toneladas de gás carbônico.

A condição para chegarmos a esses números de empregos verdes está diretamente ligada com as decisões que serão tomadas em Copenhague, durante a 15ª COP - Conferência das Partes, da ONU. A expectativa do Greenpeace é que o acordo firmado preveja uma grande redução de emissões de carbono, de modo que o aumento de temperatura no planeta não passe de 1,5º C.

De acordo com a ONG, as emissões devem atingir seu nível máximo até 2015 e serem reduzidas drasticamente até 2050, quando deveriam estar próximas de zero. Para isso, os países desenvolvidos precisam assumir um compromisso de diminuição de carbono de, pelo menos, 40% até 2020, sendo que ¾ disso deveriam ser feitos internamente. Já os países em desenvolvimento devem contribuir com uma redução entre 15 e 30% até a mesma data, contando com o apoio dos países ricos. O desmatamento-zero tem que ser atingido nos próximos dez anos.

Fechado o acordo em Copenhague, cada país deve implementar políticas públicas que incentivem a pesquisa e o desenvolvimento de energias renováveis e de tecnologias que aumentem a eficiência energética para a geração dos milhões de postos de trabalho.

A conta mostra, mais uma vez, que a crise econômica e a crise ambiental têm solução comum: a sustentabilidade do planeta.

Energia renovável: e o Brasil?

Quarta-feira, Setembro 2nd, 2009

A empresa Canadian Solar está desenvolvendo um projeto para implementar 500 megawatts de energia solar em Baotou, na China.

Baotou é uma cidade manufatureira às margens do rio Amarelo, na Mongólia. Sua população chega a mais de 2 milhões de pessoas, de acordo com oficiais do governo chinês.

O projeto demonstra a determinação e o compromisso para obter energia limpa e desenvolvimento sustentável da região. A empresa Canadian Solar tem subsidiárias na China, que já fabricam células solares e sistemas de painéis solares, entre outras coisas. O projeto Baotou ainda está sujeito à aprovação regulatória e vai se desenvolver em três fases.

Uma fase incluirá a instalação de 100 megawatts de energia fotovoltaica, entre setembro de 2009 e dezembro de 2011, seguida por mais duas fases de desenvolvimento, cada, incluindo instalações de 200 megawatts.

Essa iniciativa não é a primeira do tipo. Em 2008 foi anunciada uma fazenda solar térmica de 500 megawatts de energia solar térmica em Fort Irwin, Califórnia.

E o Brasil, o que acontece por aqui? Nós vemos mobilização no mundo todo para obtenção de energias renováveis e o Brasil só consegue falar no pré-sal. Ok, é importante, mas não seria a hora de investir em outros tipos de obtenção de energia?

Spam evitado, energia economizada

Quarta-feira, Julho 15th, 2009

Se você já teve receio de abrir certos e-mails e já perdeu tempo apagando mensagens indesejadas, você está entre os milhares de brasileiros que sofrem com os spams. E você sabe o impacto deles? Essa dúvida é muito comum e várias empresas especializadas estão pesquisando e publicando informações a esse respeito.

A McAfee, empresa especializada em soluções de segurança eletroeletrônica e digital, verificou os efeitos ambientais do spam. O relatório publicado pela empresa e divulgado recentemente, mostra que o gasto com mensagens eletrônicas indesejadas enviadas em massa tem custos não só para o bolso, mas também para o meio ambiente.

No ano passado, o volume estimado de spam no mundo foi de 62 trilhões de mensagens. O vai-e-vem delas, segundo informações do Relatório da McAfee, significou um consumo de 33 bilhões de kWh - o equivalente à energia consumida em 2008 por 2,4 milhões de domicílios nos Estados Unidos. Para produzir essa quantidade de energia, a Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, uma das mais eficientes do sistema da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), precisa de uma quantidade de água equivalente à que cai pelas cataratas do Iguaçu durante seis anos.

A problemática do Spam está sendo tratada, também, no Relatório da Symantec, empresa especializada em segurança digital. No documento consta a informação de que o Brasil ocupa o 2º lugar na lista dos países que mais geram mensagens eletrônicas indesejadas, atingindo 10% do total de mensagens no mundo. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, geradores de 26% do spam mundial. Na continuação da lista estão Turquia, Polônia, Índia, Rússia e Coréia do Sul, cada um com 4% do total de mensagens no mundo.

É o usuário final quem paga a conta do desperdício de energia provocado pelo spam. O relatório McAfee calcula que 52% dessa energia é gasta para ler mensagens, 27% é para buscar mensagens indevidamente marcadas como spam e 16% ao processar softwares para que os filtros funcionem adequadamente. A criação e a transmissão do spam são responsáveis por uma parte quase insignificante da energia consumida.

Uma boa maneira de diferenciar o que é Spam é prestar atenção nos campos “Para:” ou “CC:”, já que geralmente as mensagens de spam não incluem seu endereço de e-mail nessas áreas. Além disso, alguns spams podem conter linguagem ofensiva ou links para web sites com conteúdo inadequado.

Seguindo algumas dicas preparadas pela Symantec, saiba como minimizar os impactos ambientais causados pelo spam

  • Instale o software de filtragem/bloqueio de spam;
  • Não responda a e-mails suspeitos;
  • Crie um filtro de spam para o seu e-mail;
  • Não publique links para endereços de e-mail em web sites;
  • Crie um nome para o e-mail que seja difícil de adivinhar: pesquisas mostram que endereços de e-mail que contêm números, letras e sublinhados são mais difíceis de adivinhar e tendem a receber um número menor de spam.
  • Esteja atento para as caixas de seleção marcadas ao inscrever-se em serviços ou boletins informativos na Web. Observe textos localizados no fim dos formulários de registro que dizem: “SIM, desejo ser contactado por terceiros sobre produtos que possam me interessar”.
  • Informe sobre o spam: rastreie o provedor que envia o spam (conhecido como spammer) e relate o ataque. Se for descoberto que o usuário usou spam, o provedor encerrará o seu serviço. Outra opção é registrar uma queixa na Federal Trade Commission (FTC) dos Estados Unidos da América sobre qualquer e-mail de spam que você tenha recebido.

Texto: Instituto Akatu

Fluorescentes: um passo para a sustentabilidade.

Segunda-feira, Julho 13th, 2009

No escritório, em casa, ou até em viagem de lazer, as lâmpadas acabaram virando nossos guias noite adentro. São elas que iluminam nossa leitura, acompanham nossa conversa em família e velam o sono de nossos filhos. Desde que a energia elétrica tornou-se uma realidade para parte da população mundial, as lâmpadas ganharam fundamental importância em nossas atividades diárias.

Se por um lado parecem indispensáveis, por outro o uso da eletricidade tem um grande impacto ambiental. Por isso, nossas escolhas em relação aos modelos mais eficientes de lâmpadas são fundamentais para a construção da sustentabilidade da vida no planeta.

As lâmpadas têm uma participação muito grande quando se fala em consumo de energia elétrica. No Brasil, elas estão entre os quatro maiores usos dentro de casa, segundo estudos do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).  Responsáveis por 14% da eletricidade consumida dentro de casa, as lâmpadas perdem apenas para os gastos com o chuveiro (24%), a geladeira (22%) e o ar-condicionado (20%).

As lâmpadas mais comuns e baratas disponíveis no mercado - as incandescentes, de luz amarela -  são bastante ineficientes, dado que apenas 10% da energia consumida é convertida em luz.

No mercado brasileiro, são também comuns dois outros tipos de lâmpadas incandescentes: as halógenas - um tipo de luz mais brilhante, que contém gás halogênio -, e as dicróicas - que possuem bulbo e refletor para focalizar pequenas áreas, como é o caso das lâmpadas usadas em luminárias de leitura. Ambas são um pouco mais eficientes que as lâmpadas incandescentes comuns.

Por outro lado, as LFCs - Lâmpadas Fluorescentes Compactas - estão entre as lâmpadas mais eficientes energeticamente. Por isso, a substituição crescente das lâmpadas incandescentes por fluorescentes no Brasil deve ser comemorada. Em 2000, os brasileiros compraram cerca de 12 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.  Seis anos depois, esse volume saltou para 60 milhões. Uma pesquisa do Procel também mostra a evolução do uso de fluorescentes pelos brasileiros. De cada 8 lâmpadas que os brasileiros possuíam em casa em 1997, apenas duas eram fluorescentes. Em 2005, esse número dobrou, passando para 4 lâmpadas.

As lâmpadas fluorescentes podem economizar até 80% da energia consumida por uma lâmpada incandescente convencional para um mesmo nível de iluminação. E podem durar até 10 vezes mais (de 6 a 8 mil horas de uso), o que compensa largamente seu preço mais alto. É isso o que indica o estudo feito em 2007 pela ABilume (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação). Uma lâmpada incandescente de 60 watts custa cerca de R$ 1,50, e o preço de uma fluorescente de 15 watts, com a mesma capacidade de iluminação da incandescente de 60 watts, varia entre R$ 6,00 e R$ 10,00, portanto de 4 a 6 vezes maior. A economia alcançada no consumo de energia considerando o uso da lâmpada durante um mês, por quatro horas diárias, é de R$ 2,16. O cálculo foi feito considerando os custos de energia elétrica no horário de pico dos lares brasileiros, das 19 às 23 horas. Assim, em quatro meses, a economia será de R$ 8,64, aproximadamente a diferença entre os preços dos dois tipos de lâmpada. A partir do quinto mês, o dinheiro economizado pelo consumidor com a conta menor de energia elétrica já terá compensado o custo a maior da lâmpada fluorescente.

Mesmo com lâmpadas mais eficientes, é preciso reduzir o desperdício

A economia de energia em casa faz com que haja uma menor demanda por energia elétrica, o que evita a necessidade de construção de novas usinas geradoras, que geram impactos negativos sobre o meio ambiente. Os impactos recaem também sobre o uso dos recursos públicos, que poderiam ser usados para outras finalidades importantes para a população, como a educação e a saúde.
Por isso, evite que o ato de acender a luz seja um gesto automático. Reflita sempre sobre a real necessidade de manter uma lâmpada acesa.

Cuidados no descarte

Tão fundamental como evitar o desperdício no uso das lâmpadas é estar atento para o seu descarte no final da vida útil. Embora sejam econômicas e, por isso, consideradas mais “ecológicas”, as lâmpadas fluorescentes compactas podem representar riscos à saúde das pessoas e ao meio ambiente caso sejam descartadas de modo inadequado, visto que contém mercúrio em seu interior.

Para o descarte das lâmpadas fluorescentes, recomenda-se manuseá-las com cuidado para evitar quebras acidentais e eventuais cortes pelos cacos de vidro. Utilizar os mesmos cuidados quando do descartes de outros objetos de vidro.

A quebra acidental de lâmpadas não representa risco à saúde e ao meio ambiente por conta da emissão de mercúrio. Recomenda-se ventilar o ambiente e recolher os resíduos.

Um ponto de atenção: as lâmpadas fluorescentes não devem ser jogadas em pontos de coleta para reciclagem de vidros, pois o tipo de material usado na produção de lâmpadas é diferente dos vidros convencionais, não sendo reciclável pelos mesmos métodos.

As lâmpadas convencionais (incandescentes comuns, halógenas e dicróicas), por não conterem materiais nocivos ao meio ambiente, podem ser jogadas no lixo comum de casa, desde que haja o cuidado de embrulhá-las, por exemplo, em papel de jornal, para não causarem danos a quem manipula o lixo.

No Brasil já  existem diversas empresas especializadas no descarte de lâmpadas contendo mercúrio:

APLIQUIM, BRASIL RECICLE, Enviro-Chemie Tratamentos Especializados Ltda., HG DESCONTAMINAÇÃO, MEGA RECICLAGEM, RECITEC – Reciclagem Técnica do Brasil Ltda, WPA AMBIENTAL, entre outras

Antes de enviar para descarte, deve ser sempre verificado se as empresas apresentam todos as condições legais e ambientais para oporeação.

Procure também no seu munícipio, orientação sobre o descarte adequado.
Lembre-se: estar informado é um direito do consumidor e é fundamental para poder fazer as melhores escolhas. Por isso, para saber mais sobre os tipos de lâmpadas, as diferenças entre elas e outras informações, você pode consultar os postos de venda e os sites dos fabricantes.
Para obter informações sobre os produtos de iluminação da Philips, consulte: www.luz.philips.com

Texto: Instituto Akatu

Jet Ski elétrico

Terça-feira, Maio 26th, 2009

Todo mundo sabe o quão barulhentos e poluidores são os Jet Skies. Se você ainda não sabe, basta frequentar qualquer praia em pleno verão e verá do que estamos falando.

Esses dias parecem estar contados. A empresa Eco WaterCraft lançou recentemente o ECO Jet Ski, totalmente elétrico, muito rápido e, pasmem, silencioso! Possui uma bateria 100% alternativa que tem até 3 horas de autonomia e pode alcançar até 80 km/h.

A empresa, fundada por triatletas, assumiu o compromisso de redução das emissões de carbono e acredita na necessidade de um desenvolvimento sustentável na economia mundial. “Acreditamos que, seguindo estes métodos iremos inspirar uma necessidade de mudança e construir uma empresa que irá transcender o futuro dos esportes náuticos”, afirma Lewis Elliot, gerente de marketing da empresa.

Veja o vídeo do projeto e repare no silêncio da máquina:

Eficiência Energética, criatividade, tecnologia e responsabilidade social devem ser os nossos aliados na busca por um planeta mais saudável. Isso é fato!