Posts Tagged ‘economia’

Simplesmente Ed!

Quarta-feira, Novembro 18th, 2009


Gás ou eletricidade?

Papel ou plástico?

Impresso ou digital?
A vida é cheia de decisões e elas são ainda mais difíceis quando temos que levar em consideração a sustentabilidade e o meio-ambiente. Ed, patrocinado pela NewPage, é um projeto muito legal que tem a proposta  de ser um eco-educador para tudo relacionado ao papel, impressão e design.

A idéia é ajudar os designers desenvolverem os seus projetos com maior responsabilidade e o mais green e sustentável possível.

Se você não é designer e não conhece nenhum para indicar, ainda sim vale a visita ao site!

Fonte: It’s green design

Fluorescentes: um passo para a sustentabilidade.

Segunda-feira, Julho 13th, 2009

No escritório, em casa, ou até em viagem de lazer, as lâmpadas acabaram virando nossos guias noite adentro. São elas que iluminam nossa leitura, acompanham nossa conversa em família e velam o sono de nossos filhos. Desde que a energia elétrica tornou-se uma realidade para parte da população mundial, as lâmpadas ganharam fundamental importância em nossas atividades diárias.

Se por um lado parecem indispensáveis, por outro o uso da eletricidade tem um grande impacto ambiental. Por isso, nossas escolhas em relação aos modelos mais eficientes de lâmpadas são fundamentais para a construção da sustentabilidade da vida no planeta.

As lâmpadas têm uma participação muito grande quando se fala em consumo de energia elétrica. No Brasil, elas estão entre os quatro maiores usos dentro de casa, segundo estudos do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).  Responsáveis por 14% da eletricidade consumida dentro de casa, as lâmpadas perdem apenas para os gastos com o chuveiro (24%), a geladeira (22%) e o ar-condicionado (20%).

As lâmpadas mais comuns e baratas disponíveis no mercado - as incandescentes, de luz amarela -  são bastante ineficientes, dado que apenas 10% da energia consumida é convertida em luz.

No mercado brasileiro, são também comuns dois outros tipos de lâmpadas incandescentes: as halógenas - um tipo de luz mais brilhante, que contém gás halogênio -, e as dicróicas - que possuem bulbo e refletor para focalizar pequenas áreas, como é o caso das lâmpadas usadas em luminárias de leitura. Ambas são um pouco mais eficientes que as lâmpadas incandescentes comuns.

Por outro lado, as LFCs - Lâmpadas Fluorescentes Compactas - estão entre as lâmpadas mais eficientes energeticamente. Por isso, a substituição crescente das lâmpadas incandescentes por fluorescentes no Brasil deve ser comemorada. Em 2000, os brasileiros compraram cerca de 12 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.  Seis anos depois, esse volume saltou para 60 milhões. Uma pesquisa do Procel também mostra a evolução do uso de fluorescentes pelos brasileiros. De cada 8 lâmpadas que os brasileiros possuíam em casa em 1997, apenas duas eram fluorescentes. Em 2005, esse número dobrou, passando para 4 lâmpadas.

As lâmpadas fluorescentes podem economizar até 80% da energia consumida por uma lâmpada incandescente convencional para um mesmo nível de iluminação. E podem durar até 10 vezes mais (de 6 a 8 mil horas de uso), o que compensa largamente seu preço mais alto. É isso o que indica o estudo feito em 2007 pela ABilume (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação). Uma lâmpada incandescente de 60 watts custa cerca de R$ 1,50, e o preço de uma fluorescente de 15 watts, com a mesma capacidade de iluminação da incandescente de 60 watts, varia entre R$ 6,00 e R$ 10,00, portanto de 4 a 6 vezes maior. A economia alcançada no consumo de energia considerando o uso da lâmpada durante um mês, por quatro horas diárias, é de R$ 2,16. O cálculo foi feito considerando os custos de energia elétrica no horário de pico dos lares brasileiros, das 19 às 23 horas. Assim, em quatro meses, a economia será de R$ 8,64, aproximadamente a diferença entre os preços dos dois tipos de lâmpada. A partir do quinto mês, o dinheiro economizado pelo consumidor com a conta menor de energia elétrica já terá compensado o custo a maior da lâmpada fluorescente.

Mesmo com lâmpadas mais eficientes, é preciso reduzir o desperdício

A economia de energia em casa faz com que haja uma menor demanda por energia elétrica, o que evita a necessidade de construção de novas usinas geradoras, que geram impactos negativos sobre o meio ambiente. Os impactos recaem também sobre o uso dos recursos públicos, que poderiam ser usados para outras finalidades importantes para a população, como a educação e a saúde.
Por isso, evite que o ato de acender a luz seja um gesto automático. Reflita sempre sobre a real necessidade de manter uma lâmpada acesa.

Cuidados no descarte

Tão fundamental como evitar o desperdício no uso das lâmpadas é estar atento para o seu descarte no final da vida útil. Embora sejam econômicas e, por isso, consideradas mais “ecológicas”, as lâmpadas fluorescentes compactas podem representar riscos à saúde das pessoas e ao meio ambiente caso sejam descartadas de modo inadequado, visto que contém mercúrio em seu interior.

Para o descarte das lâmpadas fluorescentes, recomenda-se manuseá-las com cuidado para evitar quebras acidentais e eventuais cortes pelos cacos de vidro. Utilizar os mesmos cuidados quando do descartes de outros objetos de vidro.

A quebra acidental de lâmpadas não representa risco à saúde e ao meio ambiente por conta da emissão de mercúrio. Recomenda-se ventilar o ambiente e recolher os resíduos.

Um ponto de atenção: as lâmpadas fluorescentes não devem ser jogadas em pontos de coleta para reciclagem de vidros, pois o tipo de material usado na produção de lâmpadas é diferente dos vidros convencionais, não sendo reciclável pelos mesmos métodos.

As lâmpadas convencionais (incandescentes comuns, halógenas e dicróicas), por não conterem materiais nocivos ao meio ambiente, podem ser jogadas no lixo comum de casa, desde que haja o cuidado de embrulhá-las, por exemplo, em papel de jornal, para não causarem danos a quem manipula o lixo.

No Brasil já  existem diversas empresas especializadas no descarte de lâmpadas contendo mercúrio:

APLIQUIM, BRASIL RECICLE, Enviro-Chemie Tratamentos Especializados Ltda., HG DESCONTAMINAÇÃO, MEGA RECICLAGEM, RECITEC – Reciclagem Técnica do Brasil Ltda, WPA AMBIENTAL, entre outras

Antes de enviar para descarte, deve ser sempre verificado se as empresas apresentam todos as condições legais e ambientais para oporeação.

Procure também no seu munícipio, orientação sobre o descarte adequado.
Lembre-se: estar informado é um direito do consumidor e é fundamental para poder fazer as melhores escolhas. Por isso, para saber mais sobre os tipos de lâmpadas, as diferenças entre elas e outras informações, você pode consultar os postos de venda e os sites dos fabricantes.
Para obter informações sobre os produtos de iluminação da Philips, consulte: www.luz.philips.com

Texto: Instituto Akatu

Chuveiro híbrido!

Quinta-feira, Maio 7th, 2009

Qual é o banho ecologicamente correto e mais barato? Se você acha que é o proveniente do aquecedor solar, está enganado. Ao contrário do que pensávamos, a opção mais econômica e ambientalmente correta é um híbrido de chuveiro elétrico e solar, aponta um estudo feito pelo Centro Internacional de Referência em Reúso de Água (Cirra).

O chuveiro híbrido é uma união de dois métodos: aquecedor solar para captar energia nos dias ensolarados e chuveiro elétrico para quando há chuva. A vantagem dessa opção é que ela faz uso da energia solar, mas, quando não há sol, não é preciso aquecer todo o reservatório de água, como acontece com os modelos tradicionais. Esse processo costuma levar mais de três horas de consumo de energia.

A grande diferença dos valores pode ser notada se considerarmos uma família de quatro pessoas em que cada uma toma um banho (média de 8 minutos) por dia:

Modelo Custo por mês
Chuveiros híbrido e elétrico R$ 26,40
Aquecedor solar R$ 42,00
Chuveiro a gás R$ 69,60
Boiler elétrico R$ 93,60


Outro fator analisado foi o desperdício de água. Quando um chuveiro com aquecedor é ligado, a água que já está no encanamento, fria, é descartada. No caso do solar e do boiler, na família de quatro pessoas, isso representa um desperdício de 600 litros por mês. O aquecedor a gás gasta 540 litros mensais. O chuveiro elétrico não tem esse problema, uma vez que a água já sai quente assim que ele é ligado.

Assim, para quem está construindo ou reformando o banheiro, existe uma indicação da melhor escolha: chuveiro híbrido para economizar dinheiro, água e energia, além de ajudar o meio ambiente, é claro!

Fonte: Casa.com.br

Dica: Roberta Fiasco

Horário de Verão - Vale a pena?

Quinta-feira, Março 27th, 2008

O horário de verão foi originalmente proposto por um nobre chamado William Willett. O britânico, membro da Sociedade Astronômica Real, defendia a tese de que a humanidade desperdiçava a luz natural e propunha a alteração dos relógios.
Anos mais tarde, durante a Primeira Guerra Mundial, os alemães usaram sua teoria para poupar energia e se tornaram o primeiro país a adotar o horário de verão.

Desde então muitos países adotaram a prática, inclusive o Brasil, que adota o horário de verão desde 1985, ininterruptamente. A primeira vez que ocorreu no Brasil foi em 1931, por um decreto de Getúlio Vargas.

Porém, precisamos questionar: Realmente vale a pena? Quais os benefícios? O que é mito e o que é realidade?

Um estudo feito pela Universidade da Califórnia responde algumas dessas perguntas:

# 1: O ‘Horário de Verão’ cria uma hora extra de luz?

Mito. Há uma série de artigos pela Internet dizendo que o horário de verão cria mais claridade e, portanto, contribui para o aquecimento global. Convenhamos que isso é apenas uma medida para reduzir minimamente o consumo de energia. É uma mudança apenas no relógio e não altera em nada o tempo e o espaço.

# 2: O ‘Horário de Verão’ tem um impacto negativo sobre animais e a agricultura.

Mito. Animais e culturas não têm idéia que o horário de verão está implantado. O que pode mudar ou alterar o bem-estar de um animal ou de determinada cultura é o modo que cada agricultor ou dono de animal reage à mudança.

# 3: O ‘Horário de Verão’ poupa energia?

Mito. Pode ter havido um tempo em que o ‘Horário de Verão’ representasse energia economizada, mas infelizmente não é mais o caso. Um estudo feito na Austrália e no estado de Indiana (EUA) mostrou que a diminuição do uso de energia é irrisória e insignificante. Por outro lado, essa diminuição do consumo de luz foi superada – e muito! – pelo consumo de gasolina e ar condicionado nos carros.

# 4: O ‘Horário de Verão’ reduz os acidentes de trânsito e crimes?
Fato. Neste mesmo estudo, dados mostram uma acentuada diminuição dos acidentes de trânsito quando o horário de verão está vigente. Os dados sobre os crimes foram inconclusivos.

# 5: O ‘Horário de Verão’ aumenta a nossa saúde?
Inconclusivo. Embora certamente existam benefícios físicos e emocionais quando se tem maior exposição a vitamina D (sol) e atividades ao ar livre, o corpo demora para se adaptar à nova realidade. O padrão do sono e o ritmo cardíaco são alterados. Os especialistas afirmam que os benefícios e malefícios se equivalem.

Mas depois de todas essas informações, por que continuamos a adiantar o relógio?
A resposta, pelo menos nos EUA, é puramente econômica. A Sporting Goods Manufacturing Association (materiais esportivos) e a National Association of Convenience Stores (lojas de conveniência), registram lucros milionários toda vez que os relógios se adiantam. Só a rede 7-eleven registrou lucros de US$30 milhões!

E no Brasil, quem será o maior beneficiário?