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Precisa dizer mais alguma coisa?

Segunda-feira, Janeiro 3rd, 2011

Criatividade é tudo nessa vida. E para demosntrar isso, o estúdio australiano de design GoldenHen criou uma peça que, além de útil, nos mostra de forma irônica o que estamos fazendo com o planeta. Alguém duvida?

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Chicletes e o meio ambiente

Segunda-feira, Abril 5th, 2010

A goma de mascar, ou chiclete, é tido como algo tipicamente norte-americano devido ao sucesso que fez - e faz! - nos Estados Unidos. No entanto, foi copiado dos indíos da Guatemala, que mascavam a resina extraída de uma árvore, o chicle, para estimular a produção de saliva e evitar que a boca ficasse seca durante longas caminhadas.

É uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono”, afirma o coordenador do
departamento de distúrbio do sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva.

O primeiro chiclete foi patenteado em 1869 pelo dentista americano William Semple. Usando a borracha como matéria-prima, ele produziu gomas para que seus pacientes exercitassem a mandíbula e estimulassem as gengivas.

Mas a notoriedade do chiclete ficou para o fotógrafo Thomas Adams Jr. Ele descobriu que a goma servia como guloseima.

Chiclete e o meio ambiente

Cigarros, chicletes, cascas e bagaços de frutas, latas de refrigerante ou garrafas de plástico. Diante de tudo o que se descarta sem maior preocupação, em qualquer lugar e todos os dias, é surpreendente que a Terra ainda não tenha se transformado num enorme lixão. Isso só não acontece graças ao processo natural de biodegradação. Por meio dele, bactérias, leveduras, fungos e outros micróbios se alimentam da matéria orgânica do lixo, transformando-a em compostos mais simples, que são devolvidos ao meio ambiente.

A matéria orgânica é formada de extensas cadeias de carbono à qual se penduram outros átomos. Os microorganismos quebram a cadeia junto ao carbono e aproveitam a energia encerrada na ligação química. Os micróbios tendem a quebrar o maior número de ligações e arrancar do composto original a maior quantidade de energia possível. No final, restam materiais extremamente simples. Mas isso depende do tipo de degradação: quando ela é aeróbia, que utiliza oxigênio, o processo é muito eficiente. Seus restos são elementos como o nitrogênio e o enxofre, anteriormente pendurados às cadeias de carbono. Na decomposição anaeróbia, sem oxigênio e menos eficiente, os restos são mais complexos, como o gás metano e sulfídrico.

Esse trabalho pode demorar um século ou mais. O tempo depende de vários fatores. O calor e a umidade do solo, por exemplo, estimulam o crescimento e a atividade dos microorganismos aeróbios. Assim, quanto mais quente e úmido for o local, mais rápida será a decomposição. Por outro lado, as águas e terrenos ácidos limitam a capacidade de desenvolvimento dos microorganismos. Os ácidos, metais pesados e substâncias tóxicas prejudicam as bactérias, podendo chegar a matá-las.

Tempo de decomposição

Papel: 03 meses

Palito de fósforo: 6 meses

Ponta de cigarro: 1 a 2 anos

Chiclete: 5 anos

Lata: 10 anos

Garrafa de plástico: mais de 100 anos

Tecido: 100 a 400 anos

Vidro: 4.000 anos

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SOLUÇÕES PARA O DESCARTE DE CHICLETES

Agora me diga, o que você faz quando o chiclete perde o gosto? Joga na rua, cola na mesa, na cadeira ou no cabelo de alguém?

Eis uma ótima solução:

Fonte: YouPix ;

 

 

E vamos rodar a bateria…

Terça-feira, Janeiro 12th, 2010

 

Rebobinar a fita cassete no dedo não significa nada se você tem menos de 20 anos. Mas, acredite, essa era uma prática comum em meados dos anos 90. E pode voltar a ser utilizada… pelo menos para quem quiser ser consciente ambientalmente.

Song Teaho e Hyejin Lee criaram um modelo de bateria para celular que é recarregado rodando a bateria no dedo. Como se trata de um protótipo, tudo ainda está no campo das especulações. Teaho e Lee acreditam, no entanto, que se a bateria cair nas graças do mercado e passar a ser  comercializada, vão ser necessárias aproximadamente 130 rodadas para uma conversa de dois minutos no celular. A tecnologia pode ser aplicada ainda para outros dispositivos, como notebooks, por exemplo.

Pode ser divertido e até plausível de ser aplicada. Mas imagine rodar a bateria do seu laptop no dedo: 130 rodadas para dois minutos de uso do seu PC portátil não parece a coisa mais atraente do mundo.

Mas até então é apenas um protótipo. Se chegar a ser comercializado, esperamos que haja uma melhoria e não precisemos ficar horas a fio rodando a bateria no ar…

Fonte: MSN Tecnologia