Posts Tagged ‘CO2’

6 bilhões de pessoas!

Segunda-feira, Setembro 22nd, 2008

Seis bilhões de pessoas. Essa é a atual população humana na Terra, o mais alto índice já registrado. Com certeza você já notou as mudanças nas grandes cidades, cheias de gente para todos os lados, engarrafamentos, filas e tumultos.


O número de seis bilhões de vidas humanas nunca teria sido atingido se não fosse por causa dos combustíveis fósseis. A energia que retiramos do sol, segundo especialistas, seria o suficiente “apenas” para sustentar pouco mais de 2 bilhões de pessoas. As reservas de combustíveis fosséis foram a alavanca potencializadora da vida na Terra. Porém, como já sabemos, tudo tem seu preço. O uso desses combustíveis produziu e produz um impacto bastante significativo no planeta. A liberação de dióxido de carbono e outros gases que geram o efeito estufa em números alarmantes são decorrentes dessa superpopulação.

E olha que estamos falando apenas dos combustíveis fosséis, tirando as outras formas de poluição e o desmatamente necessário para alojar tanta gente e para plantar tanta comida.

O problema é matemático: Quanto mais gente, mais poluição e desmatamento. Quanto maior o desmatamento e a poluição, menos poder de regeneração a Terra tem.

Alguém sabe o resultado dessa conta?

350!

Sexta-feira, Setembro 19th, 2008

Nos dias atuais o ar na Terra concentra, em média, 387 partes de gás carbônico por milhão. Para a ONG 350, esse volume deveria parar em 350 partes por milhão, o que seria um número razoável para a vida no planeta continuar existindo sem maiores problemas.
Do que estou falando?
Veja o vídeo e entenda!

O ar condicionado vem para esquentar?

Quarta-feira, Setembro 17th, 2008

O desperdício de eletricidade nas residências brasileiras tem um efeito inesperado: vai levar a um aumento no consumo brasileiro de energia elétrica de 9%, até 2030, apenas em função do maior uso de aparelhos de ar condicionado. Um uso causado pelo próprio desperdício. A previsão foi apresentada na pesquisa “Mudanças Climáticas e Segurança Energética no Brasil“, desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Pode parecer que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas, na verdade, resulta de uma bola de neve que os brasileiros estão fazendo crescer há muito tempo: quanto mais gastamos energia elétrica, mais lançamos gases de efeito estufa - como o dióxido de carbono (CO2) - na atmosfera, o que torna o planeta mais quente e mais seco. E quanto mais quente o planeta, mais precisamos dos aparelhos de ar condicionado. Hoje, em muitas regiões brasileiras, não seria possível deixar de usar o ar condicionado e nem é isso que está aqui sendo proposto. Afinal o aparelho tem uma grande utilidade. O que é importante é ter um uso consciente de toda energia elétrica utilizada. Só desse modo haverá uma redução considerável da emissão de gases, contribuindo para combater o aquecimento da Terra, as mudanças climáticas, e contribuindo para a sustentabilidade do planeta.

Aqui está um exemplo de como você pode evitar o aquecimento do planeta: sabe aquela “horinha” em que você sai para pegar o jornal na banca e deixa o ar condicionado ligado sem ninguém aproveitando o ar fresco por ele gerado? Pois é! Um ar condicionado de 21.000 BTUs ligado em um ambiente de 30m2 a 40m2, gasta por hora 2KWh. Ao fim de dois meses, aquela “horinha” de uso do equipamento todos os dias representa um desperdício de 120 KWh. A produção dessa quantidade de energia causa a emissão de 30 quilos de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel).

Ao fim de 15 anos, por falta de um simples “click” que desligaria o equipamento durante o pequeno período de busca do jornal, você terá perdido a oportunidade de evitar a emissão desnecessária de 2.740 quilos de CO2, ou seja, a mesma quantidade emitida por um carro 1.0, movido à gasolina, ao percorrer 18 mil quilômetros.

É possível imaginar, então, como atitudes simples podem dar uma grande contribuição para a sustentabilidade do planeta: basta desligar não só o ar condicionado, mas todos os eletroeletrônicos quando não os estiver usando.

Infelizmente, não é isso que tem acontecido nas residências brasileiras. De acordo com a Empresa de Pesquisaequivalente a 9,2% do total de eletricidade no setor residencial. Para 2030, foi projetado um aumento para 14,8 TWh, ou 5,2% do consumo residencial. Esse aumento revela que mais famílias vão comprar aparelhos de ar condicionado até 2030. E vale lembrar que o gasto de energia elétrica não ocorre apenas quando usamos um aparelho elétrico. Ocorre também quando o equipamento é produzido, dado que é necessário o uso de energia elétrica no processo de produção e de energia de combustíveis no seu transporte, o que significa emissão de mais gases de efeito estufa para a atmosfera, tornado o tempo cada vez mais quente e seco por efeito do aquecimento do planeta.

Aqui estão algumas dicas sobre como gastar menos energia elétrica e, ainda assim, manter sua casa refrescada no verão:

  • Ao instalar o aparelho de ar-condicionado, escolha uma localização que evite a incidência direta do o sol diretamente sobre o aparelho;
  • Mantenha fechadas as janelas e as portas do ambiente refrigerado e desligue o aparelho quando o ambiente estiver vazio;
  • Feche janelas e cortinas do ambiente refrigerado, impedindo que o sol bata diretamente sobre o ambiente, pois isso vai aumentar a temperatura interna e exigir mais trabalho do ar-condicionado;
  • Ao comprar um aparelho de ar-condicionado, prefira os que têm o selo Procel, pois são mais eficientes e gastam menos energia elétrica. Como o ar-condicionado gasta muita energia, escolher um equipamento que tem o selo faz grande diferença no gasto de energia;
  • Procure comprar um equipamento de tamanho adequado para o ambiente em que será instalado, evitando o uso de um aparelho com potência excessiva (e que gasta mais energia) para as dimensões do lugar;
  • Mantenha os filtros sempre limpos, pois a sujeira prejudica a circulação de ar pelo aparelho, exigindo que o motor trabalhe mais, aumentando o gasto de energia.

Post Especial AKATU! Visite o site!

Selos com pegada de carbono!

Quinta-feira, Setembro 11th, 2008


Depois de redes de supermercados britânicas e revendedoras de carros francesas criarem selos com informações sobre a pegada de carbono para serem exibidos nos produtos que vendem, o Japão decidiu que esta seria uma boa tática para motivar a população a colaborar com os planos ambiciosos do governo no combate ao aquecimento global.

O anúncio foi feito nesta semana pelo ministro de comércio, Takuma Inamura, segundo o qual os selos trarão detalhes sobre o quanto de dióxido de carbono (CO2) é emitido durante a vida útil do produto, que inclui produção, distribuição e descarte. As emissões resultantes desse processo formam a chamada pegada de carbono. O Japão tem como meta cortar as emissões de gases do efeito estufa em 80% em 2050.

Apesar de todos os avanços tecnológicos e boa eficiência energética, o Japão está tendo dificuldades para alcançar a meta de cortar em 6% as emissões de 2012 em relação aos níveis de 1990. Em julho, o primeiro-ministro Yasuo Fukuda pediu aos consumidores japoneses que liderassem uma “revolução na redução de CO2″ global, ajudando o país a chegar a ambiciosa meta do governo.

Porém, ainda não se sabe ao certo até que ponto os consumidores estão dispostos a gastar para reduzir as emissões. Uma pesquisa de opinião feita recentemente no país mostrou que quase 80% dos entrevistados não pagaria mais que 2 mil yen (20 dólares) por mês para adquirir eco-produtos ou promover economias de combustível.

“Muitas pessoas não sabem o que o termo pegada de carbono realmente significa. Mas eu espero que isto abra caminhos para outras empresas fazerem a sua parte para chamar a atenção do público”, disse Inamura

Você sabe o que significa “pegada de carbono”?

Visite o site do Idec e descubra o quanto você faz para salvar o planeta!

Carros etiquetados!

Quarta-feira, Julho 23rd, 2008

Ambientalistas e a indústria automobilística juntaram-se para introduzir uma etiqueta energética nos carros novos a partir de outubro desse ano.  A nova etiqueta energética pretende ser nos mesmos moldes das utilizadas em eletrodomésticos, com um código de letras, uma escala de cores e o fator médio de emissão de dióxido de carbono (CO2). Por meio da etiqueta, o consumidor poderá comparar modelos a partir do consumo de combustível, entre outras coisas.

Na Europa a etiqueta energética se tornou comum nas lojas e concessionárias de carros novos. Aqui, ao contrário da tendência mundial, os fabricantes tendem a esconder o real consumo, com medo da reação cada vez mais “verde” dos consumidores.

Essa ótima iniciativa permitirá, por exemplo, a adoção das mesmas etiquetas à disposição dos consumidores europeus, de visualização facílima e um fator importante de compra, especialmente em tempos de combustível fóssil em declínio e aquecimento global em escala ascendente.

Fique atento às etiquetas na hora da compra!

CO2 em gás natural

Terça-feira, Julho 1st, 2008

Uma equipe de pesquisadores britânicos, dirigida pela cientista espanhola Mercedes Maroto-Valer, desenvolveu uma tecnologia capaz de transformar o dióxido de carbono (CO2), o principal responsável pela mudança climática, em gás natural.

Isto foi revelado à Agência Efe por Maroto-Valer, chefe do Centro para a Inovação em Captura e Armazenamento de Carbono (CICCS, em inglês), da Universidade de Nottingham (Reino Unido).

Trata-se de um laboratório pioneiro na busca de soluções que permitam capturar e processar o CO2 para reduzir a presença do gás na atmosfera.

O CICCS já projetou vários procedimentos para capturar o CO2 emitido pelas indústrias mais poluentes, como as centrais termelétricas, as companhias de cimento e as petrolíferas, e armazená-los em sedimentos geológicos, como poços de petróleo ou de gás já esgotados, minas de carvão e formações geológicas.

No entanto, esta possível solução para reduzir a presença de CO2 na atmosfera apresenta alguns inconvenientes, já que não se sabe o tempo máximo que o gás poderia permanecer armazenado, e existe o risco, “imprevisível, mas possível”, que haja fuga em grande escala, o que poderia causar graves conseqüências ambientais.

A solução, além de “esconder” o CO2 sob a terra, inclui encontrar um método que permita a reutilização deste gás para conseguir, com segurança e eficácia, a redução de sua presença na atmosfera e diminuir o aquecimento global.

A equipe da Maroto-Valer trabalha atualmente em uma tecnologia capaz de transformar o CO2 em metano graças a um processo similar à fotossíntese.

“As plantas usam CO2, água e luz e os transforma em açúcares. Nós fazemos um processo parecido. Também usamos luz, água e CO2, mas, em vez de gerar carboidratos, produzimos metano”, explicou a pesquisadora.

Maroto-Valer afirmou que a aplicação da tecnologia em escala mundial permitiria obter o “ciclo perfeito da energia”, já que “o CO2 seria passado a gás natural e deste ao CO2 novamente”.

“Seria a solução perfeita”, destacou.

A cientista frisa que o mais importante na luta contra a mudança climática é “não se concentrar em um único processo”, mas desenvolver várias soluções possíveis, aplicáveis segundo as necessidades de cada país.

Fonte: Estadão Online

18 segundos - Post Especial Akatu

Quinta-feira, Abril 24th, 2008

No começo de 2007, foi lançado nos Estados Unidos um movimento chamado 18 seconds. De acordo com os organizadores, esse é o tempo que se gasta para trocar uma lâmpada convencional por uma econômica. Com a mensagem “Troque a lâmpada. Troque tudo”, e apoiado e divulgado pelo mega-portal Yahoo, o movimento já contabiliza, desde seu lançamento, mais de 161 milhões de lâmpadas trocadas. De acordo o site, essa mudança evitou a queima de mais de 7,2 milhões de toneladas de carvão e a emissão de 32 milhões de toneladas de CO2.

Essa quantidade é bastante significativa. Para dar uma idéia, durante um vôo de São Paulo a Nova York, o jato emite cerca de 3 toneladas de CO2. Isto significa que para emitir a mesma quantidade de CO2 economizada pela troca das lâmpadas nos EUA, um avião teria que fazer mais de 10 milhões de vezes esse percurso.
Para convencer os internautas, o site elenca uma série de vantagens das lâmpadas de modelo econômico. Muitas delas bem interessantes.
• Em média, as lâmpadas respondem por 20% do gasto com a conta de luz
• As lâmpadas convencionais usam apenas 10% da energia consumida para iluminar. Os 90% restantes são desperdiçados com a geração de calor.
• As lâmpadas econômicas produzem 70% menos calor do que as convencionais. Isso quer dizer que elas propiciam economia com ar condicionado e ventiladores.
• Durante a sua vida útil, uma lâmpada de modelo econômico, com selo de eficiência energética emite cerca de 4 a 5 vezes menos CO2 que uma lâmpada convencional. Uma economia média de 80%.
• Em média, as casas têm entre 10 e 20 lâmpadas.
• Diminuir a quantidade de energia que se usa para manter uma casa e um carro é a melhor forma que existe para ajudar a combater o aquecimento global.

Talvez você gaste um pouco mais de 18 segundos para trocar a lâmpada, mas diante dos argumentos acima, vale a pena gastar esse tempo e ajudar a conter o aquecimento global. Além do valor da conta de luz, é claro.

Cargueiro à vela!

Terça-feira, Abril 8th, 2008

Energia eólica é a energia obtida pelo movimento do ar (vento). É uma abundante fonte de energia, renovável, limpa e disponível em todos os lugares, apesar de seu alto custo para implantação.

Com a corrida frenética em busca de energia, muitos países e setores da indústria procuram novas formas – mais baratas e limpas – de obter energia. Em todo o mundo a energia eólica vem ganhando espaço. Na Espanha, por exemplo, em um dia de ventos mais fortes, cerca de 40% (cerca de 9.800 megawatts) do país é abastecido exclusivamente por esse tipo de energia. Veja também!

Outro grande exemplo da utilização da energia dos ventos é o MS BELUGA SKYSAILS. Um cargueiro parcialmente movido por um kite (vide foto) que tem como objetivo principal reduzir os custos com combustível. Em sua primeira viagem, da Alemanha à Venezuela, o cargueiro conseguiu uma redução no consumo de combustível de até 35%, dependendo das condições do vento.

O transporte marítimo é um dos principais vilões da emissão de CO2 lançados na atmosfera. Ultimamente, a frota mercante tem sido criticada por não fazer o suficiente para combater o aquecimento global. De todo o CO2 lançado na atmosfera, 4% provém de navios, mais até do que a indústria da aviação.

Será que voltaremos ao tempo em que os grandes navios eram movidos apenas pela força da natureza? Duvido, mas fica aqui a idéia!

Dica do Marcelo via O Velho.