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Ciclo Sustentável Philips

Quarta-feira, Março 31st, 2010

No dia 15 de março de 2010 a Philips começou uma ação em SP que deve mudar a forma como as empresas se relacionam com a responsabilidade ambiental e social perante à sociedade. O lançamento do Programa Ciclo Sustentável (em funcionamento desde 2008 em Manaus) é um marco que nos dá muito orgulho. Depois de muito trabalho e investimento, a Philips, com imenso prazer, lançou oficialmente o Programa Ciclo Sustentável, com a presença do Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc.

 

A Philips acredita que agir de maneira sustentável é assumir responsabilidade pelas gerações futuras e pensar no ciclo completo dos produtos, desde sua produção até o final de sua vida útil. Por isso, em 2008, a Philips mundial fez uma ampla revisão das suas atividades de reciclagem e anunciou planos para ajudar seus consumidores a destinar seus produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos sem uso.

O programa coleta todos os tipos de aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos Philips, como TVs, aparelhos de áudio e vídeo, cafeteiras, entre outros, que você não utiliza e/ou não pretende mais utilizar e os encaminha a um destino ambientalmente adequado.

Dessa forma, os produtos completarão seu ciclo de vida de maneira sustentável, minimizando os impactos ao meio ambiente. Já estamos presentes em 40 grandes centros urbanos e a ampliação do projeto deve vir em breve.

Mais informações você acha na página do Ciclo Sustentável.

Pacto pela sustentabilidade

Quinta-feira, Junho 25th, 2009

Iniciativa visa melhorar a eficiência socioambiental de toda a cadeia de suprimentos.

Contando com a adesão de empresas do porte da Cargill, Unilever, Nestlé, Bunge e os frigoríficos Marfrig, Friboi e Betim, o Wal-Mart assinou no dia 23/06, em solenidade realizada em São Paulo, com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, um pacto para a construção de uma cadeia de suprimentos sustentável .”Este pode parecer o momento errado para pedirmos aos nossos parceiros maior compromisso com questões socioambientais, mas aqueles que se engajarem crescerão conosco”, declarou Mike Duke, presidente da cadeia Wal-Mart, ao propor um pacto de sustentabilidade a todos os seus parceiros no Brasil.

A iniciativa faz parte do programa que a empresa começou em 2005 para implementar mais eficiência socioambiental em suas operações, o qual prevê metas globais de redução de resíduos, diminuição de emissões de gases de efeito estufa, incentivo a produtos sustentáveis e melhor gestão e aproveitamento de água e energia. Agora, o Wal-Mart coloca todo o seu poder de influência, representado por uma rede de mais de 7.900 lojas em todo o mundo, abastecidas por mais de 100 mil fornecedores, para construir a cadeia de suprimentos do futuro.

Entre as ações adotadas pelo programa do grupo, constam a redução do uso de sacolas plásticas por seus consumidores (em 33%, até 2013, em todo o mundo e em 50% no Brasil), construções ecológicas, como em Neza, no México, onde o Wal Mart recupera uma área de depósito de lixo de 25 acres para nela instalar um ecoshopping, ou lojas ecoeficientes, como o Supercenter Campinho, no Rio de Janeiro (RJ), ou o Supercenter Morumbi, em São Paulo (SP).

Depois de realizar alguns encontros com seus fornecedores, a rede supermercadista elaborou uma proposta de um pacto para expandir essas ações por meio de compromissos conjuntos. Aos fornecedores que aderirem, a empresa garante boa visibilidade nas lojas, com comunicação específica quanto às qualidades e valores agregados do que está sendo ofertado.

O pacto prevê também a prática de compras responsáveis e a redução de resíduos, com destaque para a diminuição de embalagens. Para tanto, a empresa traz para o Brasil o sistema de indicadores de embalagens conhecido como Packaging Scorecard. O plano é chegar a ciclos fechados (end-to-end) de cadeias produtivas, nos quais a responsabilidade socioambiental está presente desde a extração da matéria-prima até a destinação final do produto, que de preferência deve ser a reutilização ou a reciclagem.

“Esperamos que todas as empresas façam isso”, disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, presente na ocasião para divulgar a campanha “Saco É um Saco”, promovida pela sua pasta, em conjunto com o Wal-Mart e o Instituto Akatu, para reduzir a utilização de sacolinhas plásticas.

Pela redação da Envolverde / Edição de Benjamin S. Gonçalves (Instituto Ethos)

Leia a matéria completa.

Novo Ministro!

Terça-feira, Maio 20th, 2008

Confirmado como ministro do Meio Ambiente, o deputado estadual, agora ex-secretário do Meio Ambiente do governo do Rio, Carlos Minc (PT) substitui a senadora Marina Silva.

Carlos Minc é conhecido por sua atuação política na defesa da “preservação ambiental, de uma política de segurança moderna e democrática, da defesa dos direitos de cidadania das mulheres, negros e homossexuais, por mais verbas para a cultura, pela saúde da população e do trabalhador e por mais democracia nas escolas”.

Fundador do Partido Verde com o atual deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 1986, em coligação com o PT. Atualmente exerce seu sexto mandato consecutivo no estado do Rio de Janeiro.

Recebeu o Prêmio Global 500, concedido pela ONU às pessoas que se destacaram na defesa do meio ambiente em âmbito mundial.

Minc assume a tarefa de equilibrar as exigências de proteção da floresta tropical amazônica contra a crescente pressão para que possa ser utilizada para a agricultura e a produção de energia. Conhecido por ser um ferrenho defensor da Amazônia, Minc espera apoio político para conseguir colocar em prática seus projetos.

Esperemos que o atual ministro continue os projetos de Marina Silva, que deixou um legado importantíssimo para o país. Como bem elucidou Cristina Barros, representante da ONG The Nature Conservancy no Brasil. “Marina Silva trabalhou para que tivéssemos avanços importantes, como a reestruturação do processo de licenciamento ambiental, o cumprimento da lei em casos de corte ilegal da madeira, a concessão de florestas públicas na Amazônia e a elaboração de uma agenda para o mercado de créditos de carbono.”

Boa sorte Ministro, tome conta do que é nosso!