As luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade, né?
Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica.
Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
Que outras ideias podemos ter a partir disso? Será que chegaremos ao ponto de ter este mecanismo nas calçadas, por exemplo?
O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram ficar um tempão tomando uma ducha relaxante… o chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água.
Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
Tem que ter uma grande consciência ecológica para colocar isso em casa, né?
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para funcionar?
Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas.
É só colocá-las novamente na impressora que a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
Agora nos responda: você pensa duas vezes antes de imprimir alguma coisa?
Localizada no Canadá, Vancouver, esta sala de jantar flutuante chama a atenção pela beleza, sofisticação e também pela curiosidade.
As pessoas se perguntam: como “isso” está boiando no meio da água? A resposta é simples e ecologicamente correta. Foram usadas cerca de 1700 garrafas PET para que o ambiente pudesse se sustentar em cima das águas.
Desenvolvida pelo escritório Good Weather, a sala de jantar é também um projeto acadêmico da Fish Foundation, organização que tem como objetivo formar novos chefs de cozinha que se preocupem com a pesca amiga do meio ambiente.
A cozinha-balsa pode acomodar cerca de 12 pessoas e abre todas as noites. Para a construção do piso, as garrafas foram arrumadas em fileiras e sobrepostas por um piso de madeira, o que garantiu a segurança do projeto.
Até setembro, os chefs da cozinha flutuante estarão ministrando um curso sobre vinhos. Para fazer parte do time seleto, o interessado terá que desembolsar cerca de R$400.
Manifesto do fotográfo James Fulton contra a tragédia do derramamento de óleo no Golfo do México.
“Somos todos responsáveis por ter um padrão de vida que demanda o uso de energia não sustentáveis. Nós também somos responsáveis por encontrar soluções e devemos trabalhar juntos para proteger o equilíbrio da vida.”
Com a intenção de discutir e planejar a estrutura de hotéis para os grandes eventos que chegarão ao Brasil (Copa 2014 e Olimpíada de 2016), o Congresso Nacional de Hotéis (CONOTEL), espera ampliar a discussão a todos os níveis da sociedade. E a preocupação com o meio ambiente não ficará de fora, obviamente.
As práticas sustentáveis já são uma realidade no setor hoteleiro. Não são poucas as iniciativas que mostram a preocupação de preservação ambiental e a redução de gastos dos recursos naturais.
Existem diversos hotéis já com ISO 14000 - certificação ambiental - e outros tantos que fazem o que podem para atender as demandas do modo mais “verde” possível.
Porém, como todos já sabem, ainda não é o suficiente. Discutir isto é essencial para toda a estrutura que estamos preparando para grandes eventos no país. O mundo inteiro estará de olho no Brasil.
Quais ideias você daria para os empresários do ramo no quesito sustentabilidade?
Pouca gente percebe as pessoas no meio da multidão. Mas - ainda bem! - que há pessoas que têm olhos para enxergar a realidade da sociedade. Foi com este olhar que Sean Walsh, diretor e roteirista de cinema, viu e percebeu a fascinante história de Claudinês Alvarenga, um coletor de materiais recicláveis.
Sean Walsh foi além. Ele escreveu e dirigiu o documentário longa-metragem e acabou ganhando prêmios, como o Troféu Carmo Bernardes. A história é puro reflexo de qualquer cidade grande (no caso, São Paulo)e mostra a enorme importância do trabalho destas pessoas que ainda são marginalizadas ns ruas. O documentário mostra como Claudinês conseguiu, aos poucos, mobilizar todos em sua família sobre a importância da reciclagem e ainda conscientizar os parentes de que esse trabalho tem impacto direto em suas vidas e para a preservação do meio ambiente.
Veja o Trailer:
E aí, vamos continuar a olhar para estas pessoas do mesmo modo? Recicle seu pensamento!
Se o aquecimento global atingir o nível que os especialistas apontam, os mares deverão subir o bastante para acabar com diversos paraísos do mundo. Veja uma lista de alguns lugares que serão varridos da face da Terra:
1. Grande Barreira de Corais da Austrália
O aumento da temperatura dos oceanos vem branqueando as colônias de corais causando a morte do principal habitat da biodiversidade marinha mundial.
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2. Alpes Suiços
Muito procurado para a prática de esqui, os Alpes perdem quatro metros de neve por ano.
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3. Ilhas Maldivas
O ponto mais alto do país está a apenas 2,4 metros do mar e, por isso, existe a preocupação. Poucos centímetros de aumento do oceano já podem ser suficientes para afundar algumas das cerca de 1.200 ilhas do arquipélago.
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4. Tuvalu
Tuvalu entra no conjunto dos países tropicais e paradisíacos do Pacífico, mas também no das nações mais propícias a sofrer os efeitos do aquecimento global. Estima-se que em 50 anostudo esteja inundado.
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5. Napa Valley (EUA)
Uma das principais áreas de vinhos do mundo vê seu mais precioso bem ameaçado: a uva. As condições da temperatura e minerais estão comprometidas pelo constante aumento do calor.
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6. Veneza - Itália
Veneza já está 13 centímetros mais submersa e as inundações são constantes.
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7. Geleira de Chacaltaya - Bolívia
A antiga estação de esqui se reduziu a quase nada… Hoje, a Geleira, a mais de 6.200 metros de altura, vê apenas 2% da sua cobertura natural de neve ainda contornando o local.
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8. Monte Kilimanjaro (Tanzânia)
O ponto mais alto do continente africano possui apenas 20% da neve original.
Quando nos deparamos com erupções de vulcões, pensamos logo em calamidade, em problemas ou algo que, se pudéssemos, evitaríamos a todo custo.
A Scientif American publicou recentemente a notícia que a famosa erupção do Monte Santa Helena pode ter sido o início de muitas coisas. Para se ter uma ideia, com a erupção do vulcão, a costa noroeste do Pacífico baixou cerca de 400 metros em questão de segundos, levando consigo árvores suficientes para a construção de 300 mil casas de dois dormitórios. Também foram aniquiladas 200 residências, 57 vidas humanas e a maior parte da vida selvagem visível num raio de 596 quilômetros quadrados. Uma tragédia?
Sim e não.
Óbvio é que de se lamentar as perdas imediatas de muitas vidas e a tragédia que isso trouxe para milhares de pessoas. Porém, cientistas descobriram que as perdas devastadoras haviam dado espaço a ganhos memoráveis, tanto em termos de produtividade do ecossistema quanto de avanço científico.
Plantas e animais que nunca puderam sobreviver sob as fechadas copas das árvores ou aos predadores dominantes, acharam um ecossistema perfeito - ainda melhor que antes - para dar início a novas formas de vida.
Com os anos, as áreas intocadas pelo homem após a erupção geraram maior biodiversidade do que os lugares onde procuraram acelerar a revitalização tentando salvar árvores mortas ou plantando novas.
Incrível, não? É a natureza renovando o que o homem destrói…