Archive for the ‘aquecimento global’ Category

Os cavaleiros do Apocalipse

Quarta-feira, Dezembro 16th, 2009

O Greenpeace deixou mais um sinal do que poderá acontecer caso não seja assinado um Acordo climático vinculativo, justo e ambicioso em Copenhagen. Na segunda-feira, dia 14 de Dezembro, a organização juntou à porta do Parlamento dinamarquês, em Copenhagen, os quatro cavaleiros do Apocalipse. Lá estavam eles, caracterizados e simbolizando a morte, a fome, a guerra e a peste. São estas as 4 catástrofes que a humanidade poderá ter de enfrentar no futuro caso não sejam tomadas medidas fortes para conter as alterações climáticas.

Pode parecer engraçado, mas o assunto é sério. Bem sério.

Veja o vídeo:

Previsões ambientalistas

Quinta-feira, Dezembro 3rd, 2009

As ONGs ambientalistas Greenpeace e TicTacTicTac (organização que nos Estados Unidos se chama TckTckTck) criaram outdoors que criticam a falta de ações mais concretas dos líderes mundiais contra o aquecimento global.As fotos mostram diversos líderes mundiais - Barack Obama, Lula, Sarkozi, Zapatero, etc - já velhos e com os cabelos brancos.

O texto que acompanha a fotomontagem diz “Sinto muito! Nós poderíamos ter impedido mudanças catastróficas no clima… mas não fizemos”.Tudo isso para ilustrar e chamar a atenção do mundo para a Conferência do Clima das Nações Unidas. Confira as emissões e propostas de corte de CO2 de vários países.Veja as fotos:

 

Brasil: 2x mais que a média mundial!

Segunda-feira, Novembro 23rd, 2009

 

Cada brasileiro é responsável, em média, pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).

A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.

Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.

“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.

O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.

A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.

Será que conseguiremos ou estamos indo no caminho dos EUA?

Fonte: UOL

PowerMeter: um software que ajuda a reduzir o aquecimento global.

Sexta-feira, Outubro 16th, 2009

Uma parceria do Google com a empresa Energy Inc. vai levar aos domicílios dos EUA um software de gestão de energia.O Google está testando um software, o PowerMeter, que permite aos usuários acompanhar praticamente em tempo real em seus computadores o consumo de energia das suas casas.

O objetivo é que a informação ajude os usuários a reduzir a demanda de energia, colaborando para diminuir as emissões de gases resultantes da produção de eletricidade - e, com isso, abrandar a contribuição para o aquecimento global.

Segundo o Google, há estudos que indicam que o acesso à informaçao sobre o consumo de energia doméstico leva a uma economia de 5% a 15% por mês nas contas de eletricidade. Diz em seu blog que se metade das residências dos EUA cortarem seu consumo em 10%, seria o equivalente a tirar das ruas 8 milhoes de carros.

O PowerMeter ainda nao está disponivel ao publico - está sendo testado por funcionários do Google.A ideia é elevar a eficiência energética e substituir os medidores inteligentes. Os consumidores precisam comprar o dispositivo de medição de energia da Energy, o TED 5000, que custa cerca de USD 200, e usar o software do Google no aparelho.

Plantas que nos fazem respirar!

Sexta-feira, Setembro 11th, 2009

Um grupo de cientistas da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu que três plantas muito comuns nas casas brasileiras podem ajudar a diminuir os níveis de ozônio em ambientes fechados: espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata), clorofito (Chlorophytum comosum) e jiboia (Epipremnum aureum). Está aí uma boa dicade plantas para você ter em casa. Além de funcionarem de objeto de decoração, essas plantas nos fazem respirar melhor! Entenda o porquê!

Espada-de-são-jorge

Jibóia

Clorofito
Um dos principais componentes da poluição atmosférica, o ozônio é um gás incolor e altamente reativo formado quando o oxigênio reage com outros elementos químicos. Embora seja associado com mais freqüência ao ar externo, ele também se faz presente em ambientes como casas e escritórios e costuma ser liberado por impressoras, fotocopiadoras, luzes ultravioleta e por alguns sistemas de purificação do ar.

O gás é tóxico para os seres humanos. Uma estimativa de 1998 do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas alertava para a forte toxicidade do ar em ambientes fechados, sendo o ozônio nesses locais a causa de mais de 2 milhões de mortes por ano.

No estudo com as três plantas, os pesquisadores simularam escritórios e ambientes domésticos em uma estufa, que era dividida em câmaras equipadas com um sistema de filtragem do ar no qual as concentrações de ozônio pudessem ser reguladas e medidas.

Dados das câmaras foram registrados a cada cinco minutos após a aplicação de ozônio. Os resultados mostraram que as taxas de depleção do ozônio eram maiores nas câmaras que continham plantas do que em outras sem, usadas como controle. Não houve diferença significativa entre as taxas apresentadas pelas três espécies de plantas.

“Como a poluição do ar interno afeta grandemente os países, o uso de plantas como método de mitigação pode servir como uma alternativa eficiente e de baixo custo”, destacaram os autores.

Segundo eles, a alternativa seria ainda mais vantajosa para os países em desenvolvimento, nos quais o uso de tecnologias de controle da qualidade do ar em ambientes fechados são muitas vezes economicamente inviáveis.

O trabalho foi publicado na revista HortTechnology, da Sociedade Norte-Americana de Ciência da Horticultura.

*As informações são da Agência Fapesp

Terra preta: seremos salvos pelos índios?

Segunda-feira, Agosto 17th, 2009

É no mínimo irônico pensar que uma técnica ancestral dos índios pode ser uma das chaves contra o aquecimento global. Nós que, historicamente, nunca demos o respeito devido a esse povo, que os maltratamos de forma contínua e destruímos os habitat deles, agora vamos novamente até eles pra aprender um pouco sobre como cuidar do planeta.

O biocarvão, ou biochar e recentemente chamado de biological charcoal (carvão biológico), é feito de resíduos orgânicos, ou biomassa, como a madeira, plantas e até adubo de animais. Esses materiais são queimados através de um processo conhecido como pirólise, em temperaturas acima de 400°, com pouco ou nenhum oxigênio.

Além de aumentar a produtividade agrícola quando usado junto ao solo, o biocarvão pode ajudar a resgatar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e fornecer energia. Quando morrem, as plantas liberam CO2 que absorveram novamente no ambiente, mas a pirólise retém de 20% a 50% desse carbono. Está sendo considerada uma das grandes armas contra o aquecimento global.

Os gases produzidos durante o processo de queima podem ser usados como combustível. É o ‘ouro negro’ da agricultura, afirmam cientistas ouvidos pela CNN.

Os EUA - e alguns outros países - ‘descobriram’ essa técnica e já vêm desenvolvendo e fazendo estudos para o uso em escala mundial.

Mais uma vez a própria natureza nos dá a solução. Nós só temos que aprender a usar de modo consciente tudo que ela nos dá. E é exatamente esse o problema que vivemos: saberemos dosar isso?

Onde está Noé?

Segunda-feira, Julho 27th, 2009

Segue mais uma sequência genial de propagandas feitas pelo WWF para alertar o mundo dos efeitos do aquecimento global.

Nas três peças a seguir, se pode ler a legenda: ‘Animais ao redor do mundo estão perdendo seus habitats naturais. Ajude a reciclar e junte-se a nós. WWF’

Chocante como sempre, não?

Gosta dessas campanhas publicitárias? Veja mais aqui, aqui e aqui.

Já segue o Energia Eficiente no Twitter?

Árvores Artificiais

Sexta-feira, Julho 17th, 2009

Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, capazes de absorver CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente que árvores de verdade.

A estrutura tem galhos semelhantes aos dos pinheiros, mas não precisa de sol nem água para funcionar. O segredo está nas folhas, feitas de um material plástico capaz de absorver dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa.

“Da mesma forma que uma árvore natural, estas folhas absorvem o CO2 e o mantêm preso”, explicou o cientista Klaus Lackner, geofísico do Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

No entanto, enquanto árvores e outras plantas armazenam o gás em seus tecidos, a árvore artificial guarda o CO2 em um filtro, que comprime o gás e o transforma em líquido. Desta forma, o CO2 poderia ser enterrado e armazenado permanentemente debaixo da terra.

Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias “limpas”, que não produzem gases. O grupo de pesquisadores americanos criou um protótipo pequeno, mas afirma ser possível produzir um modelo maior.

“O que vejo a curto prazo é um aparelho do tamanho de um caminhão no qual se podem instalar as folhas numa caixa parecida com o filtro de uma caldeira. Cada máquina teria 30 filtros que juntos mediriam 2,5 m de altura e um metro de largura”, disse Lackner. Esta torre de atuaria como um centro de captação ao ar livre, enquanto o CO2 capturado ficaria armazenado em outra torre.

De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros. Isso significa que, para que a tecnologia tivesse algum impacto sobre o clima no planeta, seriam necessários milhões de unidades delas. No entanto, a tecnologia não é barata. Calcula-se que cada uma dessas máquinas custaria cerca de US$30 mil (quase R$ 60 mil).

O pesquisador calcula que, se fossem instalados dez milhões de “árvores artificiais” no mundo, cerca de 3,6 gigatoneladas de CO2 seriam retiradas do ar todo ano. Atualmente, o mundo produz 30 gigatoneladas de CO2 por ano. Por isso, Lackner defende a sua invenção como parte de uma estratégia global, de forma a criar uma sociedade que seja neutra na produção e absorção de carbono.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Ilhas Maldivas: Um paraíso ameaçado

Segunda-feira, Maio 4th, 2009

Considerado o país mais ameaçado do mundo pelos efeitos do aquecimento global, as Ilhas Maldivas - um paraíso fincado no Oceano Índico - anunciou um plano para zerar suas emissões de carbono nos próximos 10 anos. O país sofre por ser a nação mais baixa do planeta. Cerca de 80% de suas terras, constituídas de 1200 ilhas, não ultrapassam um metro acima do nível do mar e já há efeitos reais no cotidiano da população. Ao redor da capital, Malé, já foi construído um muro de contenção de enchentes com 3 metros de altura, mas as faixas de areia não param de diminuir.

A preocupação é tão iminente que o governo já faz planos de adquirir terras na Índia ou Sri Lanka para mudar o país de lugar caso o mar alague tudo.

Paralelamente a isso, as Maldivas assinaram um plano da ONU para se tornar o primeiro país livre de emissões de carbono e auto sustentáveis. Juntos nessa corrida estão a Costa Rica, Islândia, Noruega, Nova Zelândia e Mônaco. É a “Copa do Mundo do Carbono”, como os ambientalistas têm chamado. O bom dessa disputa é que ganhamos todos.

Como escreveu a jornalista Cláudia Carmello no excelente blog Viajante Consciente, tomara que essa disputa sirva de exemplo para o mundo inteiro e salve o nosso paraíso de lua-de-mel!

Fontes: Sustainable Travel / Viajante Consciente

Seja burro!

Quarta-feira, Abril 29th, 2009

Ironia fina e apelo inteligente. Esses são os ingredientes desse vídeo que faz parte da campanha “Reclame por um mundo melhor”, feita pelo programa Reclame, do canal Multishow.

O filme se chama “Consciência”!