Complementando o post anterior, temos que dizer que também há boas ações acontecendo na Copa do Mundo da África.
Na pequena Jericó, vilarejo a 180 quilômetros de Johannesburg, os habitantes estão assistindo aos jogos da forma mais sustentável possível: através de um telão movido à energia solar.
O telão de alta definição, acoplado a baterias recarregadas através de painéis solares, foi montado com a ajuda de estudantes de uma escola pública, treinados pelo Greenpeace. O projeto, sem precedentes na África do Sul, continuará por todo o período da Copa. A entrada para assistir aos jogos é gratuita e o telão viajará ainda por sete vilarejos rurais, oferecendo a oportunidade de moradores de regiões sem energia de assistir aos jogos. No final da Copa, ele será doado para uma escola.
“Queremos mostrar que o país não precisa contar com um modelo energético antigo. A África do Sul tem potencial de explorar as duas melhores matrizes renováveis que existem: o sol e o vento”, diz Nkopane Maphiri, da Campanha de Clima do Greenpeace. “Se outros governos africanos aproveitassem a oportunidade para investir em um futuro mais sustentável, poderíamos gerar 1,8 milhões de empregos verdes até 2030 e, até 2050, ter 78% de nossa matriz convertida para renováveis”, complementa Maphiri.
A Copa do Mundo seria uma ótima oportunidade para dar ao mundo um grande exemplo de sustentabilidade. Infelizmente, não é o que acontece.
Segundo estudo da Embaixada da Noruega/Governo da África do Sul, a Copa do Mundo 2010 será o evento com as maiores emissões do mundo dentre aqueles que se propuseram a ser “neutros” em carbono: 2,75 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidas.
A principal responsável por essas emissões é a quantidade de viagens internacionais ligadas ao evento, responsáveis por 1.856.589 toneladas de CO2, ou 67% do total. Ainda assim, excluindo este número, a pegada de carbono do mundial da FIFA 2010 é mais de oito vezes a estimada da Copa de 2006 na Alemanha. O maior problema, segundo eles, é a falta de meios de transporte “limpos”.
Isso sem contar, é claro, com a inacreditável poluição sonora… vuvuzelas vêm poluindo não só os estádios da Copa, mas a casa de todos que estão assistindo as transmissões.
Você é a favor ou contra a proibição das vuvuzelas nos estádios?
Se o aquecimento global atingir o nível que os especialistas apontam, os mares deverão subir o bastante para acabar com diversos paraísos do mundo. Veja uma lista de alguns lugares que serão varridos da face da Terra:
1. Grande Barreira de Corais da Austrália
O aumento da temperatura dos oceanos vem branqueando as colônias de corais causando a morte do principal habitat da biodiversidade marinha mundial.
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2. Alpes Suiços
Muito procurado para a prática de esqui, os Alpes perdem quatro metros de neve por ano.
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3. Ilhas Maldivas
O ponto mais alto do país está a apenas 2,4 metros do mar e, por isso, existe a preocupação. Poucos centímetros de aumento do oceano já podem ser suficientes para afundar algumas das cerca de 1.200 ilhas do arquipélago.
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4. Tuvalu
Tuvalu entra no conjunto dos países tropicais e paradisíacos do Pacífico, mas também no das nações mais propícias a sofrer os efeitos do aquecimento global. Estima-se que em 50 anostudo esteja inundado.
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5. Napa Valley (EUA)
Uma das principais áreas de vinhos do mundo vê seu mais precioso bem ameaçado: a uva. As condições da temperatura e minerais estão comprometidas pelo constante aumento do calor.
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6. Veneza - Itália
Veneza já está 13 centímetros mais submersa e as inundações são constantes.
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7. Geleira de Chacaltaya - Bolívia
A antiga estação de esqui se reduziu a quase nada… Hoje, a Geleira, a mais de 6.200 metros de altura, vê apenas 2% da sua cobertura natural de neve ainda contornando o local.
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8. Monte Kilimanjaro (Tanzânia)
O ponto mais alto do continente africano possui apenas 20% da neve original.
Quando nos deparamos com erupções de vulcões, pensamos logo em calamidade, em problemas ou algo que, se pudéssemos, evitaríamos a todo custo.
A Scientif American publicou recentemente a notícia que a famosa erupção do Monte Santa Helena pode ter sido o início de muitas coisas. Para se ter uma ideia, com a erupção do vulcão, a costa noroeste do Pacífico baixou cerca de 400 metros em questão de segundos, levando consigo árvores suficientes para a construção de 300 mil casas de dois dormitórios. Também foram aniquiladas 200 residências, 57 vidas humanas e a maior parte da vida selvagem visível num raio de 596 quilômetros quadrados. Uma tragédia?
Sim e não.
Óbvio é que de se lamentar as perdas imediatas de muitas vidas e a tragédia que isso trouxe para milhares de pessoas. Porém, cientistas descobriram que as perdas devastadoras haviam dado espaço a ganhos memoráveis, tanto em termos de produtividade do ecossistema quanto de avanço científico.
Plantas e animais que nunca puderam sobreviver sob as fechadas copas das árvores ou aos predadores dominantes, acharam um ecossistema perfeito - ainda melhor que antes - para dar início a novas formas de vida.
Com os anos, as áreas intocadas pelo homem após a erupção geraram maior biodiversidade do que os lugares onde procuraram acelerar a revitalização tentando salvar árvores mortas ou plantando novas.
Incrível, não? É a natureza renovando o que o homem destrói…
Qual a última vez que você pegou ou deu carona com um desconhecido?
Talvez essa seja apenas uma lembrança longínqua da sua adolescência…
O que importa é que isso pode ser uma ótima solução para o caos das grandes cidades. Não só para diminuir o trânsito, mas também para evitar a emissão de milhões de toneladas de CO2. Está no ar o TipCar.
A ideia é simples: Você se cadastra rapidamente no site e oferece ou pede carona. Outras pessoas que têm o mesmo trajeto que você vão ver. Aí você localiza sua carona de forma rápida e inteligente. E pode usar todas as redes sociais - Comunidades TipCar, Orkut, Twitter, etc - para identificar o parceiro ideal ao seu perfil. Não se preocupe: você é quem decide como e com quem vai. E você ainda pode dividir os gastos.
E aí, queremos saber: o que te impede de dar ou pegar uma carona?
Criar um cinturão ao redor da Terra com placas de energia fotovoltaica. Parece uma boa ideia?
Foto: Shimizu/Divulgação
O Japão planeja executar essa ideia para gerar toda a eletricidade que precisamos na Terra. Para isso, seria construído um cinturão com largura de 11 mil quilômetros de placas fotovoltaicas ao redor do equador.
A eletricidade gerada por essas células seria transportada em microondas ou laser em forma de radiação para a Terra. Para isso teríamos que instalar uma antena de 20 quilômetros de diâmetro para fazer a captação. Por outro tipo de antena, a radiação será convertida de novo em eletricidade em estações de energia.
Com o tempo, o cinturão poderia ter uma largura de até 400 quilômetros e seria suficiente para gerar energia limpa para toda a humanidade.Ele seria construído por robôs montados no espaço e levados para a superfície lunar por uma equipe humana de suporte. O cinturão seria construído com o máximo de materiais que possam ser retirados do próprio solo lunar.
A Teoria é perfeita e resolveria uma série de problemas que andamos enfrentando por aqui. Mas será que isso é possível? Quais os tipos de problemas que isso geraria?
Comercial da WWF que mostra a ‘contribuição’ que grandes marcas deram ao meio ambiente e ao planeta. Mesmo que tenham sumido economicamente do mapa, continuarão a assombrar durante muito tempo…
A criação é da DM9DDB.
O anúncio abaixo, como no filme, refere-se a uma empresa falida também. No caso, a Enron, que foi a protagonista de uma dos maiores escandalos da história americana.
A mudança foi drástica: de antigo estacionamento para um centro de facilidades para ciclistas.
Essa foi a proposta vencedora do prêmio de Design Sustentável 2010, nos EUA. A ideia foi da arquiteta Annie Scheel.
O projeto oferece serviços específicos para ciclistas. Lá estão restaurantes, vestiários com duchas, oficina de reparo, lojas para venda e aluguel de bicicletas e, óbvio, um estacionamento para as bikes.
O estacionamento tem um sistema vertical de armazenagem com muitos andares e capacidade para 690 bicicletas. Um pátio central verde oferece luz e ventilação naturais ao edifício. O local é estratégico, pois está localizado próximo ao distrito comercial, atrações turísticas e a linhas de transporte público.
Nem é preciso dizer que isso é um incentivo muito grande ao uso da bicicleta. O problema é isso é apenas uma ideia. O que você precisaria para trocar seu meio de transporte por uma bicicleta? Um lugar como esse resolveria seu problema?
Olha que bacana a ação digital criada pela Loche Roche para o zoológico de Toronto.
Cada vez que uma pessoa fizer um tweet relacionado ao meio ambiente, o iceberg que sustenta o urso cresce de tamanho. Quando as pessoas param de comentar, o iceberg volta a diminuir e ameaçar o urso polar.
A campanha chama atenção para o desaparecimento do gelo no Oceano Ártico. 25% já se foi e se isso continuar acontecendo, os ursos entrarão em extinção.
Um jeito simples e simpático de mobilizar pessoas em torno do tema e chamar atenção para a causa.