Archive for Novembro, 2009

Festas com consciência. Como dimimuir seu impacto no meio ambiente.

Segunda-feira, Novembro 30th, 2009

O fim de ano é sempre movimentado pelas confraternizações no trabalho, festas com amigos e família. É nesta época, também, que aumentamos nosso consumo em todos os sentidos. Portanto, esta é um período no qual devemos prestar atenção especial à conservação da natureza.

Veja abaixo dicas simples de como diminuir o impacto das festas de final de ano:

  • Evite papéis laminados e com purpurina, pois não podem ser reciclados;
  • Embrulhe os presentes em papéis simples e utilize o que sobrar para fazer suas próprias etiquetas de/para;
  • Envie cartões de Natal eletrônicos e previna o desperdício de papel;
  • Pegue sacolas plásticas apenas quando necessário. Se possível, prefira os sacos de papel;
  • Utilize ornamentos naturais na decoração de Natal como pinhos e fibras;
  • Recicle latas e garrafas vazias depois das festas, além das embalagens de seus presentes;
  • Compre lembranças de Natal certificadas. Os selos de certificação garantem que os artigos foram produzidos de acordo com todas as leis do país, tanto ambientais como trabalhistas. Para produtos madeireiros procure o selo FSC;
  • Na hora da ceia, atente para a carne que for comprar. Cerca de 70% das áreas desmatadas no Brasil viram pastos. Para garantir que a carne que você come não vem desses pastos, procure o selo certificação Orgânico - IBD;

Fonte: WWF

Arte menos Poluição

Quinta-feira, Novembro 26th, 2009

Quais são as interferências urbanas que nos fazem pensar? Todas as cidades estão cheias de razões (leia-se “problemas”) para a gente pensar: o problema das crianças nas ruas, dos que moram nas ruas, da segurança, do trânsito caótico, etc. O que não falta é problema, certo? Pois então, quantas vezes você realmente parou pra pensar e tentou resolver algum destes problemas?

O designer e artista plástico Alexandre Órion usou extrema criatividade e talento para nos fazer pensar e alertar para a poluição nas grandes cidades. O projeto intitulado “Ossário - Arte Menos Poluição” é uma intervenção pública feita no túnel Max Feffer entre a Av. Europa e a Av. Cidade Jardim. Na intervenção foram usados apenas panos limpos.

Uma obra de sensibilidade que nos dá uma tapa na cara:  assista ao vídeo.

Como destruir as camadas polares

Quarta-feira, Novembro 25th, 2009

Uma propaganda de 1962 previu o destino das camadas polares. A gigante petrolífera Humble Oil - que viria a se tornar a Exxon - lançou naquele ano uma propaganda curiosa, pra não dizer infeliz. Na foto está uma grande geleira e a legenda diz:

“Todos os dias a Humble produz energia suficiente para derreter 7 milhões de toneladas de gelo dos glaciares”.

E o texto abaixo continua:

“Os glaciares tem permanecido intactos por séculos. Mas a Humble poderia derreter tudo numa velocidade de 80 toneladas de gelo por segundo…”. Acho que realmente eles podiam…

Se quiser ver a matéria ampliada, veja no livro do Google, fonte desse texto.

Brasil: 2x mais que a média mundial!

Segunda-feira, Novembro 23rd, 2009

 

Cada brasileiro é responsável, em média, pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).

A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.

Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.

“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.

O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.

A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.

Será que conseguiremos ou estamos indo no caminho dos EUA?

Fonte: UOL

Simplesmente Ed!

Quarta-feira, Novembro 18th, 2009


Gás ou eletricidade?

Papel ou plástico?

Impresso ou digital?
A vida é cheia de decisões e elas são ainda mais difíceis quando temos que levar em consideração a sustentabilidade e o meio-ambiente. Ed, patrocinado pela NewPage, é um projeto muito legal que tem a proposta  de ser um eco-educador para tudo relacionado ao papel, impressão e design.

A idéia é ajudar os designers desenvolverem os seus projetos com maior responsabilidade e o mais green e sustentável possível.

Se você não é designer e não conhece nenhum para indicar, ainda sim vale a visita ao site!

Fonte: It’s green design

Mais é menos!

Terça-feira, Novembro 17th, 2009

Uma nova campanha do Instituto Akatu já está no ar!

Mais é menos” é o nome da campanha, que visa disseminar o conceito do consumo consciente. Vale a pena visitar o site e divulgar. É por uma ótima causa!

Vai lá! Instituto Akatu

Reciclando fraldas…

Segunda-feira, Novembro 16th, 2009

Todas as vezes que pensamos em fraldas é dificil de não associar com um bebê lindo sorrindo pra você. Porém, vocês não imaginam o impacto ambiental que essas “pessoinhas” - na verdade não são eles, e sim nós! - podem causar no meio ambiente.

Só nos Estados Unidos são jogadas fora cerca de 27 bilhões de fraldas todos os anos, que vão parar nos aterros e poluem a terra com materiais como papel e plástico.

Pensando nisso, duas empresas britânicas, a Versus Energy e a Knowaste, se juntaram para construir a primeira usina de reciclagem de fraldas do mundo. Além de evitar que as fraldas continuem a poluir os aterros, a usina irá funcionar com energia criada da matéria orgânica que vem junto com as fraldas.

As fraldas serão trituradas, lavadas, higienizadas e separadas em material orgânico, papel e plástico que encontrarão nova utilidade como telhas, solas de sapato, papel de parede e muitas outras finalidades. A água utilizada no processo será tratada e reutilizada.

A primeira usina, das cinco programadas, começará a funcionar em maio de 2010 em Birmingham na Inglaterra. As fraldas serão recolhidas em creches, asilos e hospitais.

Conhece algum serviço similar a esse aqui no Brasil?

Blecaute: bom, ruim ou uma oportunidade?

Quarta-feira, Novembro 11th, 2009

Quando as luzes se apagaram em grande parte do Brasil na noite desta terça-feira (10), coube ao rádio, único meio de comunicação disponível à maior parte das pessoas em meio ao blecaute, alertar para os riscos de se ficar nas ruas. O rádio chegou a transmitir recomendações do governo para que as pessoas não saíssem de casa para evitar a possível violência. 

Blecautes paralisam a maior parte dos alarmes contra roubo, causam caos no trânsito, permitem que criminosos atuem de forma mais fácil, mas, segundo o pesquisador norte-americano David Nye, também podem ter efeitos positivos para a sociedade. “A segurança é baseada na energia, mas um blecaute também revela como pessoas se tornaram isoladas por conta dos sistemas elétricos. Quando a TV, o som e o computador não funcionam, elas descobrem que têm vizinhos”.

Nye vem estudando os apagões registrados nos Estados Unidos desde 1935 em uma pesquisa a ser lançada no próximo ano no livro “When the lights went out” (Quando as luzes se apagaram, em tradução livre). Professor na Universidade do Sul da Dinamarca, ele tem mais de uma dezena de livros publicados sobre tecnologia e energia elétrica. 

Segundo Nye, apagões funcionam como uma “porta de entrada” que é empurrada pela sociedade e leva a uma situação completamente nova. “As pessoas podem ajudar umas às outras, podem decidir saquear lojas, podem começar uma festa nas ruas, ou apenas ficar em casa pacientemente esperando que ele termine. Muitas vezes vemos que as pessoas passam a conhecer seus vizinhos enquanto lutam para resolver os problemas advindos do blecaute, criando uma solidariedade surpreendente. No caso de um grande blecaute em Nova York em 1965, a maior parte das pessoas lembra dele como uma experiência positiva. A criminalidade foi mais baixa do que o normal, e milhões de pessoas foram às ruas e se divertiram.”

Energia alternativa

Nye explicou que as cidades industriais são dependentes demais de eletricidade, e que a tendência é de radicalização desse cenário. “Não há alternativa rápida, para o curto prazo. É tecnicamente possível, no entanto, criar um sistema energético menos centralizado, para encorajar as pessoas a produzirem parte da sua própria energia com matrizes eólicas e solares, além de ter sistemas de reserva para serviços essenciais, se tornando menos dependente de um único fornecedor”.

Se tivéssemos uma grande rede, ainda que secundária, de energias renováveis e alternativas - eólica, solar, etc. - não teríamos sofrido tanto com esse tipo de acontecimento. Esse blecaute só nos leva à certeza de que a energia como ela é hoje é insustentável, politicamente falando. Casos como esse tendem a acontecer mais vezes e é uma boa oportunidade de começar a se pensar seriamente numa política de massificação de energia alternativas, com subsídios para implementação de uma rede interligada de energia renováveis.

Nye continua: “Um blecaute de até duas horas como este deveria ser esperado periodicamente. Não importa o quão bem o sistema de transmissão seja desenhado e construído, ele é apenas uma máquina num mundo de falhas técnicas, acidentes e erros humanos ocasionais. Normalmente, quando um blecaute termina, todos começam uma ‘caça às bruxas’ para identificar o responsável. A ideia parece ser a de que ter este sistema elétrico gigantesco funcionando é perfeitamente normal e que qualquer defeito é um erro inaceitável. Mas nada vai funcionar 24 horas por dia para sempre. Quanto mais eu estudo isso, mais me impressiono com o fato de que a maioria desses sistemas funcionem bem quase todo o tempo.”

Para pensar: quantos de vocês têm acesso a algum tipo de energia renovável?

Fonte: G1

Projetos de cidadania: entrevista com Renata Macedo

Quarta-feira, Novembro 11th, 2009

Depois da entrevista com Marcus Nakagawa, agora é a vez da assessora de sustentabilidade Renata Macedo falar sobre os projetos de cidadania que a Philips vem desenvolvendo e patrocinando ao longo dos anos.

Nessa entrevista é possível entender como uma empresa do porte da Philips pode agir e incentivar seus funcionários a interagir e ajudar nos processos de inserção social, sustentabilidade, voluntariado e outros fatores que ajudam a sedimentar ainda mais o conceito de responsabilidade social da empresa.

Assista e entenda um pouco mais do trabalho da Philips: veja o vídeo aqui!

Oásis de energia!

Terça-feira, Novembro 10th, 2009

Uma disputa pelo maior parque de energia solar do mundo já começou! A disputa - muito boa para todos nós! - tem um novo líder: o deserto do Saara. Já tivemos projetos ousados no mundo (Portugal, Espanha, Chile, etc), mas acho que esse vai ser dificil de superar.

12 empresas assinaram um acordo para construir o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.

Serão colocados milhares de painéis solares no norte da África, formando uma extensa faixa com o objetivo de fornecer cerca de 15% da demanda de energia da europa com energia limpa. Até agora as empresas que assinaram o acordo são: ABB, ABENGOA Solar, Cevital, DESERTEC Foundation, Deutsche Bank, E.ON, HSH Nordbank, MAN Solar Millennium, Munich Re, M+W Zander, RWE, SCHOTT Solar, and Siemens. O projeto irá ligar várias instalações de energia solar pela costa do norte da África e transmitir grande parte da energia para a Europa. Além disso, usinas de dessalinização serão associadas as instalações solares para levar água fresca às pessoas na África.

Apesar de faltarem muitos anos para completar o projeto, o acordo assinado irá unificar forças para o objetivo final. Muito trabalho precisa ser feito, e as empresas e governos precisam trabalhar juntos para superar questões como segurança energética, equidade, justiça social, direitos sobre a água e energia solar e compensação.