Archive for Outubro, 2009

Seu bife e as mudanças climáticas!

Quinta-feira, Outubro 29th, 2009

O mundo deveria se tornar vegetariano para combater com sucesso a mudança climática, já que o efeito estufa do gás metano liberado por vacas e porcos é 23 vezes mais potente que o do dióxido de carbono, segundo uma das maiores autoridades britânicas no assunto.

Em declarações ao jornal “The Times”, lorde Stern, autor de um relatório sobre a economia da mudança climática encomendado pelo Governo do Reino Unido, disse que a pecuária destinada ao consumo de carne representa “um desperdício de água e contribui poderosamente para o efeito estufa”.

Segundo números da ONU, a produção de carne é responsável por pelo menos 18% das emissões globais de CO2 no planeta. Para esta liberação, contribuem tanto a destruição de florestas para a pecuária extensiva como a produção de ração para animais.

A ONU também já disse que, caso a tendência atual se mantenha, o consumo mundial de carne poderá dobrar até 2050.

Com base nessas informações, Stern propõe que a cúpula sobre mudança climática de Copenhague (Dinamarca), marcada para dezembro, sobretaxe o preço da carne e de outros alimentos que, durante seu processo de produção, são responsáveis pela liberação de uma quantidade significativa de gases estufa.

O especialista britânico, que é vegetariano, prevê ainda que o hábito das pessoas em relação ao consumo de certos gêneros alimentícios mudará até que comer carne se tornará algo inaceitável.

“Acho que é importante as pessoas refletirem sobre suas ações, e isto também tem a ver com o que se come”, diz lorde Stern, ex-economista do Banco Mundial e atual professor da London School of Economics.

Ainda segundo o especialista, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deveria participar pessoalmente da cúpula de Copenhague, já que a liderança americana é extremamente necessária para alcance de um acordo significativo.

“Minha mensagem ao presidente Obama seria a seguinte: ‘Vá a Copenhague, participe com um espírito de colaboração e leve essa mensagem ao povo americano’”, declarou o cientista ao “The Times”.

Fonte: UOL

Como deixar sua casa mais ecológica!

Terça-feira, Outubro 27th, 2009

Você já ouviu falar na arquitetura verde? O conceito é uma alternativa para economizar energia e água e preservar o meio ambiente. Eis algumas soluções para tornar o mundo melhor!

Garagem e quintal

Lajes e chão cimentado são o cenário padrão nesses ambientes. O processo produtivo do cimento gera gás carbônico (CO2), um dos gases do efeito estufa. Cada tonelada de clínquer (cimento na forma básica) produz cerca de 600 quilos de gás carbônico. Outro ponto importante: o concreto não absorve a água da chuva, que pode escorrer pelas ruas e contribuir para enchentes e alagamentos.

Alternativa: crie um jardim. Comece plantando uma trepadeira - a planta se ergue nos muros e deixa o ambiente aconchegante. No chão, uma dica é plantar grama onde o carro é estacionado. Para economizar luz na garagem, instale um telhado de policarbonato. O material permite maior entrada de luz.

Cozinha

Nesse ambiente, os principais pecados são desperdício e falta de reciclagem. Uma família brasileira joga fora, em média, meio quilo de comida por dia. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) apontam que no Brasil são desperdiçados 26 milhões de toneladas de alimentos por ano, volume suficiente para alimentar bem 35 milhões de pessoas. De 100 caixas de produtos alimentares colhidas no campo, 39 não chegam à mesa do consumidor.

Alternativa: compre apenas o que for consumir e, sempre que puder, reaproveite a sobra da refeição para fazer algo diferente na próxima. Recicle: arrume dois baldes diferentes, um para jogar o lixo orgânico e outro para colocar os recicláveis. Se na sua rua não existir coleta seletiva de lixo, converse com catadores de lixo e combine com eles a retirada periódica do material reciclável.

Banheiro

De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, 2006, no Reino Unido, um cidadão de classe média gasta mais de 50 litros de água por dia dando a descarga - mais de dez vezes o volume disponível para as pessoas que não têm acesso a uma fonte de água potável na maior parte da zona rural da África subsaariana. Com o banho, a história é parecida: 15 minutos de ducha consomem 135 litros de água.

Alternativa: se você mora em um edifício, sugira a instalação de hidrômetros individuais - a expectativa é de que haja redução de 20% a 30% no consumo de água. Uma sugestão para economizar água é utilizar a da chuva para descargas ou limpeza do chão, que pode ser captada com um galão. Ou, uma alternativa mais sofisticada é criar uma cisterna. Em um telhado de casa de classe média, de 100 metros quadrados, em São Paulo, chove por ano cerca de 150 mil litros de água. Isso é metade do que uma família de cinco pessoas utiliza ao longo do ano.

Quartos e sala de estar

Geralmente, a tinta usada nas paredes desses ambientes é à base de solventes, que contêm substâncias tóxicas. Algumas janelas, ainda, são de PVC, material proibido em diversos países pela suspeita de causar câncer quando inalado. Em alguns casos, os cômodos são quentes ou frios demais e com pouca ventilação. Isso aumenta o uso de aquecedores ou ventiladores.

Alternativa: utilize tinta à base de cal ou silicatos. Ambos permitem que a parede “respire” e são naturalmente fungicidas, por isso, não precisam usar produtos químicos para combater micro-organismos. Outra opção é a tinta à base de água. Para as janelas, as de madeira causam 43% menos dejetos do que as de PVC. Nesse caso, é importante verificar a origem do material (para garantir que ele não veio de desmatamento ilegal ou de locais com trabalho escravo). Dica para diminuir o calor do quarto: faça uma manta de Tetra Pak, que absorve a luz solar (confira o passo a passo no site www.ecopratico.com.br).

Fonte: Revista Natural 

Elithis Tower: perfeito!

Segunda-feira, Outubro 26th, 2009

Parabéns! Você é uma das primeiras pessoas a conhecer a Elithis Tower. Esse projeto foi construído e desenhado pelo escritório francês Arte Charpentier para ser um prédio comercial ambientalmente correto. Foi inaugurado em Dijon na França e rapidamente foi intitulado como o primeiro edifício de escritórios energeticamente positivo do mundo: isto é, o prédio gera muito mais energia do que realmente gasta e descarrega seis vezes menos gases do efeito estufa do que um edifício comercial padrão. Todos os materiais desse projeto foram escolhidos de acordo com o seu impacto no meio-ambiente. Foi instalado também um grande painel que disponibiliza todos os dados ambientais do prédio, tais como: consumo de energia diário, quantidade de lixo reciclado, consumo de água, etc.

Mas até aí nenhuma grande inovação, certo? Porém, para se manter nas restrições energéticas, todos na Elithis Tower, proprietários, inquilinos, administradores, empregados e visitantes são convidados e orientados a seguir os mesmos conceitos do prédio. Assim, todo mundo fica ciente das suas responsabilidades no consumo racional dentro do edifício. E esse é o grande diferencial da Elithis Tower: criar não somente um espaço sustentável, mas acima de tudo, promover a cultura da consciência ambiental a todos os seus ocupantes.

Fonte: It’s green design 

A Teoria da Diversão!

Sexta-feira, Outubro 23rd, 2009

A DDB e a Volkswagen se reuniram para criar um experimento chamado, Fun Theory (algo como “teoria da diversão”, em inglês), uma tentativa bem ambiciosa para tentar mudar os hábitos das pessoas.

A idéia é bastante simples e valiosa: é escolhida uma ação bem comum, que praticamos diariamente sem se dar conta. E essa experiência é transformada em algo diferente e, obrigatoriamente, para melhor. Qual a nossa reação?

A primeira ação foi implantada em um metrô de Estocolmo, na Suécia. Imagine que você está descendo as escadas do metrô, como faz todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, tocados no ritmo dos seus passos. Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen.

Em outra ação, uma lata de lixo emite o som de um poço muito profundo, chamando a atenção dos transeuntes e estimulando-os a jogar seu lixo ali. O resultado você confere no vídeo.

Este terceiro vídeo mostra uma brilhante máquina de devolução de garrafas que dá pontos a quem acertar as combinações de luzes. Divertido, eficiente, sustentável.

Fonte: Agenda Sustentável

Muito prazer!

Quarta-feira, Outubro 21st, 2009

Salvar o planeta pode ser cansativo, mas os benefícios são muitos. Ainda não se convenceu? Então, que tal pensar que sexo também pode ter uma “pegada” ecológica? Pensando nisso, a Caden Enterprises criou um vibrador ecológico: The Earth Angel. O brinquedinho para adultos criado pelos irlandeses é o primeiro com tecnologia “verde”, pois dispensa o uso de pilhas e de energia elétrica.

A aparência não é lá grande coisa - está mais para uma “mini-espada Jedi” do que um vibrador -, porém o prazer é garantido com “vibrações intensas”. Pelo menos é o que afirma a fabricante do produto.

Ao contrário dos modelos convencionais, para ativar o The Earth Angel é necessário dar corda. O problema é que para cada meia hora de prazer intenso é preciso girar a pequena manivela - que fica na base do vibrador - por quatro minutos. Ah, e a energia gerada dá conta dos diferentes níveis de intensidade.

Segundo a Caden, todos os componentes usados para a fabricação do aparelho, e de sua embalagem, foram pensados para impactar o mínimo possível o meio ambiente. E quando o vibrador não tiver mais utilidade, pode ser reciclado.

Fonte: SuperInteressante

A vida imita a arte…

Segunda-feira, Outubro 19th, 2009

Os snorks, para quem não se lembra, era um desenho quase igual aos smurfs, só que, ao invés de azuis, eles eram coloridos e viviam embaixo d’água. E parece que a vida vai ter que imitar a arte. Ou pelo menos tentar…

As ilhas Maldivas, no oceano Pacífico, está praticamente no nível do mar. Seus “picos” chegam, no máximo, até 2 metros de altura. Preocupados com o iminente aumento do nível do mar, decorrentes das emissões de gases do efeito estufa, o primeiro ministro das Maldivas realizou uma reunião ministerial ao moldes dos Snorks: embaixo d’água!

A seis metros de profundidade, o presidente e os ministros assinaram uma declaração pedindo que o acordo global a ser firmado em Copenhague, no fim do ano, resulte em ações que façam a concentração de CO2 voltar para 350 partes por milhão (ppm), o que dá uma chance grande de sobrevivência a estas nações.

Infelizmente (ou felizmente!), essa ação foi só um protesto, obviamente. Tomara que tenha valido a pena.

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Fonte: Blog do Greenpeace

PowerMeter: um software que ajuda a reduzir o aquecimento global.

Sexta-feira, Outubro 16th, 2009

Uma parceria do Google com a empresa Energy Inc. vai levar aos domicílios dos EUA um software de gestão de energia.O Google está testando um software, o PowerMeter, que permite aos usuários acompanhar praticamente em tempo real em seus computadores o consumo de energia das suas casas.

O objetivo é que a informação ajude os usuários a reduzir a demanda de energia, colaborando para diminuir as emissões de gases resultantes da produção de eletricidade - e, com isso, abrandar a contribuição para o aquecimento global.

Segundo o Google, há estudos que indicam que o acesso à informaçao sobre o consumo de energia doméstico leva a uma economia de 5% a 15% por mês nas contas de eletricidade. Diz em seu blog que se metade das residências dos EUA cortarem seu consumo em 10%, seria o equivalente a tirar das ruas 8 milhoes de carros.

O PowerMeter ainda nao está disponivel ao publico - está sendo testado por funcionários do Google.A ideia é elevar a eficiência energética e substituir os medidores inteligentes. Os consumidores precisam comprar o dispositivo de medição de energia da Energy, o TED 5000, que custa cerca de USD 200, e usar o software do Google no aparelho.

Blog Action Day

Quinta-feira, Outubro 15th, 2009

Hoje, 15 de outubro, é o tão esperado Blog Action Day. Um dia para todos os blogs falarem sobre um só assunto: mudanças climáticas!

Como todos nós sabemos - e estamos sofrendo -, o planeta Terra já não é mais o mesmo. Muitas coisas vêm mudando, e, na maioria das vezes, pra pior, ecologicamente falando. As estações já não são mais tão bem definidas, muitos fenômenos naturais vêm acontecendo fora de época e a população sofre mais a cada dia. E o que estamos fazendo pra mudar isso?

Falar que nada está acontecendo seria uma blasfêmia, mas também não podemos ser assim tão otimistas. O que podemos dizer com certeza é que as pessoas (países, empresas, governantes e cidadãos) estão se tornando mais conscientes, mas ainda não se pode sentir essa efetividade na prática.  O dinheiro ainda está muito a frente dessa “ideologia” verde, infelizmente.

Nos resta proclamar, reivindicar e lutar pra que políticas surjam e nos afetem de maneira positiva. Falta um pouco de imediatismo também.

CDs ou MP3 - o que é melhor para o planeta?

Quarta-feira, Outubro 14th, 2009

Um estudo de quatro grandes institutos de pesquisa dos Estados Unidos mostrou que as emissões de carbono, um dos principais gases de efeito estufa, podem ser reduzidas em até consideráveis 80% quando o modelo de distribuição de música é via internet.

De acordo com o documento, elaborado pela Universidade Carnegie Mellon, o Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, o Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e a Universidade de Stanford, quando são considerados fatores como o processo de encarte dos discos, combustível gasto pelo transporte até as lojas e a maneira como os clientes se deslocam até os locais de compra, a redução das emissões podem girar entre 40% e 80%.

O relatório considera, ainda, a energia gasta pelo computador do cliente para baixar uma música e para manter os servidores da loja rodando. É preciso contabilizar esse fator caso a geração de energia seja feita a partir de fontes sujas, como a queima do carvão em usinas térmicas. Mesmo assim, o estudo conclui que a economia na emissão de carbono do processo de distribuição de música online em relação ao modelo tradicional compensa.

Agora só precisamos achar um modo justo dos artistas não serem pirateados e nem prejudicados com isso.

Fonte: Vírgula

Overshoot Day 2009!

Terça-feira, Outubro 13th, 2009

Como já se tornou costume aqui no Energia Eficiente, mais um ano de OverShoot Day!

A notícia passou quase despercebida e não foi manchete em nenhum jornal. Mas, em 25 de setembro a humanidade entrou no “cheque especial” da natureza. A data marcou o Earth Overshoot Day, que pode ser traduzido como o Dia da Ultrapassagem do Limite da Terra - quando os seres humanos passaram a consumir mais recursos naturais e serviços ecológicos do que o planeta poderia oferecer neste ano. Entre esses recursos e serviços estão, por exemplo, absorver o CO2 emitido pela queima de combustíveis ou proporcionar solo e água suficientes para garantir plantações de alimentos.


O cálculo foi feito pela Global Footprint Network, instituição que desenvolve e aplica a ferramenta da pegada ecológica. Pegada ecológica é uma medida que calcula a área produtiva necessária, de terra e de mar, para produzir tudo o que consumimos (como alimentos, roupa e energia) e também para absorver os resíduos que geramos (incluindo a emissão de gases de efeito estufa). Quando a pegada ecológica da humanidade é comparada à disponibilidade de recursos oferecidos pelos ecossistemas, sabemos se consumimos mais ou menos do que deveríamos. E estamos há muito tempo nos empanturrando do que já é escasso.

Se alguém fica devendo no cheque especial, o banco cobra juros. A natureza não pode fazer isso, mas nos manda a conta à sua maneira: se pescamos mais peixes do que a capacidade dos cardumes de se recomporem, aquela população decresce e pode até mesmo desaparecer, como vem ocorrendo em várias partes do oceano. A capacidade do planeta de absorver a quantidade de CO2 que emitimos há muito foi superada, resultando no aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, o que tem provocado o aquecimento global e pode levar a mudanças climáticas irreversíveis.

“É um simples caso de renda versus gasto”, disse Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network, ao anunciar o Earth Overshoot Day deste ano. “Durante vários anos, nossa demanda sobre a natureza tem superado, por uma margem cada vez mais crescente, o orçamento do que a natureza pode produzir. As ameaças urgentes que estamos vendo agora - principalmente as mudanças climáticas, mas também a perda de biodiversidade, a redução de florestas, o declínio da pesca, a erosão do solo e o stress hídrico - são todos sinais claros: a natureza está ficando sem crédito para continuar emprestando.”

Consumo desigual entre os países

Atualmente, de acordo com a pegada ecológica, cada habitante do planeta tem 2,1 hectares disponíveis em recursos naturais para atender suas necessidades de casa, comida, roupas e energia. A pegada ecológica global, entretanto, é de 2,7 hectares por habitante. Esse sobreconsumo não é distribuído igualmente entre os países, pois enquanto alguns se empanzinam, outros passam fome. Veja a pegada ecológica de alguns países (em hectares/habitante):

  • Emirados Árabes Unidos - 9,5
  • Estados Unidos - 9,4
  • Kuait - 8,9
  • Dinamarca - 8,0
  • Austrália - 7,8
  • Nova Zelândia - 7,7
  • Brasil - 2,4
  • Índia - 0,9
  • Bangladesh - 0,6
  • Afeganistão - 0,5
  • Haiti - 0,5
  • Congo - 0,5

A primeira vez que a humanidade exigiu da Terra mais recursos do que ela pode prover foi em 1986. Dez anos mais tarde, já usávamos 15% a mais do que havia disponível, e o Earth Overshoot Day acontecia em novembro. Atualmente, usamos os recursos naturais a uma velocidade 40% maior do que o planeta é capaz de recompor. Nem mesmo a crise econômica que começou em meados de 2008 e se estendeu por 2009 foi capaz de alterar o quadro.

É certo que, a cada ano, graças à nossa crescente voracidade, o Earth Overshoot Day acontecia entre quatro e seis dias mais cedo do que o ano anterior. Em 2009, ele ocorreu um dia mais tarde do que em 2008, o que não significa grande alívio. “O fato é que, apesar de uma situação econômica mundial muito grave, nós ainda estamos muito além do orçamento em nosso uso da natureza”, disse Wackernagel. “O desafio é encontrar um jeito de reduzir a ultrapassagem do limite em tempos de fartura assim como em anos de vacas magras. Como podemos manter economias saudáveis e prover o necessário ao bem estar dos seres humanos de um jeito que não dependa da liquidação dos recursos e do acúmulo de CO2? Essa será a questão crucial do século XXI.”

Fonte: Instituto Akatu