Energia renovável: e o Brasil?
A empresa Canadian Solar está desenvolvendo um projeto para implementar 500 megawatts de energia solar em Baotou, na China.
Baotou é uma cidade manufatureira às margens do rio Amarelo, na Mongólia. Sua população chega a mais de 2 milhões de pessoas, de acordo com oficiais do governo chinês.

O projeto demonstra a determinação e o compromisso para obter energia limpa e desenvolvimento sustentável da região. A empresa Canadian Solar tem subsidiárias na China, que já fabricam células solares e sistemas de painéis solares, entre outras coisas. O projeto Baotou ainda está sujeito à aprovação regulatória e vai se desenvolver em três fases.
Uma fase incluirá a instalação de 100 megawatts de energia fotovoltaica, entre setembro de 2009 e dezembro de 2011, seguida por mais duas fases de desenvolvimento, cada, incluindo instalações de 200 megawatts.
Essa iniciativa não é a primeira do tipo. Em 2008 foi anunciada uma fazenda solar térmica de 500 megawatts de energia solar térmica em Fort Irwin, Califórnia.
E o Brasil, o que acontece por aqui? Nós vemos mobilização no mundo todo para obtenção de energias renováveis e o Brasil só consegue falar no pré-sal. Ok, é importante, mas não seria a hora de investir em outros tipos de obtenção de energia?
postado em: 02 de Setembro de 2009 por Flávio Vieira

09 de Setembro de 2009 às 09h04
Não tenho certeza qto as vantagens do pré-sal. Do modo como as decisões estão sendo tomadas pelo governo brasileiro fico a acreditar que se trata apenas de interesse político e eleitoral - muito distante de estarem preocupados com o bem-estar social…
Além disso, diz-se que o dinheiro recebido da extração do pré-sal será uma fonte de recursos para a educação ambiental.
O que se vai ensinar? O processo de retirada do pré-sal é um dos mais poluentes existentes. Poluição com Consciencia Ambiental… uma contradição bem bizarra!
[]’s
GR
16 de Setembro de 2009 às 03h43
[…] 2030, a indústria de energias renováveis e o aumento da eficiência energética podem promover 8 milhões de novos empregos no mundo. O […]