Archive for Julho, 2009

Casacos de pele: Crueldade!

Quinta-feira, Julho 30th, 2009

Vi este excelente post no Planeta Sustentável (Abril). Segue parte do texto. Para ver na íntegra clique no link da blog. Espero que as pessoas que ainda usam e compram esse tipo de roupa fiquem chocadas com o que acontece com os animais. É muita crueldade!

Desde focas e chinchilas até raposas e linces, milhões de animais são mortos todos os anos para confecção de casacos de pele no mundo.

Yuri Vasconcelos

Revista Mundo Estranho - 07/2009

Só na França são abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as organizações de defesa dos animais, mais do que injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem a função -, a atividade é extremamente cruel. O sofrimento já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes e padeceriam horrores na hora de extrair a pele.

Os produtores, por sua vez, contestam o que chamam de sensacionalismo das entidades. “No caso da chinchila, a morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou sofrimento”, diz Carlos Perez, presidente da Associação dos Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos - mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da moda os animais são sacrificados apenas para alimentar a vaidade alheia.

MATADO PARA VESTIR

Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um casacão de madame

1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante 2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.

3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas.

Veja mais.

E aí, você ainda quer fazer parte disso? Pare, pense e reflita antes de ser conivente com esse tipo de absurdo que nós ainda nos deparamos!

Suor como fonte de energia!

Terça-feira, Julho 28th, 2009

 Máquinas geram eletricidade enquanto os estudantes mantêm a forma. Não seria uma boa forma para fornecer financiamento estudantil com baixos preços? O estudante cumpriria uma jornada de exercícios diários, pagaria a faculdade com seu ’suor’ - literalmente! -, e ainda ajudaria o meio ambiente! Genial, não?

Crescente nos EUA, tendência ajuda a reduzir ‘pegada ecológica’.

Wen Lee, aluna da Universidade de Oregon em Eugene, olha luminária abastecida por energia gerada por ela mesma ao se exercitar em máquina. (Foto: AP)

Wen Lee, aluna da Universidade de Oregon em Eugene, olha luminária abastecida por energia gerada por ela mesma ao se exercitar em máquina. (Foto: AP)

A escola é mais uma nos EUA a aderir às máquinas modificadas tecnologicamente para produzir energia limpa em uma tentativa de diminuir sua ‘pegada ecológica’. (Foto: AP)

Fonte: Eco 4 Planet

Onde está Noé?

Segunda-feira, Julho 27th, 2009

Segue mais uma sequência genial de propagandas feitas pelo WWF para alertar o mundo dos efeitos do aquecimento global.

Nas três peças a seguir, se pode ler a legenda: ‘Animais ao redor do mundo estão perdendo seus habitats naturais. Ajude a reciclar e junte-se a nós. WWF’

Chocante como sempre, não?

Gosta dessas campanhas publicitárias? Veja mais aqui, aqui e aqui.

Já segue o Energia Eficiente no Twitter?

OfficePOD: solução do caos?

Quinta-feira, Julho 23rd, 2009

 

O OfficePOD é uma interessante ideia que vem da Inglaterra. Não é somente um compartimento no jardim, mas sim um serviço completo para empregadores darem escritórios pessoais aos seu dependentes para reduzir custos, atrair a manter os recursos humanos, reduzir emissões de CO2, aumentar produtividade e se adaptar à mudanças.

A unidade é uma estrutura de 210 x 210cm que pode ser instalada em menos de um dia e normalmente não requer licença. Desenhado para maximizar eficiência no seu uso, o OfficePOD tem sistemas inovadores de armazenamento e área de trabalho, usando materiais de alta qualidade escolhidos por suas características visuais, físicas e ambientais. Os objetivos do OfficePOD são os de criar um espaço dedicado ao trabalho, reduzir o tempo de deslocamento para trabalhar, aumentar a flexibilidade e tempo disponível, reduzir emissão de poluentes com o aproveitamento mais racional do espaço urbano.

E aí, você trocaria o seu local de trabalho por um desses?

Post do It’s Green Design

O planeta sem oceanos

Terça-feira, Julho 21st, 2009

Assustadora a visão do vídeo abaixo. Todas as imagens foram criadas para a NetGeo. O programa oficial irá ao ar no dia 9 de agosto. Se essa amostra já é terrível, imagine o programa inteiro.

O vídeo foi feito para alertar as pessoas da importância que a água tem pra nós.

Divirta-se. Ou não.

Movido a sol, vento e chuva!

Segunda-feira, Julho 20th, 2009

Um aventureiro americano se tornou a primeira pessoa a ter realmente um carro totalmente sustentável. Brian Brawdy, um apaixonado por acampar, transformou sua Ford F350 em um hotel sustentado absolutamente por energia renovável: o veículo tem painéis solares, uma turbina eólica, reaproveita a água da chuva com um sistema de filtragem de água e o carro é movido a biodiesel.

Para conseguir isso, Brian gastou cerca de U$ 140.000,00 e cerca de 3 anos para conseguir a transformação. Ele já viajou para 48 estados (EUA) e percorreu mais de 60.000 milhas. “Eu dormi 320 noites na minha camper ano passado”, disse ele.

“Se nós temos o sol, o vento e a chuva, por que não utilizá-los para o nosso próprio bem e para continuarmos a ter essas coisas?”

Alguém discorda?

Árvores Artificiais

Sexta-feira, Julho 17th, 2009

Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, capazes de absorver CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente que árvores de verdade.

A estrutura tem galhos semelhantes aos dos pinheiros, mas não precisa de sol nem água para funcionar. O segredo está nas folhas, feitas de um material plástico capaz de absorver dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa.

“Da mesma forma que uma árvore natural, estas folhas absorvem o CO2 e o mantêm preso”, explicou o cientista Klaus Lackner, geofísico do Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.

No entanto, enquanto árvores e outras plantas armazenam o gás em seus tecidos, a árvore artificial guarda o CO2 em um filtro, que comprime o gás e o transforma em líquido. Desta forma, o CO2 poderia ser enterrado e armazenado permanentemente debaixo da terra.

Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias “limpas”, que não produzem gases. O grupo de pesquisadores americanos criou um protótipo pequeno, mas afirma ser possível produzir um modelo maior.

“O que vejo a curto prazo é um aparelho do tamanho de um caminhão no qual se podem instalar as folhas numa caixa parecida com o filtro de uma caldeira. Cada máquina teria 30 filtros que juntos mediriam 2,5 m de altura e um metro de largura”, disse Lackner. Esta torre de atuaria como um centro de captação ao ar livre, enquanto o CO2 capturado ficaria armazenado em outra torre.

De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros. Isso significa que, para que a tecnologia tivesse algum impacto sobre o clima no planeta, seriam necessários milhões de unidades delas. No entanto, a tecnologia não é barata. Calcula-se que cada uma dessas máquinas custaria cerca de US$30 mil (quase R$ 60 mil).

O pesquisador calcula que, se fossem instalados dez milhões de “árvores artificiais” no mundo, cerca de 3,6 gigatoneladas de CO2 seriam retiradas do ar todo ano. Atualmente, o mundo produz 30 gigatoneladas de CO2 por ano. Por isso, Lackner defende a sua invenção como parte de uma estratégia global, de forma a criar uma sociedade que seja neutra na produção e absorção de carbono.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Spam evitado, energia economizada

Quarta-feira, Julho 15th, 2009

Se você já teve receio de abrir certos e-mails e já perdeu tempo apagando mensagens indesejadas, você está entre os milhares de brasileiros que sofrem com os spams. E você sabe o impacto deles? Essa dúvida é muito comum e várias empresas especializadas estão pesquisando e publicando informações a esse respeito.

A McAfee, empresa especializada em soluções de segurança eletroeletrônica e digital, verificou os efeitos ambientais do spam. O relatório publicado pela empresa e divulgado recentemente, mostra que o gasto com mensagens eletrônicas indesejadas enviadas em massa tem custos não só para o bolso, mas também para o meio ambiente.

No ano passado, o volume estimado de spam no mundo foi de 62 trilhões de mensagens. O vai-e-vem delas, segundo informações do Relatório da McAfee, significou um consumo de 33 bilhões de kWh - o equivalente à energia consumida em 2008 por 2,4 milhões de domicílios nos Estados Unidos. Para produzir essa quantidade de energia, a Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, uma das mais eficientes do sistema da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), precisa de uma quantidade de água equivalente à que cai pelas cataratas do Iguaçu durante seis anos.

A problemática do Spam está sendo tratada, também, no Relatório da Symantec, empresa especializada em segurança digital. No documento consta a informação de que o Brasil ocupa o 2º lugar na lista dos países que mais geram mensagens eletrônicas indesejadas, atingindo 10% do total de mensagens no mundo. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, geradores de 26% do spam mundial. Na continuação da lista estão Turquia, Polônia, Índia, Rússia e Coréia do Sul, cada um com 4% do total de mensagens no mundo.

É o usuário final quem paga a conta do desperdício de energia provocado pelo spam. O relatório McAfee calcula que 52% dessa energia é gasta para ler mensagens, 27% é para buscar mensagens indevidamente marcadas como spam e 16% ao processar softwares para que os filtros funcionem adequadamente. A criação e a transmissão do spam são responsáveis por uma parte quase insignificante da energia consumida.

Uma boa maneira de diferenciar o que é Spam é prestar atenção nos campos “Para:” ou “CC:”, já que geralmente as mensagens de spam não incluem seu endereço de e-mail nessas áreas. Além disso, alguns spams podem conter linguagem ofensiva ou links para web sites com conteúdo inadequado.

Seguindo algumas dicas preparadas pela Symantec, saiba como minimizar os impactos ambientais causados pelo spam

  • Instale o software de filtragem/bloqueio de spam;
  • Não responda a e-mails suspeitos;
  • Crie um filtro de spam para o seu e-mail;
  • Não publique links para endereços de e-mail em web sites;
  • Crie um nome para o e-mail que seja difícil de adivinhar: pesquisas mostram que endereços de e-mail que contêm números, letras e sublinhados são mais difíceis de adivinhar e tendem a receber um número menor de spam.
  • Esteja atento para as caixas de seleção marcadas ao inscrever-se em serviços ou boletins informativos na Web. Observe textos localizados no fim dos formulários de registro que dizem: “SIM, desejo ser contactado por terceiros sobre produtos que possam me interessar”.
  • Informe sobre o spam: rastreie o provedor que envia o spam (conhecido como spammer) e relate o ataque. Se for descoberto que o usuário usou spam, o provedor encerrará o seu serviço. Outra opção é registrar uma queixa na Federal Trade Commission (FTC) dos Estados Unidos da América sobre qualquer e-mail de spam que você tenha recebido.

Texto: Instituto Akatu

“Saco é um saco!”

Terça-feira, Julho 14th, 2009

O Ministério do Meio Ambiente lançou no mês passado a campanha nacional “Saco é um saco”, que visa conscientizar o consumidor sobre os impactos ambientais causados pelo uso excessivo e o descarte inadequado dos sacos plásticos.

Uma estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) contabiliza cerca 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas por ano no país. No mundo, são entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas distribuídas anualmente. Uma sacolinha pode parecer inofensiva, mas o impacto ambiental coletivo desses bilhões de sacolinhas é enorme.

Com o lema “Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”,  a campanha quer mostrar ao consumidor que com pequenas atitudes como recusar uma sacolinha plástica na hora de comprar um pequeno item, utilizar uma sacola retornável para as compras no supermercado ou exigir do varejista uma sacolinha mais resistente, ele pode estar contribuindo para a preservação do meio ambiente e construção de uma sociedade sustentável.

No blog da campanha - www.mma.gov.br/sacolasplasticas - o internauta poderá deixar sua opinião e tirar dúvidas, além de encontrar o material da campanha e dicas de como reduzir o consumo de sacolas plásticas. Veja o vídeo:

Já são parceiros dessa iniciativa a rede varejista Wal-Mart, o Grupo Cultural AfroReggae, o Instituto Akatu e a Revista Eco 21. A campanha terá um Selo de Adesão para empresas e instituições interessadas em serem parceiros da campanha e que se comprometerão a implementar ações que ajudem o consumidor a adotar este novo hábito. Nós já aderimos!

Precisamos reduzir o consumo dessas sacolas, pois há alternativas viáveis e fáceis para substituí-las. Faça sua parte, nós precisamos de você!

Fluorescentes: um passo para a sustentabilidade.

Segunda-feira, Julho 13th, 2009

No escritório, em casa, ou até em viagem de lazer, as lâmpadas acabaram virando nossos guias noite adentro. São elas que iluminam nossa leitura, acompanham nossa conversa em família e velam o sono de nossos filhos. Desde que a energia elétrica tornou-se uma realidade para parte da população mundial, as lâmpadas ganharam fundamental importância em nossas atividades diárias.

Se por um lado parecem indispensáveis, por outro o uso da eletricidade tem um grande impacto ambiental. Por isso, nossas escolhas em relação aos modelos mais eficientes de lâmpadas são fundamentais para a construção da sustentabilidade da vida no planeta.

As lâmpadas têm uma participação muito grande quando se fala em consumo de energia elétrica. No Brasil, elas estão entre os quatro maiores usos dentro de casa, segundo estudos do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).  Responsáveis por 14% da eletricidade consumida dentro de casa, as lâmpadas perdem apenas para os gastos com o chuveiro (24%), a geladeira (22%) e o ar-condicionado (20%).

As lâmpadas mais comuns e baratas disponíveis no mercado - as incandescentes, de luz amarela -  são bastante ineficientes, dado que apenas 10% da energia consumida é convertida em luz.

No mercado brasileiro, são também comuns dois outros tipos de lâmpadas incandescentes: as halógenas - um tipo de luz mais brilhante, que contém gás halogênio -, e as dicróicas - que possuem bulbo e refletor para focalizar pequenas áreas, como é o caso das lâmpadas usadas em luminárias de leitura. Ambas são um pouco mais eficientes que as lâmpadas incandescentes comuns.

Por outro lado, as LFCs - Lâmpadas Fluorescentes Compactas - estão entre as lâmpadas mais eficientes energeticamente. Por isso, a substituição crescente das lâmpadas incandescentes por fluorescentes no Brasil deve ser comemorada. Em 2000, os brasileiros compraram cerca de 12 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.  Seis anos depois, esse volume saltou para 60 milhões. Uma pesquisa do Procel também mostra a evolução do uso de fluorescentes pelos brasileiros. De cada 8 lâmpadas que os brasileiros possuíam em casa em 1997, apenas duas eram fluorescentes. Em 2005, esse número dobrou, passando para 4 lâmpadas.

As lâmpadas fluorescentes podem economizar até 80% da energia consumida por uma lâmpada incandescente convencional para um mesmo nível de iluminação. E podem durar até 10 vezes mais (de 6 a 8 mil horas de uso), o que compensa largamente seu preço mais alto. É isso o que indica o estudo feito em 2007 pela ABilume (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação). Uma lâmpada incandescente de 60 watts custa cerca de R$ 1,50, e o preço de uma fluorescente de 15 watts, com a mesma capacidade de iluminação da incandescente de 60 watts, varia entre R$ 6,00 e R$ 10,00, portanto de 4 a 6 vezes maior. A economia alcançada no consumo de energia considerando o uso da lâmpada durante um mês, por quatro horas diárias, é de R$ 2,16. O cálculo foi feito considerando os custos de energia elétrica no horário de pico dos lares brasileiros, das 19 às 23 horas. Assim, em quatro meses, a economia será de R$ 8,64, aproximadamente a diferença entre os preços dos dois tipos de lâmpada. A partir do quinto mês, o dinheiro economizado pelo consumidor com a conta menor de energia elétrica já terá compensado o custo a maior da lâmpada fluorescente.

Mesmo com lâmpadas mais eficientes, é preciso reduzir o desperdício

A economia de energia em casa faz com que haja uma menor demanda por energia elétrica, o que evita a necessidade de construção de novas usinas geradoras, que geram impactos negativos sobre o meio ambiente. Os impactos recaem também sobre o uso dos recursos públicos, que poderiam ser usados para outras finalidades importantes para a população, como a educação e a saúde.
Por isso, evite que o ato de acender a luz seja um gesto automático. Reflita sempre sobre a real necessidade de manter uma lâmpada acesa.

Cuidados no descarte

Tão fundamental como evitar o desperdício no uso das lâmpadas é estar atento para o seu descarte no final da vida útil. Embora sejam econômicas e, por isso, consideradas mais “ecológicas”, as lâmpadas fluorescentes compactas podem representar riscos à saúde das pessoas e ao meio ambiente caso sejam descartadas de modo inadequado, visto que contém mercúrio em seu interior.

Para o descarte das lâmpadas fluorescentes, recomenda-se manuseá-las com cuidado para evitar quebras acidentais e eventuais cortes pelos cacos de vidro. Utilizar os mesmos cuidados quando do descartes de outros objetos de vidro.

A quebra acidental de lâmpadas não representa risco à saúde e ao meio ambiente por conta da emissão de mercúrio. Recomenda-se ventilar o ambiente e recolher os resíduos.

Um ponto de atenção: as lâmpadas fluorescentes não devem ser jogadas em pontos de coleta para reciclagem de vidros, pois o tipo de material usado na produção de lâmpadas é diferente dos vidros convencionais, não sendo reciclável pelos mesmos métodos.

As lâmpadas convencionais (incandescentes comuns, halógenas e dicróicas), por não conterem materiais nocivos ao meio ambiente, podem ser jogadas no lixo comum de casa, desde que haja o cuidado de embrulhá-las, por exemplo, em papel de jornal, para não causarem danos a quem manipula o lixo.

No Brasil já  existem diversas empresas especializadas no descarte de lâmpadas contendo mercúrio:

APLIQUIM, BRASIL RECICLE, Enviro-Chemie Tratamentos Especializados Ltda., HG DESCONTAMINAÇÃO, MEGA RECICLAGEM, RECITEC – Reciclagem Técnica do Brasil Ltda, WPA AMBIENTAL, entre outras

Antes de enviar para descarte, deve ser sempre verificado se as empresas apresentam todos as condições legais e ambientais para oporeação.

Procure também no seu munícipio, orientação sobre o descarte adequado.
Lembre-se: estar informado é um direito do consumidor e é fundamental para poder fazer as melhores escolhas. Por isso, para saber mais sobre os tipos de lâmpadas, as diferenças entre elas e outras informações, você pode consultar os postos de venda e os sites dos fabricantes.
Para obter informações sobre os produtos de iluminação da Philips, consulte: www.luz.philips.com

Texto: Instituto Akatu