Carros etiquetados!
Ambientalistas e a indústria automobilística juntaram-se para introduzir uma etiqueta energética nos carros novos a partir de outubro desse ano. A nova etiqueta energética pretende ser nos mesmos moldes das utilizadas em eletrodomésticos, com um código de letras, uma escala de cores e o fator médio de emissão de dióxido de carbono (CO2). Por meio da etiqueta, o consumidor poderá comparar modelos a partir do consumo de combustível, entre outras coisas.
Na Europa a etiqueta energética se tornou comum nas lojas e concessionárias de carros novos. Aqui, ao contrário da tendência mundial, os fabricantes tendem a esconder o real consumo, com medo da reação cada vez mais “verde” dos consumidores.
Essa ótima iniciativa permitirá, por exemplo, a adoção das mesmas etiquetas à disposição dos consumidores europeus, de visualização facílima e um fator importante de compra, especialmente em tempos de combustível fóssil em declínio e aquecimento global em escala ascendente.
Fique atento às etiquetas na hora da compra!
postado em: 23 de Julho de 2008 por Flávio Vieira

24 de Julho de 2008 às 11h30
Eu já consigo imaginar um gigantesco esquema de corrupção envolvendo as grandes montadoras (GM, Ford, Toyota, Fiat,…) e os fiscais do governo responsáveis pela emissão de gases poluentes. Nesse esquema diversos carros que poluem e afetam muito o meio-ambiente são identificados com etiquetas A e B, sendo que na verdade lhe cairiam bem as etiquetas E, F ou G.
Vejo isso principalmente nos carros populares, pois o avanço técnológico para tornar esses modelos de carros ambientalmente viaveis seria financeiramente inviavel, e também imagino que por esses carros serem disparados os mais vendidos no Brasil (ou seja, são os carros que dão mais lucro) as montadoras não teriam nem “um pingo” de interesse em identifica-los com etiquetas E, F ou G.
E o pior é que quando descobrirem todo esse esquema, (que vitalmente também contará com políticos e policiais federais) todos serão absolvidos, pois há muito “peixe grande” na jogada e também temos que lembrar o simples fato de que a industria automobilística é resposável por cerca de 10% do PIB do brasileiro.
Bem, não sou pessimista, sou apenas realista quanto ao cenário político do país em que vivo desde que nasci.
Alguém duvida que esse esquema possa se tornar realidade?
24 de Julho de 2008 às 02h20
Ah, já nào era sem tempo.
Hoje, quando vamos comprar um carro, não temos informação nenhuma. Nem sei como nos dispomos a pagar tanto por um material do qual nunca sabemos nada.
Até mais!
25 de Julho de 2008 às 07h25
Flávio, gosraria de ter tempo para vir aqui
costantemente.
Deu trabalho é lindo!
Parabéns!
Eliana
25 de Julho de 2008 às 07h28
Corrigindo, SEU trabalho é lindo.
A apresentação é impecável…
05 de Novembro de 2008 às 09h20
[…] medida já é adotada em países da Europa e visa informar ao comprador o consumo de combustível de cada modelo fabricado no país, […]