Cheio de ironia, esse vídeo do Greenpeace demonstra a voracidade dos grandes especuladores nacionais e internacionais em busca de um pedaço da Amazônia.
E, como a gente tem lido por aí, a briga está cada vez maior!
O que é ilegal? Plantar árvores ou roubar nossas florestas? Com essa pergunta em mente o grupo holandês Friends of the Earth Europe (FOE) resolveu colocar a mão na terra e sair plantando árvores ilegalmente em várias cidades européias.
A ação visa demonstrar a conivência que os governos têm com o comércio ilegal de madeira e as punições severas para quem se atreve a plantar árvores em locais proibidos. A luta do grupo é para que os governos passem a exigir madeiras certificadas e atuem de maneira mais responsável com o meio ambiente.
A causa é nobre, obviamente. Mas antes que vocês vejam o vídeo, é preciso deixar claro que as ações visam chamar a atenção das autoridades e da sociedade, pois muitas delas parecem mais atos de vandalismo.
Cada vez consumistas, temos a tendência de ter cada vez mais aparelhos de todo o tipo, a maioria alimentado por baterias. Já sabemos que uma vez jogados no lixo comum, esses produtos podem poluir o solo e a água com seus componentes químicos e tóxicos.
Porém, uma equipe brasileira, vencedora da FEBRACE e que está representando o Brasil na ISEF 2008, pesquisou e descobriu uma maneira muito singular de dar outra destinação a esses componentes.
Os 3 estudantes - Camila da Silva Bruzadelli, Alan Juliano de Andrade e Deborah Asbahr - de Limeira, descobriram uma maneira de reciclar pilhas e baterias e aproveitar a pasta eletrolítica, um dos materiais existentes nesses produtos e que contém metais pesados, tais como: zinco, manganês e ferro. Com a pasta eletrolítica foi produzida uma mistura de óxidos metálicos que pode ser utilizada na pigmentação de cerâmica. O pigmento de coloração salmão pode ser usado tanto misturado com outros pigmentos quanto inteiramente na sua pigmentação original.
Só no Estado de São Paulo, 192 milhões de baterias são utilizadas a cada ano, sendo reciclada apenas uma pequena fração disso. O “desmonte” da pilha ainda proporciona a reciclagem de outros produtos, como o papelão, plástico, aço e grafite.
Parabéns aos 3 estudantes. Nós e o meio ambiente agradecemos!
O Rio Xingu ao longo de seus 2,7 mil quilômetros corta parte do Mato Grosso e atravessa o Pará até desembocar no Rio Amazonas, formando uma bacia hidrográfica de 51,1 milhões de hectares - o dobro do território do Estado de São Paulo.
Símbolo da diversidade biológica e cultural brasileira, o Rio Xingu está ameaçado. O desmatamento em suas cabeceiras dobrou nos últimos 10 anos. Muitas nascentes estão secando ou já desapareceram, afetando, só no Mato Grosso, a qualidade de vida de 260 mil pessoas, incluindo 18 povos indígenas.
Pesquisadores, índios, ONG´s, prefeituras, lideranças locais, pequenos e grandes produtores, participam da Campanha ‘Y Ikatu Xingu - “água boa, água limpa do Xingu” - pela proteção e recuperação das nascentes e matas ciliares do rio.
A idéia é ampliar o número de participantes e de projetos e implantar um modelo de desenvolvimento sustentável na região. www.yikatuxingu.org.br
A iniciativa é do ISA (Instituto Socioambiental) junto com a escola de idiomas Yázigi.
Veja abaixo o vídeo do projeto narrado e com a participação mais do que especial de Gisele Bundchen. Aproveite também para conhecer o blog da Gisele. Além de linda, a supertop também é engajada na causa ambiental!
Apesar de ser o país mais contestado no mundo em termos ambientais, os EUA é um grande celeiro de boas novidades.
A mais recente notícia vem de Rock Port, no estado de Missouri. Rock Port se tornou a primeira cidade americana a ter toda sua eletricidade advinda de geradores eólicos. A construção é uma parceria entre Wind Capital Group e a John Deere Wind Energy, duas empresas especializadas em financiar projetos rurais por todo os EUA.
A nova construção tem capacidade para gerar 5 megawatts por dia e tem como expectativa gerar 16 milhões de Kwh de eletricidade por ano.
A independência energética de Rock Port tem sido invejada por muitas outras cidades no mundo. A energia gerada pelo vento é uma das grandes apostas para solucionar boa parte dos problemas energéticos e ambientais. Apesar de se tratar de uma cidade pequena (cerca de 1.400 pessoas), a iniciativa é louvável e ecologicamente correta.
A nós, resta torcer. Que seja o vento o nosso salvador!