“Homem do impacto zero”
Já faz algum tempo que queria escrever sobre o No Impact Man, ou “Homem do impacto zero“. Colin Beavan é um americano que vive na Carolina do Norte com sua mulher - ambos escritores -, uma filha e um cachorro. Seria uma família completamente normal se eles não tivessem aceitado o desafio de viver sob regras extremamente rígidas para zerar seu impacto sobre meio ambiente. O projeto, que teve duração de 1 ano, começou em dezembro de 2006, quando a família foi morar em Nova York.
A fórmula básica usada pela família é “impacto negativo + impacto positivo = impacto zero”.
A iniciativa é formada por três etapas para limitar o consumo de produtos e diminuir a produção de lixo. Na primeira etapa, a família tem que aprender a viver sem produzir lixo. São proibidos produtos descartáveis ou qualquer tipo de embrulho. No banheiro, nada de papel higiênico. Usa-se água.
Na segunda fase, eles precisam diminuir o impacto ambiental causado pelos alimentos escolhidos. É dada preferência à comida produzida localmente. Ficam de fora os produtos importados ou que tenham sido transportados de outras regiões do país.
E, por último, reduzir o consumo para o mínimo necessário e de forma sustentável. Para evitar as emissões de dióxido de carbono, o casal fica longe de carros ou do metrô.
Pode parecer maluco à primeira vista, mas uma breve visita ao seu diário (em inglês), nos dá a dimensão exata de que podemos fazer pequenas coisas que ajudariam muito a diminuir a degradação ao meio ambiente.
Agora que o projeto acabou, Colin está na fase de avaliar suas atitudes, sem causar nenhum dano adicional ao planeta. Para isso, ele procura compensar as atitudes que têm um impacto negativo com outras que tenham um impacto positivo.
Já voltou a viver normalmente, mas ainda vive sob algumas regras. Voltou a usar a máquina de lavar, mas sem água quente. Mantém a temperatura da geladeira no mínimo possível, apaga as luzes que não estão sendo usadas e tira da tomada os aparelhos que não estão sendo utilizados. Decidiu abolir a TV e o ar condicionado, além de usar apenas energia eólica.
E aí, será que você conseguiria viver assim?
Fonte: Faça a sua parte
postado em: 26 de Junho de 2008 por Flávio Vieira

27 de Junho de 2008 às 01h54
conseguir, conseguimos. o problema está em tentar, o que não queremos por comodidade ainda. abraços.
27 de Junho de 2008 às 03h43
O enorme problema é que o homem vem abusando nas últimas décadas. O homem de 100 anos atrás não vivia na idade da pedra, já tinha uma boa dose de conforto porém produzia um décimo do lixo que produz hoje. A “praticidade” custa caro. Consumimos muito e consumimos mal. Pra que tanta embalagem? Pra que tanta eletricidade? Tudo gira em torno de eletricidade, quando acaba a luz as empresas páram e as pessoas dizem que não dá pra fazer nada sem energia. Precisamos nos libertar! Voltar a ser mais bicho.
02 de Julho de 2008 às 02h53
Dá pra viver assim? Dá, considerando a 2ª opção - com o término do projeto. Pq a 1ª opção eu vejo como um comportamento mto extremo! Por exemplo, em Manaus - importam de outros Estados, praticamente, toda a alimentação (verduras, legumes, carnes etc). Então viver só com oq tem na região, pode até ser menos degradante mas está longe de ser saudável!
Agora, concordo totalmente com a sua seguinte frase:
“podemos fazer pequenas coisas que ajudariam muito a diminuir a degradação ao meio ambiente”
E isto já está na 2ª opção de vida - q já disse anteriormente! Isso sem falar q vc economiza um puta dum dinheiro com energia elétrica hehehehe
[]’s
GR
http://d–mentes.blogspot.com/