Cidade abastecida pelo vento
Apesar de ser o país mais contestado no mundo em termos ambientais, os EUA é um grande celeiro de boas novidades.
A mais recente notícia vem de Rock Port, no estado de Missouri. Rock Port se tornou a primeira cidade americana a ter toda sua eletricidade advinda de geradores eólicos. A construção é uma parceria entre Wind Capital Group e a John Deere Wind Energy, duas empresas especializadas em financiar projetos rurais por todo os EUA.
A nova construção tem capacidade para gerar 5 megawatts por dia e tem como expectativa gerar 16 milhões de Kwh de eletricidade por ano.
A independência energética de Rock Port tem sido invejada por muitas outras cidades no mundo. A energia gerada pelo vento é uma das grandes apostas para solucionar boa parte dos problemas energéticos e ambientais. Apesar de se tratar de uma cidade pequena (cerca de 1.400 pessoas), a iniciativa é louvável e ecologicamente correta.
A nós, resta torcer. Que seja o vento o nosso salvador!
postado em: 02 de Junho de 2008 por Flávio Vieira

05 de Junho de 2008 às 08h10
Algumas cidades aqui do Ceará tbm usa este sistema. São boas iniciativas, porém - num contexto geral - pouco explorados. Em uma ela serve como auxílio (Taíba-CE) e na capital (Fortaleza-CE) as quatro torres servem como fonte de energia para o porto dos navios. Deveria existir mais apoio Federal neste sentido.
16 de Junho de 2008 às 01h19
Além,dos EUA,basta olhar o que acontece em países desenvolvidos como Alemanha, Dinamarca e muitos outros na Europa, para constatarmos que é uma solução, ainda cara, porém, muito eficiente.
No Brasil, graças aos nossos “burocratas, donos da verdade, de plantão” temos o lamentável exemplo de um único gerador eólico na ilha de Fernando de Noronha. Um ou vários orgãos do governo não permitem outros no local. O óleo para a geradora térmica chega via navio, com alguns acidentes já ocorridos. Deve existir uma “explicação”, sempre muito bem elaborada para justificar um absurdo desta ordem.
Provavelmente deve ser alguma “portaria” alegando “danos aos ventos do arquipélago” ou “poluição visual”, enfim, alguma “baboseira” desta ordem.
Precisamos olhar para o que acontece no exterior e deixarmos de achar que somos os “mais espertos, inteligentes, hábeis em jeitinhos”, etc… Essas “virtudes” que nosso povo classifica como alta qualificação, num “burocrata de plantão”, resulta nesses absurdos.
Gostaria muito que um “plantonista” justificasse, por escrito neste blog, o solitário gerador eólico de Fernando de Noronha.
28 de Agosto de 2008 às 04h22
esido no Libano gostaria de conhecer sobre gerador de energia pelo vento.obrigada