Archive for Junho, 2008

Dê o primeiro passo!

Domingo, Junho 29th, 2008

Vídeo narrado por Gisele Bundchen para a semana do Meio Ambiente.

Simples, direto e com informações essenciais para quem se preocupa com o planeta em que vivemos.

Propagandas pelo correio

Sábado, Junho 28th, 2008

No Brasil, o envio de propagandas pelo correio não é tão comum quanto nos EUA, a Terra dos Exageros. Ainda assim, somos soterrados de panfletos nos cruzamentos, recebemos extratos do banco, promoções da TV a cabo ou de nossas lojas favoritas. E, no final, tudo isso acaba indo para o lixo e consumindo árvores, água e combustível.

Só pra se ter uma idéia, nos EUA, 100 milhões de árvores por ano são transformadas em 4.5 milhões de toneladas de “junk-mail”. Portanto, no que diz respeito à panfletagem pelo correio ou nas ruas, está na hora de acrescentar um novo R à trindade Reduza, Reuse & Recicle: RECUSE.

  • Quem recebe extratos por correio pode, em muitos bancos, solicitar que eles não sejam mais enviados. O banco vai lhe agradecer, pois afinal o que eles mais gostam é lucro.
  • Escreva para a ouvidoria da sua TV a cabo, provedor de internet ou qualquer outro serviço e solicite que seus boletos sejam enviados por e-mail.
  • Não aceite panfletos nas ruas e cruzamentos.
  • Sempre recicle o papel que você recebe. Quando possível, use-o como rascunho e encaminhe-o para a reciclagem.

Post do Fabio Yabu - Mude o Mundo

“Homem do impacto zero”

Quinta-feira, Junho 26th, 2008

Já faz algum tempo que queria escrever sobre o No Impact Man, ou “Homem do impacto zero“. Colin Beavan é um americano que vive na Carolina do Norte com sua mulher - ambos escritores -, uma filha e um cachorro. Seria uma família completamente normal se eles não tivessem aceitado o desafio de viver sob regras extremamente rígidas para zerar seu impacto sobre meio ambiente. O projeto, que teve duração de 1 ano, começou em dezembro de 2006, quando a família foi morar em Nova York.

A fórmula básica usada pela família é “impacto negativo + impacto positivo = impacto zero”.

A iniciativa é formada por três etapas para limitar o consumo de produtos e diminuir a produção de lixo. Na primeira etapa, a família tem que aprender a viver sem produzir lixo. São proibidos produtos descartáveis ou qualquer tipo de embrulho. No banheiro, nada de papel higiênico. Usa-se água.

Na segunda fase, eles precisam diminuir o impacto ambiental causado pelos alimentos escolhidos. É dada preferência à comida produzida localmente. Ficam de fora os produtos importados ou que tenham sido transportados de outras regiões do país.
E, por último, reduzir o consumo para o mínimo necessário e de forma sustentável. Para evitar as emissões de dióxido de carbono, o casal fica longe de carros ou do metrô.

Pode parecer maluco à primeira vista, mas uma breve visita ao seu diário (em inglês), nos dá a dimensão exata de que podemos fazer pequenas coisas que ajudariam muito a diminuir a degradação ao meio ambiente.

Agora que o projeto acabou, Colin está na fase de avaliar suas atitudes, sem causar nenhum dano adicional ao planeta. Para isso, ele procura compensar as atitudes que têm um impacto negativo com outras que tenham um impacto positivo.

Já voltou a viver normalmente, mas ainda vive sob algumas regras. Voltou a usar a máquina de lavar, mas sem água quente. Mantém a temperatura da geladeira no mínimo possível, apaga as luzes que não estão sendo usadas e tira da tomada os aparelhos que não estão sendo utilizados. Decidiu abolir a TV e o ar condicionado, além de usar apenas energia eólica.

E aí, será que você conseguiria viver assim?

Fonte: Faça a sua parte

Balada Sustentável

Terça-feira, Junho 24th, 2008

Um conceito bastante criativo em termos ambientais vem da Holanda. O Sustainable Dance Club (Discoteca Sustentável), em Roterdã, é um projeto que tem por objetivo transformar a diversão numa inteligente maneira de educar e contribuir com o meio ambiente.

A principal novidade vem da pista de dança, que será capaz de gerar energia elétrica a partir dos movimentos das pessoas. A energia mecânica gerada pela dança será transformada em eletricidade através de um gerador.

A idéia ainda inclui abastecimento dos banheiros com água da chuva, paredes que mudam de cor numa reação ao calor e turbinas de vento para arejar o terraço.

E no bar, cerveja orgânica. A danceteria sustentável é um conceito de duas organizações: Enviu - Innovators in sustainability e a empresa de arquitetura Döll.

Agora imaginem se essa moda pega por aqui. Contando só as baladas em São Paulo e Rio de Janeiro daria pra abastecer o país inteiro!

Fonte: BlogTV - Greenpeace

Análise da Terra

Domingo, Junho 22nd, 2008

Esse interessantíssimo site mostra os níveis de emissões de dióxido de carbono de todos os países do mundo, bem como as suas taxas de nascimento e de morte - todos em tempo real. Criado por David Bleja, o projeto foi feito para mostrar as diferenças e o impacto que cada país causa nas mudanças climáticas.

Clique na imagem para entrar!

Senhor Vento!

Sexta-feira, Junho 20th, 2008

Genial vídeo feito para ilustrar como o vento - e a natureza! - pode ser nosso aliado! É só aprendermos a usá-lo a nosso favor.

Esse comercial, feito pela Epuron, foi vencedor do Leão de Ouro em Cannes.

Como atingimos o Ártico?

Quarta-feira, Junho 18th, 2008

Animação genial que ilustra muito bem como cada ato nosso tem uma reação no planeta.

Vídeo feito pela WWF em defesa do Ártico.

Essa musiquinha não é viciante?

Philips: Eficiência Energética dá lucro!

Terça-feira, Junho 17th, 2008

Os produtos verdes da Philips já respondem por 20% da receita global da empresa. Em 2007, o faturamento mundial com essa série totalizou 5,3 bilhões de euros (US$ 7,78 bilhões), com avanço de 33% sobre 2006.
A expectativa é que a comercialização desses itens corresponda a 30% da receita total até 2012. A meta faz parte do quarto programa EcoVision Philips que estabelece investimentos de 1 bilhão de euros (US$ 1,468 bilhão) em inovação e a melhora da eficiência energética de escritórios e fábricas em até 25% nos próximos cinco anos.

Os produtos verdes são os que recebem um selo depois de atenderem quesitos de sustentabilidade, como menor consumo de energia, redução da quantidade de metais pesados utilizados na fabricação dos itens, reciclagem e descarte, entre outros. No segmento de iluminação, as vendas de produtos verdes cresceram 17%. Conforme a empresa, o maior avanço se deu no mercado de iluminação residencial, seguido de perto por soluções em iluminação comercial e pública. O sistema de iluminação pública CosmoPolis, por exemplo, que foi instalado em diversas cidades na Europa e na Ásia desde seu lançamento em 2005, reduz o consumo de energia em 50%.

No segmento de saúde, as vendas dos itens com o selo verde crescem 35%, com estaque para a linha de equipamento de ressonância magnética e monitores de pacientes. A ressonância magnética Achieva 3.0T X-series, por exemplo, apresenta redução de 32% no impacto ambiental normalmente atribuído a esse tipo de equipamento, se comparado a modelos anteriores. Já o monitor de pacientes IntelliVue MMS X2 consome 52% menos energia durante o uso.

No chamado segmento estilo de vida, alguns modelos de TVs em LCD em que alguns modelos consomem 36% menos energia que concorrentes próximos.

Fonte: Abesco 

O planeta pede sua ajuda

Domingo, Junho 15th, 2008

Interessantíssima experiência interativa feita pelo Greenpeace.

Impactante e muito bem feita.

Clique na imagem para abrir o site! Vale a visita!

Logística contra o meio ambiente

Sexta-feira, Junho 13th, 2008

O transporte de alimentos no mundo vem se tornando um dos maiores emissores de gases que contribuem para o aquecimento global. A globalização e a eficiência dos meios de transporte globais tem tornado o mercado mundial de alimentos num grande absurdo.

Tomemos por exemplo o bacalhau pescado na Noruega. Após a pesca, o bacalhau é enviado para a China para ser transformado em filés e então enviado de volta para a Noruega para ser vendido. Tudo isso em busca de mão-de-obra mais barata. Este é apenas um dos muitos exemplos dessa prática que tem se tornado comum no mundo todo.

Mas essa prática mundial pode ter um preço muito maior que o taxado nas prateleiras dos supermercados. A poluição causada por esse transporte é o principal causador dos efeitos do aquecimento global.

Segundo antigos acordos comerciais ainda vigentes hoje, o combustível para carga internacional transportada por mar ou ar não é taxado. Agora, muitos economistas, ambientalistas e políticos dizem que é hora de fazer com que as transportadoras e consumidores paguem pela poluição, por meio de impostos e outras medidas.

Algumas grandes empresas de alimentos já estudam colocar nos rótulos, ao lado da quantidade calórica dos produtos, o rastro de carbono que o produto produziu até ser colocado nas prateleiras.

Não sejamos ingênuos para achar que podemos frear a globalização ou estancar por completo essas práticas, mas será que um pouco de bom senso nos faria mal?

Fonte: NY Times