Novas tecnologias
Em busca de novas tecnologias.
Provavelmente todas as pessoas acreditem que a indústria automobilística já utiliza a mais alta tecnologia na construção e fabricação de seus produtos. Uma excelente iniciativa junto a universitários brasileiros mostra que as grandes indústrias ainda têm muito que aprimorar.
Realizada entre os dias 1 e 3 de novembro no kartódromo de Interlagos, em São Paulo, a Maratona de Eficiência Energética contou com palestras e uma competição em duas categorias: carros movidos a eletricidade e à gasolina.
O resultado não poderia ser mais animador: 22 equipes de doze universidades brasileiras criaram protótipos de veículos automotores de acordo com as exigentes regras da competição.
Usando de bastante criatividade – carros feitos de bambu e folhas de bananeira - e trabalho em seus protótipos, as equipes colocaram em prática muitos conceitos que buscamos em todos os níveis da sociedade: o uso eficiente da energia e das matérias-primas disponíveis. O vencedor da categoria gasolina (UNICAMP) conseguiu percorrer 367,05 quilômetros por litro de gasolina. Na categoria de carros elétricos, o vencedor foi a Equipe da Universidade Federal de Santa Maria, com 24.349m/Wh.
Apesar do clima de festa e confraternização ser uma das características da maratona, há muitas lições que podem ser retiradas de iniciativas como essa. É uma grande oportunidade de trocar experiências e melhorar o desempenho energético não só dos protótipos, mas de carros de passeio que, cada vez mais, enchem as ruas das grandes cidades e poluem o precioso ar que respiramos.
Você pagaria um pouco mais caro em um carro ecologicamente correto?
postado em: 10 de Dezembro de 2007 por Flávio Vieira


16 de Janeiro de 2008 às 10h30
O assunto que eu gostaria que fosse discutido no bloqg é: A importância da economia de energia para o meio ambiente.
16 de Janeiro de 2008 às 11h44
Pagaria com certeza!
16 de Janeiro de 2008 às 11h57
Durante muito tempo, desde a revolução industrial, os recursos naturais foram vistos como algo infinito. Após alguns séculos de exploração e de abuso inconsciente, começou-se a perceber que essa não era bem a realidade. Talvez reverter o quadro seja algo possível, porém o maior vilão para que isso seja feito são nossos próprios costumes: lixo armazenado de forma incorreta, gasto desnecessário de água durante o banho, lavando pratos, lixo jogado nas ruas. O ser humano tem uma característica interessante, tem facilidade de se sentir sensibilizado por imagens mostradas no jornal, de queimadas, de animais morrendo, mas não tomam nenhuma atitude para melhorar o bairro, a cidade.
Enfim, precisamos, cada um de nós, agir nos locais onde vivemos, sem hipocrisia e sem comodismos, sem aquele pensamento um tanto eucêntrico “pra que economizar ou preservar?se daqui a 60 anos provavelmente nem vou mais estar vivo?” . Precisamos pensar enquanto organismos vivos, enquanto unidade, para que assim posssamos ter tempo suficiente para reverter esse quadro que não é nada bom.